(estão prometidas mais fotos em breve...)
Ambulância de Socorro
MB Sprinter
AM323

Ambulância de Socorro
MB Sprinter
AM242

O meu obrigado ao camarada Paulo Anjos pelas fotos cedidas

"Em Julho vamos ter uma conversa, que poderá ser decisiva", confirma Isabel Soares, presidente da autarquia silvense. Os contactos já realizados "permitem antever um entendimento", o qual passará "pelo aproveitamento de uma estrutura desactivada desde Dezembro de 2006", quando os Bombeiros Voluntários de S. Bartolomeu de Messines fecharam a secção existente em S. Marcos da Serra.
A vinda da Cruz Vermelha para aquela localidade tem como propósito "a prestação de um melhor serviço a uma vasta área que engloba todo o Sul do País", através de meios próprios e também com o recurso a uma ambulância pertencente à Junta de Freguesia de S. Marcos da Serra, que se encontra desactivada desde a saída dos bombeiros de Messines.
Com o quartel encerrado, "as pessoas de uma vasta zona serrana sentem-se mais desprotegidas", refere Isabel Soares. "Desta forma, passarão a contar com um apoio mais próximo, para além de aproveitarmos um equipamento em muito boas condições e no qual se gastou uma soma significativa."
De pé está ainda a possibilidade de o contingente da Base de Apoio Logístico (BAL) da Protecção Civil – que todos os anos vem da zona de Lisboa para o Algarve no período de maior risco de incêndio (a denominada Fase Charlie, de 1 de Julho a 30 de Setembro) – aproveitar o espaço. Esta hipótese dificilmente acontecerá este ano, devido à necessidade de obras para acolher um grupo de socorro composto por cerca de 30 elementos, que ajuda com quatro carros de fogo e dois autotanques no combate aos incêndios. O grupo costuma ficar em Albufeira.
PORMENORES
ABANDONO
Dificuldades financeiras levaram os bombeiros de Silves e depois de Messines a sair de S. Marcos.
in.: www.correiomanha.pt
No dia da cidade de Tavira (24 de Junho), a Unidade de Socorro da Delegação de Tavira da Cruz Vermelha Portuguesa, comemora também o seu 18.º Aniversário.
Foi pelas mãos do Sr. Bento Luís, então Presidente da nossa Delegação, que nasceu, a 24 de Junho de 1990 a Unidade de Socorro da CVP - Delegação de Tavira.
A Unidade de Socorro é constituída por profissionais e voluntários devidamente preparados e com formação técnico-profissional adequada para o cumprimento das missões de auxílio, assistência, tratamento de doentes e feridos, levantamento, transporte e primeiros socorros, desempenhando um importante papel, ao nível da Saúde no nosso concelho e em toda a região do Sotavento Algarvio.
A 8 de Maio de 2001 foram inauguradas as actuais instalações desta Unidade de Socorro, evento que contou com a presença da então Presidente Nacional da Cruz Vermelha Portuguesa - Dr.ª Maria Barroso e com o Ministro da Administração Interna - Dr. Júlio Castro Caldas.
Realiza-se amanhã, dia 17 de Junho, um simulacro no Porto Pipas para avaliação do dispositivo e treino das várias entidades envolvidas no Plano de Segurança criado para as festas Sanjoaninas 2008 pela Autoridade Marítima.
Agendado para as 10H00, o Plano de Segurança visa certificar o bem-estar da população que, entre os dias 20 e 29 de Junho, se deslocarem ao principal palco das Festas, ao recinto “Pipas ao Vivo”.
A estruturação da estratégia conta com a colaboração do Serviço Municipal de Protecção Civil, Administração Portuária, P.S.P., Serviço Regional de Protecção Civil, Bombeiros de Angra, Cruz Vermelha Portuguesa, Corpo Nacional de Escutas, S.E.F., G.N.R., RG.1 e Serviços de Ambiente de ilha.
Dada a presença do elevado número de pessoas que se concentrarão no Porto Pipas, a comissão organizadora das festas e as demais autoridades envolvidas apelam “à compreensão e ao civismo de todas as pessoas, para podermos todos usufruir dumas Sanjoaninas em segurança e mantermos a nossa cidade e a nossa marina bonitas e limpas.”
Vedação e corredor de emergência
São várias as medidas, assentes em reunião final mantida na sexta-feira, que fazem parte do Plano de Seguranças das Sanjoaninas 2008.
Entre elas, a colocação de uma vedação que impeça o acesso das pessoas à berma do cais e a implementação de um corredor de emergência para ambulâncias.
Existirá um posto de primeiros-socorros por detrás do palco principal.
Para alargar a saída do porto e reduzir os riscos, em caso de necessidade duma evacuação durante os picos de afluência, vai ser colocada uma plataforma na zona da rampa de varagem.
De igual forma, será montada uma estrutura para controlo dos acessos para se saber, em cada momento, quantas pessoas estão dentro do porto, existindo patrulhas para segurança e para socorro em terra e no mar, reforçadas por vigilantes da natureza, fiscalizando o cumprimento das normas de segurança e anti-poluição e prevenindo eventuais riscos de acidente.
Com vista à salvaguarda e à segurança, tornou-se necessário proceder a uma estimativa de cerca de 4.500 pessoas que podem estar simultaneamente no cais do Porto das Pipas, numero relacionado com a área disponível e principalmente com a largura da saída do espaço.
Festas preocupadas com ecossistema
De igual forma, a preocupação da comissão de festas e das autoridades vai para a preservação do ecossistema das águas da marina e do recinto portuário, sendo, para esse efeito, feito um reforço dos recipientes para lixos, limpeza diária, instalação de casas de banho públicas, e colocação de avisos para a correcta preservação da limpeza do local, estando os agentes policiais atentos a qualquer prática que possa poluir aqueles espaços, nomeadamente despejo de líquidos e sólidos na via pública e na água.
in.: www.auniao.com


Os grevistas ficaram ligeiramente feridos e foram transportados para o hospital de S. Marcos, mas entretanto um já teve alta. O outro camionista apresenta dores no joelho e ombro direitos, conforme confirmou ao PortugalDiário a Cruz Vermelha Portuguesa responsável pelo transporte dos feridos.
Em Braga, também estão a ser retidos vários camiões junto à rotunda das piscinas, mas o processo tem decorrido mais pacificamente.
Tudo começou cerca das 15h30. O casal, residente na rua Frei Heitor Pinto, no Porto, tinha levado o filho mais velho para gozar o fim-de-semana que lhes tinha sido oferecido na compra de um carro.
"O Ruben estava a posar para a fotografia quando escorregou e caiu à água. O meu marido atirou-se logo para o salvar e vi que ainda lhe agarrou a mão. Eu corri logo a pedir ajuda e quando voltei, já não o vi", disse visivelmente abalada com a tragédia. "Ele nem se lembrou que não sabia nadar", recordou.
O filho mais velho do casal, que sabia nadar, conseguiu chegar à margem do rio e salvar-se. O pai, Joel Paulo Santos, de 37 anos, ficou submerso a dois metros de profundidade durante cerca de 15 minutos, confirmou ao CM fonte da Cruz Vermelha Portuguesa do Gerês que resgatou o homem e ainda conseguiu reanimá-lo.
Com o apoio da Viatura Médica de Emergência e Reanimação, a vítima foi levada com vida para o Hospital S. Marcos, em Braga, mas acabou por falecer no domingo de manhã, cerca das 07h30.
"Quando cheguei ao Hospital, os médicos disseram-me logo que o cérebro do meu marido já estava morto e que se sobrevivesse ficaria com muitas sequelas", contou a viúva, que agora não tem sustento para a família. "Estou desempregada e tenho três filhos. Para além do Ruben, de nove anos, tenho um menino de seis anos e uma menina de quatro. Não sei o que vou fazer. Ele era o único a trabalhar na família, tinha emprego no balcão de uma loja de ferragens", disse angustiada com o futuro.
FILHO COM APOIO PSIQUIÁTRICO
O pequeno Ruben, de nove anos, que assistiu ao desaparecimento do pai nas águas do rio Gerês está desde sábado no Hospital S. Marcos, em Braga, a receber acompanhamento psiquiátrico.
"Ele é muito pequeno e está muito traumatizado. Está muito nervoso com tudo isto", disse a mãe da criança que conseguiu escapar ao afogamento.
Depois de resgatado pelos voluntários do núcleo da Cruz Vermelha Portuguesa do Gerês, Joel Paulo Santos estava em paragem cardiorrespiratória, mas foi assistido pelo INEM. "Ele levou alguns choques e ainda foi vivo para o hospital. Mas de nada adiantou", desabafou a viúva que ontem ao final da tarde regressou ao Instituto de Medicina Legal de Braga. O cadáver foi autopsiado, estando previsto que o corpo fosse libertado à noite.
OUTROS CASOS DE MORTES EM RIOS
Em Junho de 2006, pai e filha morreram nas águas do rio Ave, no Concelho da Póvoa de Lanhoso. A menina de sete anos terá caído à água e o pai, de 30 anos, terá tentado resgatar a filha sem sucesso.
Em Junho do ano passado, pai e filho morreram afogados nas águas do rio Távora, numa praia fluvial perto da barragem de Vilar, Moimenta da Beira, onde se encontravam a passar o dia com outras três crianças. Uma delas foi salva por um casal francês, que passeava de barco nas imediações.
Também no ano passado, em Setembro, um pai de 43 anos e o seu filho, de 9 anos, morreram afogados no rio Guadiana, na zona de Mértola. A criança nadava no rio quando começou a ter dificuldades O pai foi em seu socorro e acabaram por ser os dois arrastados. Os corpos foram encontrados dias depois.
PENSÃO SERVIU DE REFÚGIO
Foi na pensão Baltazar, junto às termas do Gerês, que o pequeno Ruben se refugiou, sábado à tarde, depois do ter visto o pai cair às águas do rio Gerês.
"Para que a criança não assistisse a todo aquele aparato, o menino foi levado para a pensão. Esteve lá com a mãe algum tempo", apurou o CM junto da família da vítima. "Foi traumatizante. Ele ainda nem consegue falar do que aconteceu."
O casal estava a gozar o fim-de-semana graças a uma oferta devido à compra de um carro recentemente – um Renault Clio preto, que usaram para se deslocar ao Gerês. "Deveríamos ter dormido lá na noite de sábado, mas nem deu tempo", disse a viúva.
PORMENORES
PRIMEIRA IDA AO GERÊS
A família Santos nunca tinha ido ao Gerês e aproveitou uma oferta para conhecer o Parque Natural. Pai e filho estavam a tirar fotografias quando se deu a tragédia, no sábado à tarde.
SOBREVIVEU 16 HORAS
Joel Santos, de 37 anos, empregado de balcão, esteve cerca de 15 minutos debaixo de água. Foi resgatado e reanimado, mas acabou por morrer no domingo de manhã no Hospital S. Marcos, em Braga, para onde tinha sido transportado.
FAMÍLIA SEM SUSTENTO
A vítima mortal era o único sustento do casal que tem três filhos, todos menores. A viúva não tem trabalho e não recebe qualquer subsídio de desemprego. A seu cargo, tem agora três crianças com as idades de quatro, seis e nove anos.
in.: www.correiomanha.pt
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in.: www.dn.sapo.pt
O acidente aconteceu quando o camião dava a volta à rotunda para se dirigir ao parque de pesados e o condutor não viu nem a vítima nem o automóvel ligeiro.
Greve camionistas: ANTRAM reúne-se com o Governo
O acidentado ficou ferido numa perna e foi assistido no local por uma ambulância da Cruz Vermelha Portuguesa.
O acidente ocorreu na presença do Corpo de Intervenção da GNR que se encontrava estacionado do outro lado da rotunda, tendo os agentes acorrido de imediato ao local para ordenarem o trânsito durante aquele momento.
Naquela rotunda estão dezenas de camionistas e proprietários de transportadoras que aderiram à paralisação contra o aumento do preço do gasóleo e que estão a desviar os camiões que ali passam para o parque de pesados do Carregado.
Antes deste acidente, um camionista que se recusou a parar depois de ter sido abordado pelos colegas em greve ouviu ameaças e gritos por ter decidido furar o bloqueio e seguir viagem.
Transportadores vão bloquear acesso de camiões a Braga
Um grupo de cerca de 100 transportadores de Braga prepara-se para bloquear o acesso de camiões à cidade, a partir do começo da tarde, colocando grupos nas estradas que vêm de Famalicão, Barcelos, Póvoa de Lanhoso e Vila Verde, disse um dos empresários.
Alberto Rodrigues adiantou aos jornalistas que a decisão de impedir a entrada de camiões em Braga foi tomada colectivamente e de forma espontânea pelos transportadores, que querem, assim, «que o Governo tome medidas para ajudar o sector».
Os transportadores fizeram hoje um buzinão pela cidade, em marcha lenta, provocando longas filas de trânsito nalgumas artérias e na variante e via rápida que a circunda.
Camiões apedrejados
A revolta contra o aumento do preço dos combustíveis está a provocar paralisações de camiões de transporte de mercadorias e congestionamentos no trânsito em vários pontos do país, com alguns incidentes registados nas primeiras 12 horas de protesto.
Centenas de camiões começaram a estacionar ao longo da Estrada Nacional 1, em Aveiras de Cima, com a fila a chegar perto dos depósitos de combustível cerca das 11:00, segundo a Brigada de Trânsito (BT), da GNR.
Os camionistas portugueses, com «medo» de seguir viagem para Espanha, começaram a concentrar-se na fronteira de Vilar Formoso.
Pelo menos oito viaturas pesadas foram apedrejadas de madrugada na Auto-Estrada do Sul (A2), na área de Grândola, por homens não identificados, mas não houve feridos.
Um homem foi identificado durante a noite pelas autoridades por ter «arremessado um objecto» contra um camião que se recusou a parar em Aveiras, onde se encontravam camionistas concentrados.


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As Sociedades Nacionais Europeia reúnem esforços para reduzir o número de acidentes ao lançar um novo recurso interactivo de segurança rodoviária.
O “Pacote de Recursos para a Segurança Rodoviária e Primeiros Socorros” está disponível em 16 línguas, na página da campanha www.1-life.info, podendo ser descarregado gratuitamente. “Desde 2001, as Sociedades Nacionais da Cruz Vermelha dos Estados-Membros juntaram-se e desenvolveram uma visão alargada sobre boas práticas de segurança rodoviária, pontos de vista e iniciativas. Desta forma, ao produzir este Pacote de Recursos, disponibilizando-o ao maior número de pessoas possível, dentro ou fora da Cruz Vermelha, decidimos facilitar a troca de experiência e o estabelecimento de redes.”- afirma Luc Henskens, o Director do Gabinete da Cruz Vermelha na EU.
A Cruz Vermelha irá continuar a incentivar os indivíduos, as comunidades, as organizações e outros parceiros, para melhorar a Segurança Rodoviária na Europa. in.: www.cruzvermelha.pt
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Segundo dados da Cruz Vermelha, todos os anos morrem nas estradas 1,2 milhões de pessoas, cerca de 3 mil por dia e 50 milhões ficam feridas.
Apesar dos esforços que têm sido desenvolvidos no sentido de minimizar este flagelo na sociedade, estima-se que em 2020 os acidentes com vítimas mortais venham a sofrer um aumento na ordem dos 60%.
É neste sentido que a Cruz Vermelha desenvolveu ao longo do último ano uma Campanha de Segurança Rodoviária que se estendeu a todas as sociedades nacionais desta organização presentes na Europa que procuram desta forma sensibilizar as crianças entre os 6 e os 11 anos para a importância do civismo na estrada, uma vez que as crianças de hoje serão os condutores de amanhã.
A cerimónia de encerramento desta acção desenvolvida a nível europeu terá lugar na sexta-feira, na Praça do Comércio.
in: www.agenciafinanceira.iol.pt
Vieira da Silva defende colaboração com Cruz Vermelha
Desenvolver acções de apoio a crianças, jovens e idosos e encaminhamento das situações à Linha de Emergência e Crise Social. É o objectivo do protocolo entre o Governo e a Cruz Vermelha.
Lisboa, 30 Mai (Lusa) - A Linha Nacional de Emergência da Segurança Social vai ser reforçada a partir de Outubro com equipas da Cruz Vermelha que serão accionadas para ajudar crianças, jovens e idosos em perigo, ao abrigo de um protocolo a assinar sábado.
O Protocolo de Cooperação entre a Segurança Social e a Cruz Vermelha Portuguesa, a celebrar na véspera do dia Mundial da Criança, visa o desenvolvimento de acções de apoio e encaminhamento das situações de emergência da Linha Nacional de Emergência Social (LNES) 144.
Em declarações à agência Lusa, o presidente do Instituto de Segurança Social, Edmundo Martinho, explicou que com a colaboração das equipas da Cruz Vermelha Portuguesa é possível dar à linha de emergência uma melhor capacidade de resposta com atendimento feito por equipas de proximidade.
A LNES é um serviço público de âmbito nacional, com funcionamento ininterrupto - 24 horas por dia, 365 dias por ano -, para protecção e salvaguarda da segurança dos cidadãos em situação de Emergência Social.
A chamada é gratuita e, essencialmente, serve pessoas vítimas de violência doméstica, crianças, jovens em perigo, sem-abrigo e idosos em situação de abandono.
As chamadas são recebidas por uma equipa de atendimento de primeira linha da responsabilidade do Portugal Telecom (PT).
Todas as chamadas incluídas no âmbito das problemáticas sociais são encaminhadas para uma segunda linha de atendimento - a Equipa Central da LNES.
Esta equipa é constituída por Técnicas Superiores do Instituto de Segurança Social que procedem à triagem das situações e, de acordo com a especificidade e localização das mesmas, fazem o encaminhamento para as Equipas Distritais de Emergência.
Depois de confirmado o diagnóstico, as equipas deslocam-se aos locais onde se encontram as situações de emergência.
A partir da entrada em vigor do protocolo, a actividade destas Equipas Distritais passa a ser desenvolvida por técnicos da Cruz Vermelha Portuguesa.
Na Linha Nacional de Emergência Social são tratados essencialmente dois tipos de situações: de emergência e de crise social.
Por emergência social entende-se todas as situações resultantes de não estarem asseguradas as condições mínimas de sobrevivência e que constituam um perigo real, actual ou iminente para a integridade física ou psíquica da pessoa.
As situações de crise são todas aquelas em que seja assumido e reconhecido pelo indivíduo ou família um pedido de ajuda imediato.
A linha 144 atendeu, no ano de 2007, cerca de 20 mil chamadas reais, das quais 2.385 configuraram situações de emergência social, tendo sido apoiadas um total de 4.920 pessoas.
As restantes chamadas dizem respeito a outras situações: 657 atendimentos de crise, 8.400 encaminhamentos efectuados para outros serviços como hospitais, PSP, IPSS e cerca de 5.000 chamadas foram pedidos de informação sobre o funcionamento da linha 144.
GC.
in: Lusa
A Unidade de Socorro de Vilela-Paredes e Sobreira da Cruz Vermelha Portuguesa, irão realizar em parceria um acampamento nos próximos dia 26 e 27 de Maio, na freguesia de Vandoma concelho de Paredes. Este acampamento será o dia de campo dos dois grupos de instruendos a finalizar formação nas duas Unidades de Socorro.
Estarão presentes ainda como convidados as Unidades de Socorro de Frazão-Paços de Ferreira e Neiva-Viana do Castelo.
Serão dois dias de actividades e convívio entre várias Unidade de Socorro da Cruz Vermelha.
CRUZ VERMELHA PORTUGUESA - NÚCLEO DE SOBREIRA
in: http://valedosousa.blogs.sapo.pt
Departamento Formação GTE
Grupo Trauma e Emergência
Rua Hermenegildo Gomes Pereira, 8-A, 2500-833 Caldas da Rainha, Portugal
www.grutraueme.pt
Para a população do concelho
Cruz Vermelha de Frazão lança campanha de reciclagem
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| O núcleo de Sanguedo da Cruz Vermelha está a dinamizar uma campanha de recolha de rolhas de cortiça e de tampas de plástico para reciclagem, à escala do concelho de Santa Maria da Feira. O objectivo principal desta campanha é a angariação de fundos para a aquisição de uma ambulância, material de socorro e de géneros para o Mercado de Solidariedade. A campanha está em marcha junto de estabelecimentos do sector da restauração, estabelecimentos de ensino e junto da população em geral. Mais de quatro dezenas de caixas próprias para recolha das tampas estão já colocadas em estabelecimentos, mas a equipa da Cruz Vermelha pretende alargar cada vez mais o leque de espaços aderentes. A Cruz Vermelha estabeleceu uma parceria com a empresa Ambisousa que recolhe as tampas de plástico e está a negociar uma parceria semelhante com algumas empresas do sector corticeiro para escoamento das rolhas de cortiça que serão vendidas como apara. A campanha visa essencialmente a recolha de tampas plásticas de garrafas e garrafões de água, iogurtes líquidos, sumos e leite do dia e rolhas de cortiça. Marta Silva, a promotora do projecto, mostra-se entusiasmada com a adesão dos estabelecimentos comerciais e sobretudo das escolas a esta campanha que está no terreno para ficar e sem fim à vista. Potenciais interessados em se envolverem na iniciativa poderão contactar os telefones: 227445149, da secretaria da Cruz Vermelha, ou 912103635, da promoção da campanha. |
Meios Humanos
30 Assalariados
120 VoluntáriosEspecificações
3 Médicos
1 Psicólogo
5 Enfermeiros![]()
4 Massagistas
1 Assistente Social
1 Psicopedagoga
3 Formadores TAT (Tripulante de Ambulância de Transporte)
40 DAE (Com habilitação para trabalhar com um desfibrilhador automático externo)
25 PHTLS (Pré-Hospitalar Trauma Life Support)
20 TAS (Tripulante de Ambulância de Socorro)
90 TAT (Tripulante de Ambulância de Transporte)
50 Condutores ligeiros
2 Condutores pesados
1 Condutor pesados de passageiros
3 Voluntários com carta de marinheiro
2 Cozinheiros
6 RadioamadoresMeios Materiais
1 Monitor de parâmetros vitais
1 DAE (Desfibrilhador automático externo)
1 Ventilador
8 Macas Inglesas
2 Marquesas
8 Burros de campo
12 Sacos de cama
25 Cobertores
1 Gerador
5 Holofotes + extensões
20 CapacetesTendas
1 Tenda cozinha
8 Tendas P-3
2 Tendas P-12
1 PMA (Posto Médico Avançado)
1 InsuflávelComunicações
1 Repetidor (da rede CVP)
7 Rádios VHF CVP - Móveis
1 Rádio VHF CVP - Base
Rádios de Protecção Civil: - 8 Portáteis + Carregador + Auricular
- 2 Bases (central)
- 6 Móveis
12 Rádios portáteis UHF
20 TelemóveisViaturas
4 Ambulâncias de Socorro
1 Ambulância de Transporte de Doentes
1 Ambulância de Todo-o-Terreno
8 Ambulâncias de transporte múltiplo
3 Viaturas de apoio
1 Roulotte
1 Atrelado reservatório de água
1 Atrelado SMUR (Secção móvel de urgência e reanimação)
1 Atrelado de transporte (diverso)
1 Atrelado de cozinha
in: www.cvpamadora.com

Este fundo pretende garantir uma resposta rápida e eficaz, tanto a nível nacional como internacional, a todas as pessoas que tenham a sua vida, saúde ou dignidade humana ameaçadas pela ocorrência de catástrofes, fornecendo-lhes alimentos, água, abrigo, cuidados médicos, sistemas de saneamento e apoio psicológico.
De acordo com dados fornecidos pela OFDA/CRED International Disaster Database, o ano de 2007 registou um aumento de catástrofes naturais de 40% face ao ano anterior. Isto corresponde à ocorrência de 414 desastres naturais que afectaram 201 milhões de pessoas – 1 em cada 33 pessoas no planeta.
Assim, a recolha de donativos permitirá não só treinar as equipas de acção da China e da Birmânia, como também adquirir equipamento especializado – unidades móveis de telecomunicações e hospitais de campanha – e estabelecer locais de acolhimento nos locais afectados.
O presidente nacional da CVP, Luis Brabosa, afirma que «as notícias de cheias, terramotos, deslizamentos de terras, secas, furacões, entre outros, chegam-nos, hoje, quase diariamente. Esta situação é alarmante e requer mudanças urgentes e profundas no modo de pensar e actuar das pessoas».
E acrescenta que «a fim de fazermos face aos desafios que temos pela frente, devemos, acima de tudo, preparar-nos. Pois, ao estar melhor preparados, podemos actuar com mais eficácia e, mesmo, salvar vidas, por mais limitados que sejam os recursos de que dispomos».
COMO PODE AJUDAR A CRUZ VERMELHA:
Nas caixas multibanco ou por netbanking, optando por pagamento de serviços e marcando entidade 20999 e referência 999 999 999.
Ligando para o número 760 20 22 22 cedido pela PT Comunicações (custo da chamada 0,60€+IVA).
Efectuando um depósito ou transferência bancária para as contas CVP – Fundo de Emergência
- Millennium BCP – nº45307610691 / NIB 0033 0000 4530 7610691 05
- Caixa Geral de Depósitos – nº 0027082402230 / NIB 0035 0027 0008 2402230 53
- Banco BPI – nº 3631911 000 001 / NIB 0010 0000 3631 9110001 74
- Totta – nº 000314691778020 / NIB 0018 0003 1469 1778020 27
- Banco Espírito Santo – nº 0001 4968 7394 / NIB 0007 0000 00149687394 23
- Montepio Geral – nº 087100053716 / NIB 0036 0087 99100053716 51
- Barclays – nº 117201022464 / NIB 0032 0117 00201022464 75
- BANIF – nº 57/629520 / NIB 0038 0057 00629520771 72
- Banco Português de Negócios – nº 026511345-10-001 / NIB 0079 0000 26511345101 76
Enviando um Cheque ou Vale Postal pagável à CVP – Fundo de Emergência para o Departamento Financeiro da Sede Nacional da Cruz Vermelha Portuguesa (Jardim 9 de Abril, nº 1 a 5, 1249-083 Lisboa).
Estes donativos são dedutíveis nos impostos. Para que seja possível emitir o devido recibo de donativo necessário para anexar à declaração de impostos, o doador deverá enviar para o Departamento Financeiro da Sede Nacional da Cruz Vermelha Portuguesa os seus dados pessoais (nome, número de contribuinte, morada, código postal e localidade) e cópia do talão comprovativo da operação de donativo.
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'No fim de Abril, fomosinformados pelo hospital de que, por imposição do INEM, a partir de Maio não podíamos trabalhar na VMER', diz Paulo Antunes, um dos bombeiros, adiantando que não foi dada 'qualquer justificação'. Agora, o socorro é feito apenas por médicos e enfermeiros.
Segundo o INEM, 'a decisão tem em vista assegurar a maior diferenciação técnica possível das equipas das VMER'.
Para José Azevedo, presidente do Sindicato dos Enfermeiros, os bombeiros são 'inaptos', 'ignorantes', 'totalmente dispensáveis e inúteis no momento e conjuntura actuais' .
'Temos experiência, conhecemos o terreno. Por que nos dispensaramassim?',questiona Carlos Castela, TAE há 15 anos, frisando: 'Se o INEM se isolar dos bombeiros perde o maior parceiro ao nível de emergência pré-hospitalar do País.'
'Aofimdedez anos de dedicação, a vestirafardado INEM, fomos colocados no lixo. Merecíamos ao menos uma palavra', acrescenta António Barbosa, que é TAE há 12 anos.
'É frustrante. Tenho trinta anos de Bombeiros, estudei, li, tenho conhecimentos e agora alguém me vem dizer que já não sirvo!', lamentaPauloAntunes.'Perdem-se grandes equipas', conclui o seu colega Carlos Luís.
DISCURSO DIRECTO
'PROFUNDA INDIGNAÇÃO' Duarte caldeira, Presidente Liga dos Bombeiros Portugueses
Correio da Manhã – Como vê esta situação?
Duarte Caldeira – Vejo com profunda indignação que desrespeitem dezenas de homens e mulheres como se fossem um produto descartável. É uma obrigação do INEM, que dispensou essas pessoas, justificar por que o fez.
– Os tripulantes das ambulâncias de emergência trabalham sem qualquer vínculo laboral. Como evitar esta precaridade?
– Deve ser conferido aos tripulantes um estatuto e uma carreira para evitar a instabilidade a que se assiste. Os bombeiros são vítimas de si próprios por aceitarem esta situação, na expectativa de que as coisas melhorem.
– Como classifica as observações feitas sobre os bombeiros pelo presidente do Sindicato dos Enfermeiros?
– Não quero fazer grandes comentários, mas esse discurso revela cegueira corporativa.
PORMENORES
'DIFERENÇAS'
Na Figueira da Foz, um tripulante fazia trinta turnos de oito horas e recebia seis euros por cada hora. Já um enfermeiro, prestando um serviço idêntico, recebe 16 euros por hora.
'MARTELADOS'
O Sindicato dos Enfermeiros considera que, 'se há alguém que deve estar no desemprego serão os voluntários dos bombeiros, quando feitos enfermeiros martelados e não os enfermeiros autênticos'.
ESPECIALISTAS
Segundo o INEM, a existência destes tripulantes era, já no início do ano, 'uma prática residual, verificada em apenas seis das 40 VMER. A situação foi rectificada porque a tripulação tem de ter um médico e um enfermeiro'.
| Voluntários da Cruz Vermelha apoiaram peregrinos para Fátima |
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| A delegação das Caldas da Cruz Vermelha Portuguesa esteve a apoiar os peregrinos que se deslocaram a Fátima, entre os dias 9 e 12 de Maio, com um apoio fixo na Estrada Nacional 8, junto ao restaurante Três Torres (Alfeizerão). Os 17 voluntários atenderam cerca de 140 pessoas, que padeciam essencialmente de problemas nos pés e nos músculos, resultado do cansaço da viagem. "Tivemos peregrinos que vinham de Cascais, Sintra e Mafra - já caminhavam há três dias � em que os voluntários fizeram massagens e tratamentos para lhes dar conforto e ajudar o seu estado físico", afirmou o presidente da delegação, Fernando Fidalgo. in: www.gazetacaldas.com |
Ao contrário do que é habitual, a Cruz Vermelha sanjoanense fez o apoio aos peregrinos, que se dirigiam a Fátima, nas instalações do Museu da Chapelaria. De acordo com o presidente do núcleo sanjoanense, Ferreira da Silva, em peregrinações anteriores este núcleo ajudou “cerca de um milhar de pessoas por ano”. Antes a Cruz Vermelha sanjoanense estava numa rotunda na zona das Travessas, à entrada na EN1/IC2.
“Infelizmente, quase todos os peregrinos vão pela variante” refere Ferreira da Silva. Acrescentou não ter interesse em fazer o apoio aos peregrinos dentro da cidade. Já que “não chegou à centena” os peregrinos que passaram pelo Museu da Chapelaria. O prejuízo a que se referiu Ferreira da Silva prende-se com material perecível e mobilização de pessoal. Os materiais perecíveis serão usados no apoio que a Cruz Vermelha dá aos jogos da sanjoanense.
O presidente da Cruz Vermelha de São João da Madeira disse ao LABOR que entre o dia 3 e 8 de Maio passaram pela cidade dois membros estrutura nacional. Juntos foram ao local, na EN1/IC2 onde Ferreira da Silva gostaria de ver os seus homens em 2009. Os elementos da Cruz Vermelha Nacional concluíram ser melhor aquela localização e “ficou decidido para o ano voltar àquela rotunda das Travessas”, disse ao LABOR Ferreira da Silva.
Por: Liliana Guimarães
in:www.labor.pt