segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Fotos: A história da Unidade de Socorro de Santarém

Algumas fotos da imensa história da Unidade de Emergência de Santarém.
O meu muito obrigado á Unidade de Emergência na pessoa do seu Coordenador Local.




























sábado, 17 de janeiro de 2009

Parabéns à CVP Braga

25 anos da Cruz Vermelha

As comemorações dos 25 anos da Unidade de Emergência da delegação de Braga da Cruz Vermelha continuam hoje, pelas 15h00, na Praça da República, com a bênção de uma nova viatura medicalizada. Segue-se um simulacro, que inclui o socorro de uma vítima de acidente de viação, e o resgate em altura de outra uma vítima, que se encontrará no edifício da pastelaria "Celeste". O resgate será realizado por uma equipa de Salvamento em Grande Ângulo, constituída por 13 elementos, e vocacionada para salvamentos em edifícios e falésias.

Foto,
Publicado a 17-01-2009
in.:www.diariodominho.pt

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Notícias: CVP Setúbal assina protocolo com Câmara Municipal

Delegação de Setúbal da Cruz Vermelha
Protocolo prevê “Curso Básico de Primeiros Socorros”

Delegação de Setúbal da Cruz Vermelha
Protocolo prevê “Curso Básico de Primeiros Socorros” A Câmara Municipal de Setúbal aprovou ontem, em reunião pública, a renovação do protocolo de cooperação com a delegação de Setúbal da Cruz Vermelha Portuguesa.

O documento aprovado prevê a atribuição de uma verba de 12 mil euros à delegação de Setúbal para a realização de rastreios junto da população, a promoção de iniciativas de sensibilização no domínio da prevenção e primeiros socorros e apoio logístico em eventos culturais, sociais e desportivos promovidos pelo Município.

O protocolo prevê ainda a realização de duas acções de formação anuais denominadas “Curso Básico de Primeiros Socorros”, para funcionários camarários, educadores, professores e auxiliares de acção educativa.

Os trabalhadores municipais obtêm descontos na utilização de transportes e no posto de socorros, sendo equiparados, para o efeito, a sócios da delegação de Setúbal da Cruz Vermelha.

in.:www.rostos.pt

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Notícias: CVP Leiria em apoio aos mais necessitados

Cruz Vermelha defende levantamento de estudo sobre pessoas que vivem nas ruas


O aumento do pedido de ajuda à Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) levou a delegação de Leiria a defender a realização de um levantamento de pessoas que vivem nas ruas.
Manuel Rodrigues, coordenador da Unidade de Socorro e Transporte da CVP de Leiria, já perdeu a conta ao número de pedidos de ajuda, mas são as pessoas que dormem na rua que mais o preocupam, porque "não existe nenhum levantamento que possa ir ao seu encontro e ajudá-los".
"As pessoas existem e, em alguns casos, pode ser fácil conseguir revertê-las, apenas porque precisam de compreensão", referiu ao nosso jornal.
O que existe, explicou, não é uma lista oficial, mas um documento com dados sobre pessoas que, "por uma razão ou outra, têm dormido na rua".
Manuel Rodrigues deixa em aberto a possibilidade de o levantamento ser realizado por qualquer entidade de Leiria.
Entretanto, as várias campanhas que a Cruz Vermelha Portuguesa tem promovido ao longo do ano têm permitido dar algum apoio à população, mas Manuel Rodrigues afirma ser insuficiente, porque "os pedidos de ajuda estão a aumentar".
Umas das campanhas que tem permitido melhorar a qualidade de vida da população, sobretudo dos seniores, é a 'Causa Maior', promovida pela Modelo, e que, este ano, angariou 400 mil euros na campanha do Natal.
Em 2007, o projecto angariou 330 mil euros, apoiando perto de 80 mil seniores, através de cirurgias, equipamentos técnicos, acções de formação, rastreios e equipamentos informáticos e desportivos.
A verba angariada no Natal de 2008 será distribuída, este ano, pelas delegações da CVP, através de equipamentos ou outros artigos. Para Leiria, Manuel Rodrigues dá prioridade às pessoas mais carenciadas, que "têm batido à porta a pedir comida, roupa e bens de primeira necessidade".
Caso a verba assim o permita, o desejo dos voluntários da CVP de Leiria passa pela aquisição de vários equipamentos, como um monitor de sinais vitais, equipamentos de trauma e de primeira abordagem.

in.: www.diarioleiria.pt

Notícias: CVP assina protocolo com Associação de Combatentes

Cruz Vermelha e Associação Combatentes do Ultramar assinam protocolo

A Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) e a ACUP - Associação Combatentes do Ultramar Português assinam, no dia 16 de Janeiro, um protocolo de colaboração. O objectivo é promover a dignificação dos antigos combatentes que se encontrem abandonados socialmente, em situação de sem-abrigo, alcoolismo e toxicodependência.

No âmbito deste protocolo e, de acordo com as suas missões, as entidades irão planear e desenvolver acções coordenadas e tendentes a realizar um rastreio, de âmbito nacional, dos Antigos Combatentes, muito concretamente na situação de sema-abrigo.

A procura sistemática de soluções, para as situações detectadas, será o foco de acção da CVP e da ACUP, visando proporcionar aos antigos combatentes dignidade humana e capacidade de realização pessoal.

Estes serão integrados, sempre que possível, na comunidade. E quando necessário, vão ser encaminhados para instituições de recuperação, internamento e apoio social.

A cerimónia de assinatura do protocolo decorre na Biblioteca do Palácio dos Condes d’Óbidos (Sede Nacional da CVP, junto ao Museu Nacional de Arte Antiga, nas Janelas Verdes), em Lisboa, às 16h00.

in.:www.ciberjunta.com

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

CVP em acção: Explosão de casa no Funchal, Madeira

Explosão num prédio provoca um ferido grave

Um homem sofreu ontem queimaduras na cabeça, face e mãos em consequência de uma explosão numa arrecadação de um prédio, na Rua dos Arrependidos, zona do Pombal, no Funchal. A vítima, de 50 anos, foi assistida no local pela EMIR e pelos bombeiros (BVM) e encaminhada para o hospital, encontrando-se livre de perigo de vida. A Cruz Vermelha Portuguesa compareceu no local com uma ambulância.
Segundo se falava no local, parte do prédio é habitado por pessoas “sem-abrigo”, desconhecendo-se ainda a origem da explosão que provocou, para além das queimaduras no homem, apenas a deslocação de duas portas sem causar outros danos. A primeira intervenção coube à PSP e depois à Polícia Judiciária no âmbito das investigações.

in.: www.jornaldamadeira.pt

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Notícias:Vaga de frio, actuação CVP NO Algarve

Sistema de apoio de prevenção contra o frio recolhe alguns sem-abrigo para tendas em Faro


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Os três graus de temperatura mínima sentidos no Algarve levaram as autoridades locais a criar um sistema de apoio na prevenção contra o frio, encaminhando população de rua para tendas.

Em declarações à Agência Lusa, a governadora civil de Faro Isilda Gomes referiu que existiram algumas situações pontuais na noite passada, mas nada de grave.

Na tenda montada em Faro, junto às instalações dos bombeiros municipais, José Herculano, um ex-recluso de 49 anos, pediu ajuda para enfrentar o frio através da linha de emergência social "144" e através, da Cruz Vermelha, conseguiu um lugar na tenda em Faro.

A tenda tem capacidade para receber 12 utentes com dormida quente, enquanto as refeições são feitas no refeitório da Santa Casa da Misericórdia, o banho quente pode ser tomado nas instalações do MAPS (Movimento de Apoio à Problemática da SIDA) e a roupa é fornecida pela Cruz Vermelha.

"Foi o medo do frio que me levou a pedir ajuda", declarou à Lusa o sem-abrigo, que está desempregado desde que saiu da prisão e que passou esta noite a beber chá quente e uma cama com o "kit" de almofada e cobertores na tenda de Faro.

Em Loulé, também pernoitaram no centro de atendimento montado pela autarquia, em Quarteira, três pessoas.

As três pessoas foram recolhidas das ruas pela equipa que iniciou quarta-feira rondas pelos locais onde habitualmente se concentram os sem-abrigo ou pessoas desfavorecidas naquele concelho algarvio.

Segundo disse à Lusa o coordenador da Protecção Civil Municipal, em Loulé - onde também foi montado um centro -, foram identificadas duas pessoas, que habitam em casas degradadas com a autorização dos proprietários, mas não quiseram acompanhar a equipa.

"O dispositivo vai estar montado até domingo e todas as noites vamos fazer rondas por Almancil, Quarteira e Loulé", disse João Lima, acrescentando que as pessoas recolhidas pelos serviços são desempregadas e duas nem sequer são naturais do Algarve.

Os dois centros montados pela autarquia têm todas as condições de aquecimento e conforto para que a população desfavorecida possa pernoitar, sendo igualmente fornecidos alimentos e bebidas quentes, como forma de prevenir casos de hipotermia.

A Santa Casa da Misericórdia de Faro estabeleceu, recentemente, por seu turno, um protocolo com a autarquia farense para fornecer refeições quentes aos mais desprotegidos, que também podem utilizar os balneários das instalações da Santa Casa para fazer a higiene com água quente.

Segundo o provedor da Santa Casa da Misericórdia Candeias Neto, têm aparecido cada "vez mais pessoas no refeitório social e com muita fome".

"São pessoas que passam o dia inteiro sem comer e chegam a repetir quatro e cinco vezes o prato de sopa", contou Candeias Neto, sublinhando que quem procura o refeitório social já não são apenas os sem-abrigo ou toxicodependentes, mas também pessoas em situação de carência, como imigrantes do Leste europeu e desempregados.


in.: www.barlavento.online.pt

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Notícias: Vitória de Guimarães com equipas da CVP em prevenção nos jogos

Vitória cessa relação com Bombeiros e critica presidente daquela instituição

O Vitória cessou a relação de prestação de serviços que mantinha com a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Guimarães. Segundo o clube, está em causa a posição assumida pela sua Direcção dos bombeiros, que é acusada de não ter respeitado o Vitória.

De acordo com um comunicado assinado pela Direcção do Vitória, esta tomada de posição deve-se a “divergências insuperáveis com a Direcção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Guimarães, concretamente das posições tomadas pelo seu Presidente junto da Direcção” do clube. Tudo terá começado no Verão, quando o Vitória recebeu a indicação daquilo que considera ser um “aumento exorbitante da tabela de preços dos serviços prestados, na ordem dos 60% em relação aos preços anteriormente praticados”, e culminou, na semana passada, com “uma posição intransigente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Guimarães em não prestar mais serviços ao Vitória” caso o clube não pagasse os serviços vencidos e não pagos dos meses de Outubro e Novembro de 2008.
O Vitória reconhece a dívida, mas garante ser cumpridor, “mesmo que por vezes o faça com algum atraso, como foi o caso”, pode ler-se no comunicado. Contudo, o clube deixou ficar bem claro que não admite que um atraso no pagamento, após 60 dias da realização do serviço, origine uma posição de ruptura e de ameaça” por parte do Presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Guimarães.” Aliás, de acordo com informações confirmada junto da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Guimarães, o Vitória liquidou esta manhã as verbas em falta. Contactado pela Rádio Santiago, Luís Mário, Presidente da instituição, não quis comentar o assunto, considerando que a posição revelada pelo Vitória “corresponde a 90 por cento da verdade dos factos.”
Os serviços até agora prestados pelos voluntários vimaranenses foram entregues à Cruz Vermelha Portuguesa - Delegação de Guimarães, que já esteve presente no jogo de ontem à noite entre Vitória e Benfica.

in.: www.guimaraesdigital.com

Notícias: Vaga de frio em Portugal, o apoio da CVP

Portugal vai continuar a acordar gelado até sábado

Cinco distritos em alerta laranja devido a vaga de frio polar

08.01.2009 - 08h43
PÚBLICO, (com Lusa)

Todos os distritos de Portugal Continental estão hoje sob aviso devido ao frio. De acordo com o Instituto de Meteorologia (IM), 13 dos distritos de Portugal Continental estão sob alerta amarelo, o terceiro nível da escala e os restantes cinco, Braga, Guarda, Castelo Branco, Beja e Évora acordaram com alerta laranja, o segundo nível de alerta. Nas ilhas o IM não prevê nenhuma situação meteorológica de risco.

O tempo frio que se tem verificado esta semana deve-se a uma massa de ar polar inserida na circulação de um anticiclone localizado nas ilhas britânicas. E segundo as previsões a descida de temperatura vai permanecer até sábado, altura em que se prevê uma subida dos termómetros.

As temperaturas mínimas mais baixas ocorrem em Bragança, com menos nove graus, e na Guarda, com menos oito, onde a Cruz Vermelha Portuguesa distribuiu cobertores à população necessitada. Em Castelo Branco, Portalegre e Évora as mínimas são de três graus negativos.

A oscilação térmica prevista para hoje no Porto é de oito graus (temperatura máxima) e menos dois (temperatura mínima), em Lisboa de oito e um grau negativo e em Faro de 10 e três graus.

A região do Algarve é a única do país onde as temperaturas máximas chegam aos dois dígitos, com 11 graus em Sagres e 10 em Faro.

Entre 15 a 20 pessoas pernoitaram na tenda instalada no quartel dos Sapadores Bombeiros de Lisboa devido ao frio, enquanto a linha de emergência foi mais utilizada por quem pretende oferecer agasalhos, disse hoje fonte da autarquia.

Por causa do frio, a câmara de Lisboa accionou em conjunto com os bombeiros, Cruz Vermelha Portuguesa e Protecção Civil um plano de contingência para a população em risco instalando uma tenda no Regimento Sapadores Bombeiros e criando uma linha de emergência (213 944 481).

Apoio a sem-abrigo

Durante a noite foi dado apoio aos sem abrigo junto às estações de Metro de Sete Rios e Baixa Chiado e ainda em Santa Apolónia e Saldanha.

As equipas de rua são formadas por elementos da Câmara de Lisboa, Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, e pelas organizações Novos Rostos Novos Desafios, Cruz Vermelha Portuguesa, Legião da Boa Vontade, Movimento ao Serviço da Vida e Comunidade Vida e Paz.

Os Sapadores do Porto encaminharam esta noite "pelo menos seis" pessoas sem-abrigo para uma casa disponibilizada pela autarquia, no âmbito de um plano para enfrentar a vaga de frio que se faz sentir.

Em declarações à Lusa, o subchefe António Mendonça, dos Bombeiros Sapadores do Porto, disse que na ronda, que se iniciou cerca das 22h15 de quarta-feira e terminou perto da 1h00 de hoje, foram também distribuídos leite, sandes e cobertores.

A ronda dos Sapadores, que se insere no plano elaborado pela autarquia portuense para apoiar os sem-abrigo nesta vaga de frio, deverá repetir-se nas duas próximas noites, podendo prolongar-se caso a temperatura se mantenha muito baixa.


in.: www.publico.pt

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Notícias: Delegação Local de Setúbal assaltada


Instalações da Cruz Vermelha vandalizadas

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Ladrões levaram computador de apoio à Linha 144

A delegação da Cruz Vermelha Portuguesa, no largo da Misericórdia, foi assaltada. Os gabinetes foram virados do avesso e das gavetas “voaram” cerca de 500 euros. O único computador furtado foi o de apoio à Linha 144, e os casos sociais lá guardados só não se perderam porque os técnicos faziam as cópias dos relatórios.

Teodoro João

red.teodoro@osetubalense.pt

Na manhã de anteontem, agentes da PSP e inspectores da Polícia Judiciária estiveram nas instalações da delegação setubalense da Cruz Vermelha Portuguesa (CVP), sita no largo da Misericórdia, na tentativa de encontrar vestígios tendentes a descobrir a autoria do assalto, perpetrado durante o fim-de-semana.

Segundo o presidente desta delegação da CVP, o assalto terá ocorrido, provavelmente, na madrugada de domingo e “pela porta principal”, com frente para o largo da Misericórdia. Já a saída dos meliantes terá acontecido pela porta lateral, na rua da Velha Alfândega.

“Todas as secretárias dos gabinetes administrativos, médicos e até o salão nobre, foram revirados do avesso,” explicou ao nosso jornal o coronel Pontes Miquelina, que calcula entre “400 e 500 euros” o dinheiro furtado. “Até as pequenas moedas de cêntimo desapareceram das gavetas,” acrescenta.

O responsável pela delegação sadina da Cruz Vermelha Portuguesa assegura que o único computador furtado foi aquele que tinha ligação directa com a Linha 144, na sequência de um recente acordo celebrado entre a Segurança Social e a Cruz Vermelha Portuguesa, e que pretende o desenvolvimento de acções de apoio e encaminhamento das situações de emergência social da Linha 144.

Diga-se que a Linha Nacional de Emergência Social 144 visa dar resposta a pedidos de emergência social, destinada a ajudar vítimas de violência doméstica, crianças ou jovens em perigo e sem-abrigo em situações de abandono.

Todas as chamadas para a Linha 144 vão directamente para a central da Segurança Social, em Lisboa, onde uma equipa constituída por técnicas superiores da Segurança Social procedem à triagem das situações e, de acordo com a especificidade e localizações das mesmas, fazem o encaminhamento para as equipas distritais de emergência.

Zélia Carriço, coordenadora da equipa de Setúbal da Cruz Vermelha Portuguesa assegurou a «O Setubalense» que os dados informáticos contidos no computador furtado, “não se perderam totalmente”, justificando possuir um “suporte em papel, precisamente por uma questão de segurança.” Sobre o porquê de ser aquele o (único) computador furtado, a técnica atribui ao facto de “se tratar de um modelo recente.”

Aquela responsável adiantou, entretanto, que no mês de Novembro (início de actividade), Setúbal registou 18 casos; em Dezembro, 17 situações, e apenas no primeiro dia deste novo ano, 5 casos.

“Em primeiro lugar estão situações de violência doméstica, seguido de situações de sem-abrigo e de crianças/jovens em risco,” salientando que o distrito de Setúbal encontra-se na terceira posição relativamente ao maior número de situações denunciadas, depois dos distritos de Lisboa e Porto.


in.: www.osetubalense.pt

Notícias: Apoio da CVP, na vaga de frio em Lisboa

A partir desta quarta-feira, os sem abrigo vão poder deslocar-se a um espaço de emergência no quartel do Regimento de Sapadores Bombeiros, na Avenida D. Carlos I, onde será montada uma tenda e onde vão ser distribuídos agasalhos e alimentos fornecidos pela Cruz Vermelha Portuguesa.

O plano de contingência, em Lisboa, envolve quinze serviços do município, além de Organizações não Governamentais (ONG), polícia e bombeiros.

No Porto, o vereador da Protecção Civil acredita que as medidas previstas pelo município serão suficientes para dar resposta às necessidades dos sem-abrigo.

«Para estas situações temos procedimentos que são accionados, nomeadamente a distribuição por parte dos batalhão de sapadores de bombeiros de cobertores, de uma bebida quente e de uma refeição ligeira. Temos ainda a disponibilidade de uma casa junto da Sé que disponibilirá doze camas, mas que reencaminhará todos aqueles que pretendam abrigar-se para outros locais», adiantou à TSF o vereador da Protecção Civil.

«E existe ainda uma colaboração com a empresa Metro do Porto, no sentido desta poder abrir estações para abrigar os sem-abrigo», acrescentou.

Quem estiver interessado em doar alimentos ou roupa quente pode fazê-lo na junta de freguesia da área de residência.


http://tsf.sapo.pt/

Notícias: Simulacro dos 25 anos da Delegação de Braga













Sábado, dia 17 de Janeiro, pelas 15:30, vai realizar-se em Braga, mais concretamente na Avenida Central, perto da Arcádia (Café Astória e Café Viana) e MacDonalds, um simulacro da Unidade de Socorro da Cruz Vermelha Portuguesa, Delegação de Braga, no âmbito das Comemorações dos 25 anos desta Unidade. Este simulacro visa mostrar a todos os que queiram assistir, as actividades que a Unidade de Socorro desenvolve bem como as equipas que temos para apoio à comunidade em que estamos inseridos.
Assim , poderão passar por Braga neste dia para conheceres esta Unidade de Socorro e as actividades que desenvolvem. Estaremos à vossa espera com um sorriso :):):)
Ficam aqui também as coordenadas para os GPS caso necessitem: 41º33’04.41”N 8º 25’22.59”W.

in.: www.hi5.com

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Notícias: Afinal o que é Emergência Social ?

Cruz Vermelha está a assumir atendimento a casos de emergência social

Ana Cristina Pereira, in Jornal Público

Casos da linha 144 eram atendidos pela Segurança Social; a transferência começou a 1 de Novembro


A Cruz Vermelha já assumiu uma responsabilidade que antes pertencia à Segurança Social: ao ligar para a Linha Nacional de Emergência Social (144) por causa de um idoso perdido ou de uma criança em perigo, será uma equipa da Cruz Vermelha Portuguesa que irá ao terreno.

A Linha de Emergência Social é um serviço público que funciona 24 horas por dia, 365 dias por ano. No 144 cabem situações de emergência, isto é, que carecem de actuação imediata (um prédio ruiu, as pessoas têm que ser alojadas, por exemplo). E situações de crise, isto é, que admitem uma margem (o agregado tem ordem de despejo no final do mês e vai ficar sem sítio para residir).

Perante um problema deste género, o operador transfere a chamada para a equipa central da Segurança Social. De acordo com a problemática e com a localização geográfica, a equipa central acciona uma equipa distrital de emergência social. "Desde 15 de Outubro, as equipas da Cruz Vermelha sobrepõem-se às do Instituto de Segurança Social [ISS]", elucida o presidente daquela instituição humanitária, Luís Barbosa. "A 1 de Novembro, começaram a actuar com alguma independência."

O protocolo foi assinado a 1 de Junho. "É uma entrada suave", diz o presidente do ISS, Edmundo Martinho. "Durante os primeiros meses haverá acompanhamento" das equipas técnicas que desde 2001 prestavam aquele serviço e que assumirão "progressivamente" outras tarefas.

"Proximidade"

Quem presta este socorro em nome da Cruz Vermelha "tem formação superior", garante Martinho. O trabalho não requer uma "especialização elevadíssima": "Estamos a falar, por exemplo, de ir buscar uma criança e levá-la a um centro de acolhimento temporário".

Na sua opinião, o serviço ganha "proximidade e capacidade": "Em vários distritos a Cruz Vermelha tem mais de um núcleo, o que traz proximidade", indica Martinho. O presidente do ISS está a pensar em casos como "Faro, que tem três núcleos". Mas, pelo menos para já, haverá apenas uma equipa por distrito, "que será activada quando for necessário", esclarece Luís Barbosa.

Algumas delegações estão a avançar com reticências. Questionam-se sobre a possibilidade de fazer aquele trabalho mediante os valores protocolados com o Estado. Falam em experimentar até Dezembro e na necessidade de manter uma abertura para reajustes. Luís Barbosa desvaloriza: "O dinheiro é sempre pouco para quem tem de prestar o serviço e é sempre muito para quem tem de o gastar." O mais importante é que as equipas já estão no terreno e "não tiveram um problema que não tivesse sido resolvido de forma positiva".

No ano passado houve 657 processos de crise e 2395 processos de emergência. Há quem ligue só para se aconselhar, mas também quem tenha fugido de casa com os documentos e a roupa do corpo e precise de alojamento o mais depressa possível.

in.: http://reapnimprensa.blogspot.com/

domingo, 4 de janeiro de 2009

Notícias: CVP Santarém com instalações degradadas



Cruz Vermelha entre ruínas

A Delegação de Santarém da Cruz Vermelha Portuguesa funciona há 15 anos em instalações provisórias, no antigo Campo da Feira, sem as mínimas condições de trabalho para os 47 voluntários que ali prestam serviço.

É nesta quadra festiva que o voluntariado assume maior visibilidade, no apoio aos mais carenciados, mas falta ainda o devido reconhecimento da sociedade ao trabalho que os voluntários realizam ao longo de todo o ano. "Esta minha iniciativa deve-se a um sentimento de revolta interior pelo facto de se dar pouca importância ao voluntariado, exceptuando estas quadras natalícias", escreveu-nos um nosso leitor, voluntário da Cruz Vermelha Portuguesa, dando-nos conta das condições deploráveis das instalações da Unidade de Socorro de Santarém da Cruz Vermelha Portuguesa.

O quartel funciona nas antigas instalações dos Dadores de Sangue, no Campo Emílio Infante da Câmara, entre as ruínas da antiga Feira do Ribatejo. A porta está sempre aberta, 24 horas sobre 24 horas, todos os dias do ano. A Cruz Vermelha de Santarém mantém sempre um piquete de serviço com quatro voluntários divididos em duas equipas.

Grande parte do trabalho dos voluntários consiste no transporte de doentes para os hospitais e clínicas, assim como os serviços para o INEM, dispondo a Unidade de voluntários com formação de socorristas.

O comandante da Unidade Fernando Lucas mostra-nos as deploráveis instalações em que os voluntários prestam serviço. "Estamos aqui há 15 anos nestas instalações provisórias, à espera da construção do novo quartel, para o qual a Câmara Municipal de Santarém cedeu na época um terreno, na Avenida Bernardo Santareno", afirma o comandante Lucas.

São notórias as deficientes condições do quartel. A camarata é um cochicho, com meia dúzia de metros quadrados onde se conseguiu encavalitar um beliche e uma cama.

"Só temos espaço para uma camarata, que tem de ser mista, e como se vê, e passamos um frio de rachar no Interno e um calor de abrasar no Inverno, porque o edifício não foi feito para habitação", afirmou.

No pequeno edifício, resta pouco espaço para a sala de lazer e de formação, igualmente sem as mínimas condições de conforto.

À falta de uma garagem, as quatro ambulâncias da Delegação arrumam-se na rua em frente. "Já nos partiram vidros das ambulâncias e roubaram-nos rádios". É certo que as ambulâncias que prestam socorro às populações já contam muitos e muitos quilómetros, e já não oferecem as melhores condições de conforto para transportar doentes para Lisboa, por exemplo, mas têm as revisões adequadas e cumprem a sua missão com segurança.

Falta agora as entidades responsáveis apoiarem quem ajuda a população e darem o apoio necessário à construção do velho sonho do quartel da Cruz Vermelha.

Edifícios devolutos do Estado
podem servir de quartel da Cruz Vermelha

A delegação de Santarém da Cruz Vermelha tem realizado diversos contactos com organismos do estado que dispõem de edifícios devolutos na cidade que poderiam ser adaptados para acolher o quartel da Unidade da Cruz Vermelha, dotando-a das condições mínimas de habitabilidade e operacionalidade que actualmente não dispõe. Foi pedida a cedência do antigo depósito de material da JAE Junta Autónoma das estradas (actual Estradas de portugal) que está abandonado há quase 20 anos, e que mediante algumas obras poderia resolver o problema da Cruz Vermelha. Outra solução seria a cedência que uma pequena parcela do quartel da PSP que tem uma grande área desocupada, ou da Escola Prática de Cavalaria que vão passar para a posse da Câmara Municipal de Santarém.

"CCDRLVT tanto adiou financiamento
que se acabaram as verbas para o novo quartel"

"Nestes três anos que levo de presidente da direcção da Cruz Vermelha de Santarém, o projecto de construção do novo quartel tem sido sucessivamente adiado, de três em três meses, pela CCDR-LVT Comissão de Coordenação de Lisboa e Vale do Tejo", afirmou a O Ribatejo José Júlio Eloy.

"Pior do que os sucessivos adiamentos, sempre com o mesmo argumento de falta de verba, recebemos agora uma carta assinada pelo chefe da delegação sub-regional do Vale do Tejo, Carlos Fernandes, a dizer-nos que não tendo sido aprovado financiamento para a candidatura da delegação de Santarém da Cruz Vermelha, a mesma se considera retirada", adiantou-nos o presidente da direcção da Delegação de Santarém da Cruz Vermelha.

A direcção da Cruz Vermelha já deu conta ao presidente da Câmara de Santarém desta situação que inviabiliza a construção do novo quartel no prazo definido pela Câmara, aquando da cedência do terreno á cruz Vermelha, na Avenida Bernardo Santareno.

"Pedimos uma reunião com o presidente da Câmara, Dr. Moita Flores, para analisarmos este problema e procurarmos em conjunto as melhores soluções para este problema que não se pode arrastar", disse José Júlio Eloy. "Esta direcção está esperançada de que os contactos que estamos a fazer com o presidente da Câmara Municipal vão permitir desbloquear a situação".

in.: www.oribatejo.pt/


Notícias: Novas instalações da Delegação Local em Nazaré

Cruz Vermelha instala-se na Nazaré



Criada no passado mês de Julho, a Delegação da Nazaré da Cruz Vermelha Portuguesa viu recentemente ser-lhe cedido um local para instalar a sua sede pela autarquia, num imóvel localizado na Avenida de Olivença.
Alugado há vários pelos município nazareno, o edifício onde vai funcionar a Cruz Vermelha local já albergou diversos serviços, entre os quais a antiga Delegação Escolar. À Cruz Vermelha foi agora cedido, a título gratuito, o direito de utilização do rés-do-chão do imóvel.
Munida de espaço para instalar a sua sede, a entidade tem como prioridades captar novos sócios, criar um corpo de voluntários e incentivar o voluntariado jovem. Os principais objectivos são a intervenção no apoio aos mais desfavorecidos, na saúde e na prevenção, no socorrismo e na percepção da situação das populações imigrantes.
Presente na vila piscatória há mais de uma década, através de um núcleo composto por voluntários, a Cruz Vermelha tem desenvolvido actividades de apoio social, distribuição de géneros e ajuda de emergência.


in.: www.gazetadascaldas.com

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Notícias: CVP Madeira em prevenção

Noite do Mercado preparada ao pormenor
Miguel Albuquerque apela ao recurso aos transportes públicos e à diminuição do lixo
Data: 22-12-2008

A Noite do Mercado do Funchal está já preparada em termos de logística e de segurança. Em conferência de imprensa, esta manhã, na Câmara Municipal do Funchal, Miguel Albuquerque apelou para que, na noite que mais pessoas movimenta na baixa citadina, a população recorra especialmente aos transportes públicos (gratuitos nesta data) e que procure diminuir o lixo.

O edil referiu também que, a partir das 18 horas do dia 23, a Rua Dr. Fernão de Ornelas, a Rua dos Profetas, a Rua do Oudinot, a Rua do Hospital Velho, a Rua da Infância (até à Praça de Tenerife), a Rua da Casa da Luz e a Rua Visconde do Anadia a Sul da Ponte do Carmo, encerram ao trânsito patra dar lugar à colocação da venda ambulante. O trânsito automóvel na Rua Bela de São Tiago a partir da Rua Aspirante Mota Freitas funcionará apenas no sentido descendente.

Para que as pessoas evitem trazer o automóvel para a zona do mercado, os parques de estacionamento estarão abertos 24 horas, sendo que o valor por hora, entre as 19 horas do dia 23 e as 8 horas do dia 24, será de 30 cêntimos. Serão disponibilizados 3.134 lugares de estacionamento nos parques do Almirante Reis, Santiago, Anadia, Campo da Barca, São João e, este ano pela primeira vez, do Dolce Vita.

Para efectuar a segurança serão posicionadas ambulâncias em locais de fácil saída, e estarão disponíveis equipas dos Bombeiros Voluntários e Municipais e também da Cruz Vermelha Portuguesa. A Polícia de Segurança Pública disponibilizará um total de 50 elementos para gerir o trânsito e a segurança.

Ana Luísa Correia

in.: www.dnoticias.pt

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Notícias: Cruz Vermelha Portuguesa - Madeira

Responsável pela coluna de socorro aponta para o próximo ano
Cruz Vermelha terá mais uma ambulância

O responsável pela Coluna de Socorro da Cruz Vermelha na Madeira, Rui Nunes, diz que aquela instituição deverá ter mais uma ambulância de socorro no próximo ano.
Actualmente, tal como revelou, a Cruz Vermelha dispõe de três ambulâncias de socorro e uma para transporte, meios que, na sua opinião, em determinadas situações são poucos.
De acordo com Rui Nunes, neste momento, a Cruz Vermelha Portuguesa na Madeira conta com 140 a 150 voluntários, 40 dos quais enfermeiros, muitos deles recém-formados.
Segundo referiu, o número de voluntários está, neste momento, à medida das necessidades do serviço. Tal como afirmou, «estávamos a necessitar de alguns voluntários, porque as solicitações são muitas, em especial aos fins-de-semana», situação que ficou estável com os 34 jovens que assumiram o “Compromisso de Fidelidade” este sábado.
Com os novos membros, Rui Nunes diz que os voluntários passaram a ficar mais folgados também. Pois, «até agora, os voluntários faziam quase um serviço por semana e, assim, vai folgar um bocadinho mais a escala».
Quanto às solicitações, Rui Nunes diz que o número de pedidos varia muito de noite para noite. Mas, em média, «temos seis ou sete serviços por noite, com maior incidência aos fins-de-semana. Normalmente, nas noites de sexta para sábado e de sábado para domingo, esse número aumenta para 14 a 15 serviços».
Além das chamadas de socorros, Rui Nunes diz que a Cruz Vermelha Portuguesa na Madeira presta ainda apoio à «realização de diversos eventos desportivos, concertos musicais, entre outros, em que há fins-de-semana em que envolvemos entre 40 a 50 voluntários».

Equipas compostas por cerca de 10 elementos

Normalmente, de acordo com Rui Nunes, «estão de serviço entre oito a 10 voluntários de serviço, entre socorristas e enfermeiros».
As equipas de socorro da Cruz Vermelha Portuguesa na Madeia contam, na sua constituição, com um enfermeiro.
Os enfermeiros, segundo referiu o responsável pela coluna de socorro da Cruz Vermelha Portuguesa acedem ao voluntariado, pois «é uma maneira de se integrarem, ou começarem a ter alguma experiência na área da emergência pré-hospitalar».
Neste momento, tal como revelou Rui Nunes, a maior parte dos enfermeiros que integram as equipas de socorro da Cruz Vermelha Portuguesa na Madeira «são recém-formados. Depois, fazem um curso interno destinado a esse efeito e, a partir daí têm a sua prática nas ambulâncias, o que, para eles, é também benéfico, na medida em que isso lhes vai dar também uma mais-valia em termos de formação futura».

in.: www.jornaldamadeira.pt

Notícias: Dispositivo de Protecção e Socorro na Serra da Estrela

20/12/2008
Foi apresentado o dispositivo integrado de protecção e socorro da Serra da Estrela

A Autoridade Nacional de Protecção Civil inaugurou, esta sexta-feira, numa cerimónia presidida pelo Secretário de Estado da Protecção Civil, José Luís Medeiros, as novas instalações permanentes do Grupo da Guarda da Força Especial de Bombeiros. A cerimónia incluiu a homologação do protocolo outorgado entre a ANPC e a Câmara Municipal da Guarda, que possibilitou a existência deste novo espaço e a visita às novas instalações. Estas, "são uma mais valia, uma vez que as anteriores não reuniam condições", segundo Antonio Fonseca, Comandante Distrital da Protecção Civil. Numa segunda fase, o Centro Distrital de Operações e Socorro pode também vir a ser integrado nestas novas instalações.
Foi também apresentado o Dispositivo Integrado de Protecção e Socorro na Serra da Estrela, para protecção das pessoas e bens que se desloquem a esta região em busca de convívio, lazer, aventura, neve e ambiente saudável, que se vai manter de 20 de Dezembro de 2008 a 26 de Abril de 2009. "Este dispositivo vai permitir uma maior prontidão dos bombeiros no socorro", disse o comandante distrital. Este dispositivo, abrange os Comandos Distritais de Operações de Socorro da Guarda e Castelo Branco, envolve, ainda, os seguintes agentes de protecção civil: corpos de bombeiros na área de intervenção, o grupo de montanha da GNR, o INEM, Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade, Instituto de Meteorologia,– Estradas de Portugal, Cruz Vermelha Portuguesa e outras entidades publicas ou privadas que colaborem nestes distritos

in.: www.radioelmo.com

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Notícias:Brigadas Solidárias no Centro Comercial Colombo

"Brigadas Solidárias" no Colombo e pela Cruz Vermelha
CENTRO COLOMBO CRIA "BRIGADAS SOLIDÁRIAS" A FAVOR DA CRUZ VERMELHA PORTUGUESA

De 6 a 12 de Dezembro, das 10h00 às 22h00, na Praça do Equador, Piso 1, o Centro Colombo convidou todos os seus lojistas e visitantes, em solidariedade para com a Cruz Vermelha Portuguesa, a participarem na iniciativa "Brigadas Solidárias", uma acção de recolha de bens alimentares com validade superior a um ano, artigos para a casa, artigos de higiene, roupa, calçado, brinquedos e tendas.

Numa época como o Natal, o Centro Colombo, através da generosidade dos seus lojistas e do apelo aos seus visitantes não quis deixar de oferecer um presente a quem mais precisa. Desta forma uniu os seus esforços à Cruz Vermelha Portuguesa, na recolha de artigos para stock de emergência.

O stock de emergência da Cruz Vermelha Portuguesa é utilizado no Apoio Social a pessoas e famílias carenciadas e na resposta a situações de emergência decorrentes de catástrofes (tempestades, vagas de frio/calor, inundações, terramotos, pandemias, incêndios, deslizamentos de terras, entre outros).

Os visitantes do Centro Colombo poderam ainda encontrar, todos os dias, demonstrações de Primeiros Socorros, com a duração de 10 a 15 minutos, e medições à tensão arterial, às 15h00, 17h00, 19h00 e 21h00, na Praça do Equador, Piso 1.

Para dia 9 de Dezembro, a partir das 18h00 esteve preparada uma surpresa especial, com a participação de figuras públicas conhecidas, formando a "Brigada Solidária" convidadas que gentilmente se associaram a esta iniciativa e que recolheram artigos nas lojas Onara, Lacoste, Gerard Darel, Timberland e Sephora, algumas das muitas lojas do Centro Colombo que permitiram tornar esta campanha uma realidade.

Segundo António Manuel Bettencourt, Director do Centro Colombo, "Para o Centro Colombo é um grande prazer organizar e galvanizar esta iniciativa, pois por sermos o maior Centro Comercial da Península Ibérica e um dos maiores da Europa, com uma variedade de lojas inigualável, consideramos importante ser activos no apoio a instituições sociais e desenvolver, junto da nossa comunidade local, acções que lhes permitam ajudar aqueles que mais precisam».

in.: www.universia.pt

Pub.: Pulso Oxímetro de dedo


Boas,

Informamos os interessados que haverá em breve novos pulso-oxímetros de dedo disponíveis para venda.

Poderão dirigir um email para:

spo2.pt@gmail.com


informando nome, email de contacto, localidade de origem e número de unidades a adquirir, serão posteriormente dadas informações sobre o valor e forma de pagamento do item.

Atenciosamente
equipa SPO2.PT@gmail.com

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Notícias: CVP Águeda protocola acolhimento de emergência com Câmara Municipal

A Câmara Municipal assinou um protocolo com a Delegação de Águeda da Cruz Vermelha Portuguesa tendo como objectivo «a cooperação na integração e acolhimento de pessoas em situações de emergência/calamidade pública».

A parceria envolve contornos inovadores, pois não se conhece nenhuma prática semelhante entre autarquias e organizações de solidariedade social. Permite optimizar os recursos das duas instituições, tendo em vista o bem-estar das populações do concelho em situações extremas. Assim, havendo situações que necessitem de uma intervenção urgente e inadiável, junto de pessoas com carência legitimamente justificada, que fiquem sem abrigo e/ou sem suporte familiar ou institucional, a Cruz Vermelha assegure o acolhimento das pessoas, o apoio psico-social e a satisfação das necessidades básicas - alimentação, higiene, cuidados de saúde -, de forma temporária, até se encontrar resposta mais adequada ao caso.
A ajuda vai até ao máximo de oito pessoas, em situação de carência legitimamente justificada e a Câmara Municipal compromete-se a comparticipar anualmente com 5.000 euros.

in.: www.soberania do povo.pt

Notícias: Instalações alternativas para central de emergência CVP em Viseu

Protecção Civil: Cruz Vermelha de Viseu terá sala de emergência para catástrofes alternativa à de Lisboa

Viseu, 21 Nov (Lusa) - A delegação de Viseu da Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) deverá ficar dotada até ao final de 2009 com uma sala de emergência para catástrofes alternativa à da sede, em Lisboa, disse à Agência Lusa o seu presidente.

António Bento, que ocupa o cargo de presidente da delegação de Viseu da CVP desde Maio de 2006, explicou que a cidade beirã foi escolhida por ser aquela "que tem menos sismicidade a nível nacional".

"Tendo uma cidade dotada dessa particularidade a nível geológico, vamos instalar uma alternativa a Lisboa da sala de emergência para catástrofes", sublinhou, lembrando que, exactamente pelo mesmo motivo, está também projectada para Viseu uma "cópia" do Centro Nacional de Operações de Socorro (CNOS) alternativa ao de Lisboa.

Segundo António Bento, não existe uma sala de emergência alternativa e, por isso, "se houver um tremor de terra em Lisboa, se ficar arrasada Alcântara, a Cruz Vermelha não terá neste momento qualquer hipótese de comunicações".

A sala de emergência para catástrofes e o "call center" têm já o espaço reservado na cave do novo edifício da delegação de Viseu da CVP, situado na Quinta da Pomba, que entrou em funcionamento em Setembro do ano passado, depois de um conturbado processo que se arrastava desde 1988.

Em Maio de 2006, quando António Bento tomou posse, o projecto do edifício foi reavaliado e "nessa altura surgiu a hipótese de colocar em Viseu a sala de emergência".

"Foi necessário fazer uma alteração ao projecto, exactamente para termos a possibilidade de prestar esse serviço à Cruz Vermelha nacional", recordou.

Apesar de o espaço estar já preparado, o responsável estima que a sala de emergência para catástrofes alternativa à de Lisboa só esteja operacional mais para o final do próximo ano.

"O investimento numa área destas é muito elevado", frisou, aludindo às exigências em termos informáticos e de telecomunicações, com "equipamento muito preciso e especial, que vai custar muito caro".

A sala de emergência ficará entregue aos quatro socorristas profissionais da delegação da CVP, que receberão formação em Lisboa.

"Vamos estar permanentemente ligados, a ver o que se passa no país, mas não operativos. Só estaremos em operação a partir do momento em que surgir uma catástrofe", explicou.

O dirigente salientou o trabalho da CVP nos casos de catástrofe, nomeadamente nas cheias de Loures, em que auxiliou mais de mil pessoas, nomeadamente "com cobertores disponibilizados em poucas horas".

A delegação de Viseu - que foi a primeira implantada em Portugal - pretende também no próximo ano avançar com o apoio domiciliário e com creche, onde cobrará apenas "um preço simbólico" às famílias necessitadas.

Para já, a sua preocupação é apetrechar o novo edifício - um investimento de 600 mil euros -, nomeadamente com móveis e divisórias, promovendo sábado à noite a sua primeira gala para angariar fundos.

"Neste momento, o trabalho que está a ser desenvolvido pela unidade de socorro e com alguns mecenas e os sócios (cerca de mil) dá para equilibrar. Mas não conseguimos juntar dinheiro do nosso trabalho, da prestação de serviços à população mais necessitada, para fazer face a estes projectos", justificou António Bento.

A delegação de Viseu da CVP tem uma Unidade de Socorro e Transporte com quatro viaturas e 57 socorristas, que faz uma média diária de 10 a 12 serviços.

Ajuda também os mais carenciados a vários níveis, nomeadamente com explicações às crianças e tratamentos de saúde, alimentos e roupas, chegando a distribuir por mês 300 pares de calçado.

AMF.

Lusa/fim

domingo, 7 de dezembro de 2008

Fotos: Unidade de Emergência Carregado











Algumas fotos dos meios da Unidade de Emergência do Carregado
Agradecimentos ao Coordenador Local de Emergência Luís Simões

CVP em acção: Agressões na Figueira da Foz, intervenção da CVP


Escaramuça em bar causa cinco feridos

02h40m

Uma escaramuça, cerca das 00:00 deste domingo, num bar na freguesia de São Pedro, na Figueira da Foz, causou cinco feridos.

De acordo com fonte dos bombeiros, um homem foi ferido com gravidade na cabeça e um outro nas pernas, tendo ambos sido transportados para o hospital distrital da Figueira da Foz, situado a poucas centenas de metros do bar onde ocorreu o incidente.

Da confusão resultaram ainda outros três feridos, dos quais um foi levado ao mesmo hospital, constatou a agência Lusa no local.

De acordo com uma testemunha, a escaramuça foi causada por uma discussão entre clientes do bar, que àquela hora estava lotado, que originou trocas de agressões envolvendo várias pessoas.

Quatro ambulâncias dos bombeiros voluntários da Figueira da Foz e uma da Cruz Vermelha Portuguesa, além uma viatura do INEM e mais de uma dezena de elementos da PSP foram chamados ao local.

in.: www.jn.pt

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Notícias: Nova sede na Delegação Local de Castelo Branco


Cruz Vermelha muda-se para nova sede

Idalina Costa está, aos poucos, a concretizar os objectivos que traçou para o seu mandato à frente da Delegação de Castelo Branco da Cruz Vermelha

A Delegação de Castelo Branco da Cruz Vermelha Portuguesa vai mudar-se para novas instalações, ocupando o rés-do-chão do antigo solar da Rua dos Ferreiros, que foi recuperado pela Câmara Municipal de Castelo Branco e onde já está instalado, nos dois pisos superiores, o Sport Benfica e Castelo Branco.

Idalina Costa, presidente da Delegação, não esconde a sua satisfação por ter conseguido este seu objectivo que foi considerado por muitos “demasiado arrojado e impossível de conseguir”. Mas a verdade é que “foi conseguido e a nova sede está aí, faltando-lhe apenas dividir o espaço e dar-lhe um toque final em termos de decoração, para que fique acolhedora, com dignidade e onde as pessoas, quer quem ali trabalha, quer quem ali vai, se sintam bem”.

A nova sede contrasta com as actuais instalações, situadas na parte inferior no edifício da antiga Biblioteca Municipal, também propriedade da Câmara de Castelo Branco, mas que se encontram já muito degradadas. “Desde o primeiro dia que aqui cheguei que notei logo que estas instalações não tinham dignidade, nem aparência física. São pouco convidativas e acolhedoras para quem aqui vem fazer os seus tratamentos ou tratar de outros assuntos, pelo que tracei logo como um dos meus principais objectivos arranjar uma nova sede”, recorda Idalina Costa, explicando que “foi feito um grande esforço neste sentido, sobretudo junto do presidente Joaquim Morão, que cedeu o espaço no edifício onde já funciona o Sport Benfica e Castelo Branco. Não é grande, mas é o suficiente para termos o Posto de Socorros e alguma parte de armazém, com dignidade e conforto, até um dia, quem sabe, podermos ter uma sede própria”.

Idalina Costa adianta que o presidente da direcção do Benfica também já se disponibilizou para ceder algumas das salas que o Clube não tenha ocupadas, para a realização de algumas acções de formação.

Por outro lado, o voluntariado é outra das questões que deixa Idalina Costa satisfeita, porque “os jovens estão a voltar à Cruz Vermelha”, referindo que na última reunião, além dos que por motivos de trabalho não puderam estar presentes, Gonçalo Costa, coordenador local de Emergência, juntou 15 voluntários.

Cruz Vermelha em acção

Em seis meses de mandato, Idalina Costa faz um balanço positivo do trabalho realizado na Delegação de Castelo Branco da Cruz Vermelha. O destaque vai para o facto de terem já conseguido adquirir uma ambulância de transporte de doentes, que vai ficar num lugar do estacionamento subterrâneo que fica mesmo em frente à nova sede, na Praça Postiguinho de Valadares, cedido também pela autarquia. Mas não menos destaque terá o facto da instituição já possuir uma tenda que, adquirida a expensas próprias, vai permitir, numa situação de catástrofe, montar um Hospital de Campanha “topo de gama”, pois tem mais de 40 metros quadrados e equipamento adequado, um investimento total na ordem dos 13 mil euros.

Desde Abril, foram feitos no Posto de Socorros da Delegação 3982 tratamentos, 65 domicílios de enfermagem e foram cedidos à população 30 equipamentos (entre cadeiras de rodas, andarilhos e canadianas).

Em termos de actividades de socorrismo, em Maio foi dado apoio aos peregrinos que em Maio se dirigiam a pé até ao Santuário de Fátima e passaram pelas estradas da região, apoio à prova de BTT realizada na Lardosa e às 24 Horas de BTT. No mês seguinte, os socorristas da Cruz Vermelha apoiaram a realização da Prova de Perícia Automóvel em Salgueiro do Campo, estiveram presentes da Feira de Tradições e Actividades Económicas da Sertã e no 13º Rally Cross em Castelo Branco. Em Julho também apoiaram as 12 Horas de BTT em Proença-a-Nova e, em Agosto, no 4º BTT Nocturno da Casa do Benfica de Castelo Branco e garantiram os primeiros socorros na época balnear na Piscina Praia de Castelo Branco. Já em Outubro estiveram a acompanhar o 32º Autocross/Crosscar de Castelo Branco. Realizaram assim neste período 10 actividades, que envolveram 63 socorristas.

Já os voluntários da Delegação de Castelo Branco da Cruz Vermelha também se têm mostrado muito activos, tendo sido a sua primeira grande iniciativa a actividade “Coisas e Trapos”, em Maio, que serviu para angariar fundos para a instituição, seguindo-se, em Julho e Agosto, a Campanha “Mega Verão sem Escaldão”, que decorreu nas piscinas de Castelo Branco, Vila Velha de Ródão, Fratel, Termas de Monfortinho, Oleiros e Alcains.

Neste momento estão a desenvolver, a nível distrital, duas actividades, uma campanha intitulada “A Brincar e a Jogar Descobre Como Te Alimentar”, a decorrer nas escolas do 1º Ciclo, e a campanha “Copos – Quem Decide És Tu”, destinada aos jovens dos 14 aos 19 anos.

Quanto à formação, foram feitos quatro cursos de Formação de Socorristas, um de Tripulante de Ambulância de Transporte e dois cursos de Suporte Básico de Vida, que envolveram duas formadoras.

A Cruz Vermelha está também a divulgar junto das autarquias locais e população em geral o Serviço da Teleassistência, que permite aos idosos que estão mais isolados terem um meio rápido e directo de comunicar com alguém em caso de uma emergência. Além disso, resolve e encaminha os casos sociais que lhe chegam através da triagem feita pela Linha 144 (que passou da Segurança Social para a Cruz Vermelha em Outubro).

Nesta fase está também em fase final a aquisição dos novos fardamentos, pois vão ser uniformizados em todo o País e agendadas para as escolas do 1º Ciclo acções de divulgação sobre Noções Básicas de Primeiros Socorros, que serão feitas por um enfermeiro e um socorrista da delegação.

No âmbito da Campanha Causa Maior do último ano, a Delegação de Castelo Branco da Cruz Vermelha recebeu 3500 euros, que já ajudaram na aquisição de algum material, e realizou também dias 29 e 30 de Setembro e 1 de Outubro, um Rastreio Oftalmológico Infantil, direccionado para as crianças dos infantários, até aos três anos, tendo abrangido 250 crianças. Neste meio ano, a Delegação também já ganhou mais 25 associados.


in.: www.omirante.com

Notícias: Simulacro de incêndio em Matosinhos


Simulacro de incêndio testou operacionalidade dos meios
Câmara “pegou fogo”

O incêndio, com origem numa sobrecarga do sistema informático da Câmara, resultou em duas vítimas mortais, 15 feridos graves e 41 ligeiros.
A notícia poderia começar desta forma se não se tratasse apenas de um simulacro levado a cabo, na passada quinta-feira, na Câmara de Matosinhos. O objectivo foi exercitar os planos de emergência, bem como criar hábitos de evacuação, preparando todos os intervenientes para eventuais situações de emergência e, ainda que algumas falhas tivessem sido apontadas, o balanço feito pelas autoridades presentes no exercício acabou por ser positivo.
Por volta das 14h30 e depois de ter sido dado o alerta de um incêndio por sobrecarga do sistema informático, começaram a chegar ao local os primeiros meios. INEM, PSP, Polícia Municipal, Cruz Vermelha Portuguesa, Centro Distrital de Operações e Socorro (CDOS) e quatro corporações de bombeiros do concelho e outras da Área Metropolitana do Porto acorreram ao local para proceder à evacuação das cerca de 700 pessoas que se encontravam no edifício.
Do “incêndio” acabariam por resultar duas vítimas com queimaduras graves que morreram à chegada ao hospital, 15 feridos graves e 41 feridos ligeiros. Um exercício executado em paralelo com a realização de um outro no Hospital Pedro Hispano, que atendeu os supostos 58 feridos e que aproveitou, assim, o simulacro para testar a sua capacidade de resposta neste tipo de acidentes graves.
Presente e a acompanhar todas as operações no local, a vereadora da Protecção Civil assumia-se, no final, satisfeita com o balanço feito, ainda que apontasse algumas falhas a corrigir. “Este tipo de exercícios serve exactamente para vermos onde estão as fragilidades e para, numa próxima vez, as corrigirmos. Algo que detectamos, por exemplo, foi aqui, na zona de estacionamento das ambulâncias, que têm de passar a entrar e sair todas na mesma direcção o que, por momentos, não aconteceu. O cruzamento das ambulâncias é uma das coisas que não pode voltar a acontecer”, assumiu Joana Felício.
Segundo a autarca, “estamos a viver um momento em que a aposta na cultura da segurança é grande”, daí a importância deste primeiro exercício do género realizado no edifício camarário: “É, de facto, um momento importante para testarmos a operacionalidade, para criarmos hábitos, para que as pessoas comecem a perceber toda esta dinâmica da evacuação e, num futuro simulacro ou até mesmo numa situação real de emergência saibam como actuar, pacificamente e mantendo alguma calma”.
Recorde-se que no âmbito da criação de uma cultura de segurança, a autarquia criou, este ano, um Sistema de Salvamento Balnear, vocacionado para a segurança de banhistas e utilizadores da costa, ao longo de todo o ano; tem participado na elaboração de planos de emergência dos estabelecimentos de ensino, instituições de solidariedade, unidades industriais ou comerciais e elaborou os planos de emergência dos edifícios municipais. Por outro lado, tem, ainda, no que aos estabelecimentos de ensino diz respeito, vindo a promover diversas acções de formação e sensibilização nas escolas públicas e privadas do concelho. Até ao momento, já sensibilizou para as regras de evacuação e noções básicas de protecção civil cerca de 11 escolas EB1 e Jardins de Infância, num total de 1702 alunos, 59 professores e pessoal não docente em número de 36, em 41 acções de sensibilização.

Alguns números:
INEM - 2 VMERS, 2 médicos e 2 enfermeiros
CVP - 18 homens e 6 viaturas
PSP - 22 homens e 6 viaturas
PM - 6 homens e 2 viaturas
Bombeiros do município - 51 homens e 16 viaturas
11 ambulâncias de fora do concelho
Serviço Municipal de Protecção Civil - 6 pessoas e 1 viatura e 8 elementos da Divisão de Promoção Social e Saúde com psicólogos e assistentes sociais

Por: Carla Festas

in.: www.matosinhoshoje.com

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Algumas fotos do PROCIV IV, espero mais...!



O nosso obrigado ao Coordenador Local Luís Simões, da Unidade de Emergência do Carregado.





Novo projecto Cruz Vermelha Portuguesa

A Cruz Vermelha Portuguesa inaugurou a Store, uma loja que se irá dedicar a quatro causas: socorrismo de proximidade, idosos e dependentes, teleassistência e crianças e jovens.

A inauguração da loja, que estará aberta até dia 22 de Dezembro, no piso -1 do Dolce Vita Monumental, contou com a presença dos actores Diogo Infante e Alexandra Lencastre, que são embaixadores da causa.

Cada uma das quatro causas expostas na Store encontra-se personificada em vouchers de três tamanhos distintos, o S, o M e o L, e podem ser conhecidas num provador equipado com um sistema audiovisual criado para o efeito. Depois, o consumidor apenas tem de escolher a causa que vai apoiar, o valor do donativo, e dirigir-se à caixa para pagar.

Foi também criado um site, www.cruzvermelhastore.com, onde todos os utilizadores do país poderão contribuir para as causas disponibilizadas na loja. Este site irá estar disponível até ao final de Janeiro de 2009.

http://www.cruzvermelhastore.com/