Aqui fica um cheirinho daquilo que se usará daqui a uns tempos...




fotos in:www.hi5.com
I Congresso
de Emergência Pré-Hospitalar
Fórmula 1 regressa a Lisboa em Outubro A marca francesa vai trazer à capital portuguesa o seu monolugar de Fórmula 1, conduzido por um dos pilotos oficiais da escuderia: Alonso ou Piquet. Durante dois dias, o trânsito do centro da cidade vai dar lugar à velocidade de diversos bólides da Renault. Pedro Miguel Neves | ||||
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A Avenida da Liberdade vai ser transformada em pista durante dois dias no último fim-de-semana de Outubro. Lisboa vai voltar a sentir o ruído do motor e o cheiro a borracha dos pneus de um Fórmula 1. O Renault Roadshow traz à capital portuguesa o bólide actual da marca francesa no Campeonato do Mundo de F1, com um dos seus pilotos oficiais ao volante: Fernando Alonso ou Nelsinho Piquet. "Pela primeira vez na história de Lisboa vai fazer-se o levantamento de todo o estacionamento nas ruas laterais da Avenida da Liberdade. Foi feito um estudo conjunto com a PSP, que será comunicado à população para tentar minimizar o impacto que isso possa ter", explica Francisco Santos. Polícia, bombeiros, INEM e Cruz Vermelha Portuguesa são apenas algumas das entidades que tratarão de garantir a segurança em torno da exibição. Tudo está a ser preparado ao pormenor, com a colaboração da Câmara Municipal de Lisboa, para que tudo corra bem. "A PSP já nos disse que esta é a maior operação logística que alguma vez montaram", conta o mesmo respo0nsável da Talento. Francisco Santos não tem dúvidas que o Renault Roadshow vai ser um sucesso. "Pela primeira vez em Portugal a Avenida da Liberdade vai ter carros de Fórmula 1 contemporâneos. Acho que vai haver uma grande curiosidade, é uma equipa multicampeã, que acabou agora de ganhar a última prova do Mundial [em Singapura]", afirma. in.: http://aeiou.expresso.pt |
José Mário Miranda, membro da direcção da OF, explica que as farmácias aderentes vão ter um símbolo a identificar que ali se prestam, gratuitamente, cuidados deste tipo. Esta é uma das iniciativas lançadas na semana em que se assinala o dia do Farmacêutico. Será também criado um banco de medicamentos para doar aos necessitados.
Num encontro com jornalistas, João Mendonça, presidente da secção de Lisboa, admite que a mudança no preço dos genéricos, sem período de transição, vai criar ruptura de stocks, tal como já noticiou o CM. "Durante um mês não haverá genéricos", diz. E refere que há alguns que já começam a faltar nas farmácias. .
in.: www.correiomanha.pt
Mas nem deixou o juiz chegar ao fim da leitura da sentença. Ao ouvir as penas parcelares aplicadas ao namorado, reagiu. "Deu logo um pontapé na porta" da sala de audiências, partindo o vidro, ao mesmo tempo que proferia "várias ameaças e insultos ao juiz", referiu uma testemunha ocular.
Acabou detida e levada para os calabouços da PSP, onde pernoitou, estando previsto ser presente hoje a tribunal. Mas antes "ameaçou também os agentes" que fizeram a detenção, prometendo agredi-los quando "tirassem a farda". Nem os elementos de uma ambulância da Cruz Vermelha Portuguesa escaparam, tendo partido a esferográfica a um deles, quando se dirigiram a ela para tratar o ferimento que tinha na cara, provocado pelos estilhaços do vidro.
A PSP foi obrigada a mobilizar vários elementos e dois carros. "São precisos tantos para a grande mulher!?", desafiava, aos gritos, uma familiar da detida, à entrada do Palácio da Justiça.
in.: www.correiomanha.pt
CURSO EM ANGRA - Operações de busca e salvamento urbano
Ao todo vão participar 40 formandos, dos quais elementos do Exército RG1, Força Aérea Portuguesa, Câmara Municipal de Angra do Heroísmo, Bombeiros Voluntários e da Unidade de Socorro da Cruz Vermelha Portuguesa de Angra do Heroísmo. A ideia é ministrar a estes elementos “os conhecimentos mínimos que devem possuir enquanto membros de uma equipa de socorro que, no decurso da sua actividade normal possam ser chamados a intervir envolvendo o colapso de edifícios ou estruturas”.
Na prática os formandos terão de aprender técnicas de busca e salvamento urbano; o desenvolvimento e a organização de uma operação; construção civil; causas e tipos de colapsos de edifícios e estruturas; riscos e segurança; avaliação estrutural; sinalização utilizada; busca e localização de vítimas; escoramentos e remoção de destroços superficiais, temas do programa que serão desenvolvidos em aulas teóricas e práticas.
O Curso Elementar de Busca e Salvamento Urbano (USAR), a realizar nos Açores pela primeira vez, terá a duração de 8 horas e será orientado por quatro técnicos vindos do Continente especialmente para o efeito.
Cada formando deve utilizar equipamento de protecção individual nas sessões práticas.
Equipas USAR
Trata-se de uma terminologia internacional “Urban Search and Rescue Teams” ou “USAR Teams” usada para designar as equipas especializadas em operações de busca e salvamento urbano.
in.: www.auniao.com


Lisboa, 13 Set (Lusa) - Um acidente ocorrido hoje à noite na Segunda Circular, em Lisboa, entre duas viaturas ligeiras, provocou um morto e quatro feridos, dois deles em estado grave, e o corte da via no sentido Norte-Sul, informou fonte da PSP.
Fonte da Divisão de Trânsito da PSP adiantou que o acidente, registado cerca da 22:00, em frente à Escola Superior de Educação, provocou "um morto confirmado" e pelo menos dois feridos em estado grave".
A mesma fonte disse que não é possível de momento fornecer mais pormenores sobre os sinistrados, uma vez que as patrulhas estão no local a tomar nota da ocorrência e há sinistrados encarcerados nas viaturas.
O trânsito na Segunda Circular no sentido Norte-Sul está a ser desviado para a Estrada de Benfica.
Fonte do Regimento de Sapadores de Bombeiros (RSB), que fez deslocar para o local três viaturas de desencarceramento, uma ambulância e uma equipa de 15 elementos, disse à Lusa ter apenas conhecimento da existência de cinco feridos, quatro dos quais ainda encarcerados dentro dos carros.
No local esteve também uma ambulância da Cruz Vermelha Portuguesa, delegação local da Amadora, 2 ambulâncias e 2 viaturas médicas do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) .
ARA.
in: Lusa/Fim

Presidente da Câmara garantiu que a Borgstena, atingida mais uma vez pelo fogo, poderá r
Cerca de duas centenas de bombeiros, de 17 corporações da região, apoiados por sete dezenas de viaturas, combateram ontem de manhã um incêndio que destruiu parcialmente as instalações da Borgstena, fábrica de componentes para automóveis situada na estrada Na-cional 234, entre Nelas e Canas de Senhorim.
As chamas terão eclodido por volta das 9h00, quando havia poucos empregados na fábrica e numa altura em que se procedia à expedição do material produzido. O comandante dos Bombeiros Voluntários de Nelas admitiu a hipótese de na origem do fogo ter estado um cigarro ou um curto-
-circuito. No entanto, o comandante distrital, César Fonseca, optou por não avançar com qualquer hipótese enquanto não se realizar a devida investigação.
O facto de haver muitos produtos inflamáveis e potencialmente tóxicos no interior das instalações dificultou o trabalho dos bombeiros, obrigados a usar máscaras e botijas de oxigénio. Cerca de três horas depois do primeiro alerta, o incêndio foi dado como controlado, apesar de ainda se terem registado, depois dessa hora, pequenas explosões.
Enquanto os bombeiros combatiam o fogo, os funcionários da Borgstena faziam os possíveis para retirar todo o tipo de matéria-prima e equipamento das instalações, enquanto que outros olhavam consternados para a fábrica em chamas.
Produção continua
em pavilhão vizinho
Junto dos empregados – muitos deles de lágrimas nos olhos e sem vontade de falar com os jornalistas – estava a presidente da Câmara Municipal de Nelas, Isaura Pedro, que há exactamente um ano tinha inaugurado a fábrica, depois de em 2006 outro incêndio ter destruído o edifício.
No meio de tanto azar, acabou por dar uma boa notícia aos presentes, anunciando que a Borgstena irá continuar a laborar num pavilhão vizinho, depois de ter chegado a acordo com os proprietários. Todo o material que tinha sido retirado da fábrica – tecidos, máquinas, mobiliário e equipamento informático – foi transportado para o novo local.
«É muito trágico olhar para isto tudo, quando há um ano, a empresa renasceu das cinzas depois do fogo de 2006. Mas o importante é que a partir da próxima segunda-feira [amanhã] já possa voltar a laborar», sublinhou.
Segundo a autarca, o fogo não terá atingido os escritórios da empresa, permitindo salvar computadores e outro equipamento.
A presidente da Câmara de Nelas elogiou ainda a rápida intervenção das equipas de socorro, auxiliadas pela Cruz Vermelha Portuguesa, a Guarda Nacional Republicana e os serviços da autarquia nelense, que permitiu impedir que o prejuízo fosse muito menor do que aquilo que inicialmente se previa.
No que diz respeito a feridos, o comandante distrital, César Fonseca adiantou que quatro bombeiros tiveram de ser transportados para o Centro de Saúde de Nelas devido à inalação de gases tóxicos, enquanto que dois funcionários da Borgstena também tiveram de receber ajuda médica devido a ataques de pânico.
O responsável adiantou também que vai averiguar porque é que as bocas de incêndio junto à fábrica não tinham água. l
in.: www.diariocoimbra.pt

Fonte do Destacamento de Penafiel da GNR disse que o incidente ocorreu cerca das 11:45 em Valvide, Recarei, Paredes, e que os disparos foram efectuados com uma arma de calibre 6.35.
O agressor estava separado de facto de uma das vítimas, mas corre ainda o processo para formalização do divórcio. Numa operação apoiada por uma equipa do Instituto Nacional de Emergência Médica, as irmãs baleadas foram levadas pela Cruz Vermelha Portuguesa de Sobreda, Paredes, ao Hospital de São João.
De acordo com o chefe de equipa daquela unidade hospitalar, as vítimas estão em em avaliação e «estáveis».
«É prematuro adiantar a avolução do seu estado», acrescentou. Este foi o segundo incidente do dia com armas de fogo, a norte do rio Douro, depois de um emigrante ser baleado, cerca das 05h30, à saída de uma discoteca em Carrazeda de Ansiães.
Lusa/SOL
in.: www.sol.sapo.pt
A mulher de 35 anos, imigrante senegalesa, começou com contracções pela manhã. O tio ligou para o 112, às 09h39, mas a ansiedade não o deixou esperar pela chegada dos bombeiros. Pegou nela, no carro e na ansiedade e fez-se ao caminho. A meio, entre a Pontinha e o hospital, o bebé deu sinal de que não estava para esperar mais. O homem viu o símbolo da Cruz Vermelha e pediu ajuda. Foi nesse momento que Manuela Fernandes, a socorrista mais experiente da unidade, pôs mãos à obra. Já fizera 13 partos, mas nenhum na rua. "Fui sem luvas, sem nada, enquanto preparavam o kit de partos e a ambulância." Nem kit, nem ambulância. O bebé nasceu às 10h05. Dez minutos depois de o Renault 19 ter parado, para pedir ajuda, na beira da estrada.
A SOCORRISTA DA MEDALHA DE OURO E DOS 14 PARTOS
Com 23 anos de Cruz Vermelha e uma medalha de ouro por antiguidade, Manuela Fernandes já não sai em serviço. Aos 42 anos, "o corpo ressente-se dos turnos" e a missão passou a ser coordenar as operações. Se a socorrista não sai em serviço, o serviço sai para vir ter com ela. "Parece que a criança veio ter com a Manuela. Olha lá, ouvi dizer que já fizeste 13 partos...", brinca o comandante, Armando Baptista. Ontem, o nascimento era a notícia do dia. E Manuela a personagem principal. Chamam-lhe a matriarca. Ouve os elogios, sorri para dentro e fala no orgulho que tem na Cruz Vermelha e nas crianças que ajudou a nascer. "Durante o parto, estamos nervosos, não sabemos se o bebé nasce perfeito, se o cordão se enrola. Mas depois é uma grande alegria."
APONTAMENTOS
BEM NO HOSPITAL
A mãe e o rapaz (o segundo filho) estão no Amadora-Sintra.
AJUDA
Os Bombeiros Voluntários da Amadora recusaram-se a dizer quanto tempo demoraram a chegar.
SEGURANÇA
Os socorristas lembram que é mais seguro esperar pela chegada do socorro do que transportar grávidas ou doentes.
Um dos feridos teve fracturas múltiplas, na zona da bacia, pernas e braços, e teve que ser evacuado de helicóptero para um hospital de S. João, no Porto. Os outros dois foram enviados para o Hospital de S. Marcos, em Braga, onde permanecem em observação. Segundo informações recolhidas junto de pessoas que na altura estavam na albufeira, o acidente foi rápido e passou despercebido à grande maioria dos populares que só se aperceberam da gravidade com o aparato de socorro, entretanto, criado.
No entanto, o JN sabe que a mota de água andava a fazer "brincadeiras" na água, sempre com uma bóia atrelada e com pessoas em cima, a grande maioria, gente nova, emigrantes que estavam de férias em Gaia e passavam uma tarde no Gerês. O embate com o barco a recreio foi "uma fatalidade, uma infelicidade", segundo uma testemunha. Para além de três ambulâncias do núcleo de Rio Caldo da Cruz Vermelha, o socorro foi ainda prestado pela ambulância rápida de emergência médica (seria VMER??) e por um meio aéreo.
in.: www.jn.sapo.pt

| Juventude da Cruz Vermelha realiza escola de Verão na ESE |
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| Sessenta e quatro jovens, representantes de 20 estruturas locais da Cruz Vermelha Portuguesa estão, até amanhã, a frequentar uma escola de Verão que decorre nas instalações da Escola de Sargentos do Exército. Trata-se da quarta edição deste evento, este ano apelidado de “Chão No domingo, quando regressarem às suas casas, os 64 jovens que durante uma semana estiveram nas Caldas, levam a “bagagem” mais pesada. Nesta escola de Verão, organizada pela Juventude da Cruz Vermelha, ganharam novos instrumentos de trabalho, nas áreas da “Gestão de voluntariado e liderança”, “Intervenção para a inclusão social e igualdade de géneros”, “Educação para o desenvolvimento e cooperação internacional” e “Educação ambiental e sustentabilidade”, com seminários orientados por mais de 30 especialistas. Entre eles participam formadores de entidades como o Instituto da Droga e Toxicodependência e Instituto Nacional para a Reabilitação e vários formadores de várias delegações da Cruz Vermelha espanhola. O objectivo é, segundo Pedro Pina, coordenador nacional da Juventude da Cruz Vermelha, “capacitar voluntários de todo o país e de diferentes áreas de onde resultam projectos que são destinados a crianças e jovens, fundamentalmente mais vulneráveis”. Associado à actividade formativa, está também o convívio entre os vários voluntários e um passeio pela região, com visita ao Museu da Cerâmica, Hospital Termal, Foz do Arelho, Óbidos e almoço nas margens da Lagoa. “Chão Pedro Pina justiça a escolha do nome “Chão” com o facto de estarem num quartel e serem as Forças Armadas “quem defende o nosso chão em situação de conflito militar” e, por outro lado, pelo facto deles, jovens, quererem “continuar a sonhar mas com os pés no chão”. O titulo dado em cada uma das edições pretende identificar o “estado da arte” da juventude, identificar os objectivos da iniciativa e ter um tom provocatório. E para os jovens é fácil estar num local tão disciplinado como um quartel? A resposta dada pelo coordenador é afirmativa, até porque a condicionante de não saírem do local onde decorre a escola de Verão foi imposta pela própria organização. Às Embora esta seja a escola de Verão mais representativa de sempre, com 64 participantes, estes jovens representam uma percentagem muito reduzida dos voluntários a nível nacional pois só a Juventude da Cruz Vermelha conta com 1500 inscritos. Pedro Pina não põe de parte a possibilidade de edições futuras ter mais participantes, mas garante que nunca será um encontro massivo. “O que pretendemos é qualificar pessoas que tenham o perfil de coordenação e capacitação de outros voluntários”, disse, acrescentando que também do ponto de vista formativo não é viável que os seminários tenham muitos participantes. Fernando Fidalgo, presidente da delegação das Caldas da Rainha da Cruz Vermelha Portuguesa, precisou que a ideia de acolher este evento já tem dois anos. A Juventude das Caldas participou desde a primeira escola de Verão, em 2005 e “achávamos que a cidade tinha boas condições para nos candidatarmos, nomeadamente pelas boas relações que mantemos com a ESE”, salientou o responsável. “Capacita-nos para desenvolver localmente os projectos” Luís Silvério, de 23 anos, é das Caldas da Rainha e está a participar na Escola de Verão pela segunda vez, onde frequenta o seminário de Educação para o Desenvolvimento e Cooperação Internacional. O jovem, voluntário na delegação caldense há três anos, destaca que além da formação, também o convívio entre os jovens de diversos pontos do pais serve para partilharem experiências. “O que aprendemos nos seminários permite-nos dar um passo mais firme e ter uma evolução mais segura enquanto voluntários”, afirmou. Com ele participam mais quatro elementos das Caldas. No ano passado Luís Silvério participou no seminário de Educação e Promoção para a Saúde, dada a sua formação nessa área. O que aprendeu já está a dar frutos pois tem vindo a “colocar em prática, através de actividades, o que aprendemos durante uma semana”. Natural de Braga, Tânia Gomes tem 22 anos e está a participar nesta iniciativa pela primeira vez. É voluntária há dois anos e, dado que a sua delegação está a desenvolver vários projectos na área da prevenção, a jovem apostou no seminário de Educação e Promoção para a Saúde. “A participação nesta escola é muito importante porque capacita-nos para desenvolver localmente os projectos”, afirmou Tânia Gomes, que veio com mais oito jovens da delegação de Braga. |
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Socorristas de proximidade com curso de desfibrilhação, para diminuir morte súbita, é ap
A Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) de Coimbra lançou a ideia e a direcção nacional aceitou. Em breve, as delegações da CVP vão avançar com um curso de suporte básico de vida com desfibrilhação, na tentativa de diminuir a percentagem de mortes súbitas. «Em média, a ambulância do INEM demora 18 minutos a chegar, se não houver proximidade a pessoa morre», alertou Armando Gonsalves, presidente da Cruz Vermelha de Coimbra, na entrega de material pelo Modelo, no âmbito da iniciativa “Causa Maior”.
O médico toma como exemplo o caso de Boston, nos Estados Unidos da América, para indicar que esta estratégia tem uma percentagem de sucesso de 50% contra os 5% do resto do país. A nível nacional, Armando Gonlsaves perspectiva que podem ser salvas, com a ajuda dos socorristas de proximidade, entre cinco mil a 10 mil pessoas por ano.
Importa também que instituições, como as unidades hoteleiras, disponham deste tipo de material, frisou, lembrando que, «cada vez mais, estrangeiros que vêm passar férias a Portugal perguntam se a unidade tem desfibrilhador».
A nível nacional vai ser lançado um concurso público para aquisição de equipamento para ensino, cujo preço ronda os 1250 euros por unidade. Na Cruz Vermelha de Coimbra já existe um, a ideia é adquirir outro de ensino e também um automático – deverá custar cerca de quatro mil euros –, que deve ser «compatível» com o equipamento do INEM.
Esta aquisição não vai esperar pelo concurso nacional. Deverá ser possível com as verbas conseguidas com a venda de um DVD, a lançar em Outubro, sobre suporte básico de vida, morte súbita, doença coronária e onde ainda há uma vertente que conta a história da Cruz Vermelha. Deverão ser colocados à venda 800 exemplares, por um preço a rondar os 10/15 euros, revelou Armando Gonsalves.
Campanha “Causa Maior” rendeu 330 mil euros
O médico cardiologista ouviu, da parte das lojas Modelo, a disponibilidade para apoiar este projecto. Rui Reis, responsável do Modelo de Eiras, destacou a crescente «preocupação social» da empresa, na entrega de duas camas, 18 canadianas e 15 cadeiras de rodas ao núcleo de Coimbra da Cruz Vermelha, no âmbito da campanha “Causa Maior”, cujo objectivo foi contribuir para a «qualidade de vida da população sénior, muitas vezes esquecida», explicou Rui Reis.
A nível nacional, o projecto “Causa Maior” angariou um valor total de 330 mil euros, que está a ser distribuído pelas 93 localidades onde o Modelo está presente. A ajuda foi, depois, materializada consoante as necessidades: foram realizadas 30 cirurgias às cataratas, 1763 rastreios, adquiridos 1086 aparelhos de medição, 615 equipamentos técnicos, 6595 materiais médicos para acompanhamento da realização de rastreios, 130 materiais geriátricos, 42 pacotes de tele-assistência.
A campanha contou com 3774 colaboradores e permitiu também a aquisição de géneros alimentares, material informático e audio-visual, artigos de limpeza e higiene pessoal, mobiliário e electrodomésticos, ajudando ainda na reabilitação de casas e instalações e na promoção e desenvolvimento de acções de formação e sensibilização.
in.: www.diariocoimbra.pt
| Nazaré acolhe delegação da Cruz Vermelha Portuguesa |
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| A vila da Nazaré conta desde o passado dia 18 com uma delegação da Cruz Vermelha Portuguesa, cuja Comissão Administrativa é presidida por Júlio Faustino, ex-vereador da autarquia. Citado numa nota à imprensa, o recentemente empossado presidente apontou como objectivo da nova entidade "intervir nos problemas sociais, na formação, no enriquecimento cultural, no apoio aos mais desfavorecidos, na saúde e na prevenção, no socorrismo e na percepção da situação das populações imigrantes", ficando desde já manifestada a disponibilidade de estabelecer parcerias com as instituições do concelho. Por agora, as prioridades são captar novos sócios, criar um corpo de voluntários e incentivar o voluntariado jovem. À autarquia foi pedido um espaço para a instalação da sede, tendo o presidente do município avançado que será possivel encontrar, dentro de pouco tempo, uma solução provisória para esta questão. Presente na vila piscatória há mais de uma década, através de um núcleo composto por voluntários, a Cruz Vermelha tem desenvolvido actividades de apoio social, distribuição de géneros e ajuda de emergência. A Comissão Administrativa da nova delegação conta agora com profissionais de diversas áreas, entre as quais a saúde, a educação e a segurança social, contribuindo para uma equipa multidisciplinar e com experiências distintas. |


O Hospital de Campanha, situado em Vale de Almas, prestou assistência a 900 pessoas, aproximadamente o mesmo número que no ano passado, disse à Lusa fonte do Moto Clube de Faro.
Segundo a mesma fonte, a maioria das assistências ficou a dever-se a males menores, como picadas de insectos e insolações, embora em dois casos tenha havido necessidade de transferência para o Hospital de Faro.
Uma mulher de 84 anos, que sofria de Alzheimer, teve que ser transferida por problemas associados à doença e outra pessoa teve também que ser assistida no Hospital de Faro devido a problemas cardíacos, acrescentou a mesma fonte.
Segundo a organização, registaram-se apenas dois casos de internamento por intoxicação alcoólica, não se tendo, de uma forma geral, registado incidentes de maior na zona do recinto e envolvente.O presidente da Câmara Municipal de Loures anunciou que não há casas para estas pessoas, mas que está disposto a patrocinar obras de melhoramento nas habitações do bairro.
Quase toda a gente ajudou a montar a estrutura temporária no pavilhão desportivo em São João da Talha em Loures. Em pouco tempo, a Cruz Vermelha Portuguesa conseguiu acomodar e alimentar todos os cerca de 200 elementos das famílias de etnia cigana que fugiram do Bairro Quinta da Fonte.
Estas pessoas concentraram-se, na segunda-feira, em frente da Câmara de Loures. Os moradores pediram novas casas fora do bairro, mas o pedido foi negado e acabaram alojados temporariamente no pavilhão.
As 53 famílias ciganas que estão no pavilhão são assistidas por 18 socorridas, divididos por três turnos diários, 12 voluntários e três assistentes sociais.
Auto Simpatia cedeu viatura ao Núcleo das Caldas
A Auto Simpatia – Comércio de Automóveis assinou um protocolo com Núcleo das Caldas da Rainha da Cruz Vermelha Portuguesa para cedência de uma viatura para as deslocações dos voluntários na realização das acções de emergência e prevenção daquela entidade.
A entrega do veículo teve lugar na passada sexta-feira. O protocolo assinado tem a cedência inicial da viatura por dois anos, renovável anualmente. Trata-se de um veículo de marca Renault Kangoo, de 2004, a diesel, de cinco lugares.
Manuel Filipe, proprietário da Auto Simpatia, acredita no trabalho da Cruz Vermelha, nomeadamente nas acções desenvolvidas pelo núcleo das Caldas. Ao ter conhecimento que necessitava de um veículo para transportar os voluntários, não podia deixar de colaborar. “Com o objectivo de ajudar esta entidade, a Auto Simpatia fez um esforço e emprestamos uma viatura do nosso stock, porque dou muito valor ao presidente da Cruz Vermelha das Caldas”, disse Manuel Filipe.
Fernando Fidalgo mostrou-se bastante satisfeito e grato com a oferta do veículo, porque era um equipamento muito necessitado. “Este veículo era muito esperado, porque trabalhamos com voluntários e precisamos de transporte para as campanhas e acções fora da cidade”, explicou.
Esta viatura irá agora dar apoio à equipa de emergência que estará em alerta nas actividades do Verão Foz 2008. Irá ainda transportar a juventude voluntária da Delegação da Cruz Vermelha das Caldas e o material necessário para a realização da campanha de prevenção dos riscos da exposição solar, especialmente dedicada aos jovens. Esta Escola do Sol irá ter lugar nas praias de S. Martinho do Porto, Foz do Arelho, Baleal e Bom Sucesso, nos meses de Julho, Agosto e Setembro, aos fins-de-semana.
Segundo Fernando Fidalgo, o núcleo candidatou-se a um projecto de ajuda à área da gerontopsicomotricidade e se for aprovado vão precisar desta nova viatura para desenvolver a acção.
Este responsável fez notar que a instituição precisa ainda de outra viatura, porque estão a estudar a hipótese de criar um consultório móvel, que permita saírem para as aldeias e fazer diagnósticos aos mais isolados.
Marlene Sousa
in.: www.jornaldascaldas.com
Festival Gerações anima Martinlongo | ||
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A associação de jovens do Nordeste algarvio Inter-Vivos organiza, nos dias 19 e 20 de Julho, o Festival Gerações em Martinlongo. O festival, que tem como objectivo a angariação de fundos para um veículo de transporte de doentes para o núcleo da Cruz Vermelha de Martinlongo, pretende atrair pessoas dos 8 aos 88 anos de idade. 16 de Julho de 2008 | 12:47 in.: www.barlavento.online.pt | ||
Pelo terceiro ano consecutivo a Delegação de Tavira da Cruz Vermelha Portuguesa promove uma Colónia de Férias (em sistema não residencial). Trata-se de uma iniciativa enquadrada nas actividades promovidas pelo Espaço 'Gira ao Sol' que, durante duas semanas, em turnos de seis dias, visa proporcionar aos mais jovens (dos 6 aos 12 anos) a oportunidade de aproveitar os dias de Verão de uma forma diferente e divertida.
Para além das diversas actividades culturais, educativas, desportivas, de praia e piscina estão incluidas as visitas a Parques Aquáticos e ao Centro de Ciência Viva de Tavira. Os grupos são acompanhados diariamente por monitores credenciados, dispondo de seguro, transportes (previstos para os locais das actividades) e alimentação.
A Colónia de Férias funciona em duas semanas consecutivas, devendo os interessados inscreve-se no turno/semana desejada. Cada semana tem um preço de 80€ por criança.
As Inscrições e respectivo pagamento são feitas na Secretaria da nossa Delegação:
As várias explosões, provocaram o pânico e levaram à evacuação de dezenas de pessoas quando as chamas cercaram as fábricas.
O fogo começou pelas 15hoo e foi declarado extintoàs 16h40. "Ouvi as explosões, saí da oficina e o cenário era dramático com as chamas muito altas a cercarem os armazéns", disse ao CM, Diamantino Maia, dono de um complexo próximo. "Chegámos a temer o pior quando vimos as chamas todas à nossa volta", afirmou José Oliveira, dono de uma fábrica de óleos reciclados, que sofreu prejuízos avultados.
O fogo fez dois feridos com queimaduras ligeiras. Um bombeiro teve de ser transportado ao hospital e um funcionário foi tratado na unidade montada pelo INEM.
Jerónimo Maia, proprietário de outro armazém contíguo, referiu ao CM que "foram os bombeiros que evitaram um desastre maior, porque se o fogo chegasse às 40 toneladas de óleo numa das fábricas ao lado o pior podia ter acontecido".
O comandante de Leça do Balio, Rogério Seabra, sublinha que a rápida intervenção dos bombeiros impediu uma tragédia. Segundo soube o CM, os químicos estariam mal acondicionados na fábrica ardida. "Quando chegámos, a situação era muito grave, disse o comandante sem explicações para o fogo.
SEM SAÍDAS DE EMERGÊNCIA
Vários proprietários de armazéns localizados na área atingida pelas chamas lançaram fortes críticas à falta de segurança na zona.Diamantino Maia, dono de uma oficina de automóveis, explicou ao CM que as diversas saídas de emergência que se encontram atrás dos edifícios estão bloqueadas, uma vez que, explicou, "estão cheias de silvas e impedem o acesso dos equipamentos dos bombeiros, por serem demasiado estreitas". Apesar das queixas, o comandante dos Bombeiros de Leça do Balio assegurou que os armazéns cumprem integralmente todos os requisitos de segurança.
MAIS DE CEM BOMBEIROS TRAVAM CHAMAS
A violência do incêndio no armazém de produtos químicos obrigou à mobilização de um grande dispositivo para combater as chamas. No total estiveram presentes 103 bombeiros de treze corporações, apoiados por trinta veículos, para além de agentes da PSP e da GNR.
O INEM e a Cruz Vermelha Portuguesa fizeram deslocar várias equipas à zona sinistrada, onde foi montado um posto médico para socorrer eventuais vítimas.
Testemunhas afirmaram que os bombeiros demoraram cerca de meia hora a chegar à zona do incidente, mas ninguém poupa elogios ao trabalho efectuado por todas as corporações. O pânico que se instalou na fase inicial do incêndio acabou por desaparecer graças à pronta actuação dos bombeiros e forças de segurança.
PORMENORES
VEREADOR NO LOCAL
Hernâni Ribeiro, vereador da protecção civil da Câmara Municipal da Maia, chegou ao local já o fogo estava circunscrito e elogiou o trabalho desenvolvido pelas corporações de bombeiros no combate às chamas.
CASO NÃO É ÚNICO
Diamantino Maia, um dos proprietários de um armazém vizinho ao que ardeu, disse ao CM que há 10 anos um incêndio tinha destruído por completo uma fábrica de algodão na mesma zona.
FUMO CHEGOU AO PORTO
Quem andava pelas ruas do Grande Porto rapidamente se apercebia de que um incêndio alastrava na zona da Maia, tal era a quantidade de fumo.