sábado, 28 de fevereiro de 2009

Apoio CVP no Rally Ervideira, nos dias 20 e 21 de Fevereiro (actualizado)

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Algumas fotos do Dispositivo de Socorro da Cruz Vermelha Portuguesa, de apoio ao Rally Ervideira, que ocorreu nos dias 20 e 21 de Fevereiro.




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o nosso obrigado aos "camaradas" Filipe Botas e Artur Alves pelas fotos.
(esperamos ansiosamente que juntem a nós de pleno, muito em breve...!)

Notícias: Dia da Protecção Civil . Participação CVP Coimbra

Os vários agentes da Protecção Civil do distrito de Coimbra vão desencadear um conjunto de demonstrações, em jeito de comemoração do Dia da Protecção Civil.

O momento alto acontece do dia 1 de Março, data em que se assinala a efeméride, com a concentração de várias actividades no Parque Verde do Mondego, em Coimbra, entre as 09h00 e as 17h00.

O Comando Distrital de Operações de Socorro de Coimbra, sob orientações da Autoridade Nacional de Protecção Civil, vai promover e coordenar, em articulação com o Serviço Municipal de Protecção Civil de Coimbra, uma representação de agentes de protecção civil (APC) e outras entidades.

O objectivo do CDOS – segundo nota de imprensa enviada ao correiodabeiraserra.com – é sensibilizar a população para as respectivas missões, suas actividades, equipamentos e técnicas, bem como de orientar o público para atitudes preventivas e proactivas face a situações de emergência. No evento vão participar várias entidades, nomeadamente CDOS, Serviço Municipal de Protecção Civil de Coimbra, Corporação de Bombeiros Sapadores, Bombeiros Voluntários de Brasfemes, Coimbra, Condeixa e Montemor-o-Velho, INEM, Cruz Vermelha Portuguesa, GIPS/GNR, Polícia Municipal e PSP, num total de 16 viaturas e cerca de 50 pessoas.

As comemorações prolongam-se até 8 de Março, sendo que ainda no dia 1 estará patente, em Penacova, uma exposição de fotografias e de material e equipamento dos Bombeiros Voluntários, no átrio da Câmara Municipal. Pelas 10H00, decorre um rastreio à população sobre níveis de glicemia e de tensão arterial, no largo do Terreiro, a par da iniciativa “Quartel Aberto”, disponível para visitas pela população em geral e em particular pelas crianças no quartel bombeiros de Penacova.

No dia 2 de Março, pelas 10H00, na EBI de Góis, realiza-se um exercício de evacuação, como teste ao Plano Evacuação de Incêndios (PEI). Decorre também uma exposição de trabalhos do Clube de Protecção Civil e painéis da ANPC e INEM. Segue-se uma demonstração dos Bombeiros Voluntários de Góis, com um simulacro de busca e salvamento e manuseamento de extintores. Tem lugar, entretanto, uma palestra designada “Conselhos sobre Segurança” ao 1.º e 2.º ciclos e, às 14h00 uma demonstração da equipa cinotécnica da GNR.

No dia 3 de Março, na Figueira da Foz, entre as 9h00 e as 17h00, decorre uma exposição de painéis dos Agentes de Protecção Civil (APC). No dia seguinte, está patente, durante a manhã, uma exposição de painéis dos APC no edifício polivalente da ES Cristina Torres. Às 10H30 tem lugar um exercício de evacuação como teste ao PEI da ES Cristina Torres, seguindo-se demonstrações de meios, equipamentos e técnicas dos APC com participação dos alunos, uma palestra sobre segurança em meio escolar e apresentação do Clube de Protecção Civil e uma demonstração da equipa cinotécnica da PSP. No mesmo dia, a EB 2,3 de S. Pedro de Alva, Penacova, recebe pelas 15h30 uma sessão teórico-prática, sobre Técnicas de Socorrismo para pessoal não docente, promovida pelos BV de Penacova.

No último dia, 8 de Março, as comemorações terminam em Penacova, com uma exercício de Salvamento em Grande Ângulo no Depósito de Água de Zarroeira, promovido pelos Bombeiros de Penacova, que terá início às 09h30.

in.: www.correiodabeiraserra.com

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

CVP em acção: Parto realizado por CVP Delegação Prado


">Dois socorristas da delegação de Prado da Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) fizeram ontem um parto em Moure, concelho de Vila Verde, já que não houve tempo para transportar a parturiente ao hospital.
A Cruz Vermelha de Prado foi accionada à 1h26 de ontem, com apoio da Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) do Hospital de S. Marcos, mas quando chegou à residência da parturiente, deparou-se com uma situação de parto iminente.

O parto acabou por realizar-se na residência da parturiente, explicou o 2.º comandante da delegação de Prado da CVP, Rena to Vidigal.
Quando a VMER chegou, já o recém-nascido estava nos braços da mãe, tendo a equipa acompanhado o transporte para o hospital.
O parto foi assegurado por dois socorristas da Cruz Vermelha de Prado, uma delas já mais habituada a estas emergências.

Nasceu uma menina que se chama Joana.
É o sexto filho desta mãe que estava já no final da gestação e esperou até à última para solicitar transporte para o hospital e acabou por ter um parto caseiro.
Para os socorristas, é sempre uma experiência compensadora, garante Renato Vidigal.

in.: www.correiodominho.com

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Notícias: Equipa de rua CVP Maia iniciou funções


2009-02-16 18:01:38 - Ainhoa C. Robles

Hoje teve lugar a primeira intervenção da Equipa de Rua da Cruz Vermelha Portuguesa – Núcleo da Maia. Esta iniciativa está integrada no Programa Operacional de Respostas Integradas (PORI), protocolo de colaboração assinado pelo IDT (Instituto da Droga e Toxicodependência), a autarquia, a Santa Casa da Misericórdia e a Cruz Vermelha da Maia, entre outras instituições, para lutar pela «Redução de Riscos e Minimização de Danos” das drogas e bebidas alcoólicas. As áreas de actuação da Equipa de Rua são o Bairro do Sobreiro e a Vila do Castêlo.

A equipa pretende, diminuir o número de consumidores de substâncias psicoactivas sem ligação aos serviços de saúde, melhorar o estado de saúde geral dos toxicodependentes, diminuir a incidência de doenças infecciosas, reduzir os comportamentos de risco e minimizar danos associados ao consumo endovenoso e a práticas sexuais de risco.

Por volta das 11 horas e meia, o presidente da Câmara Municipal, Bragança Fernandes, cortou a fita que dava por inaugurada a ambulância que percorrerá as ruas da Maia nos próximos dois anos. O autarca admitiu que «actualmente existem mais drogados e mais alcoólicos no concelho do que antes, mas este assunto é preocupante desde o momento em que há um. Por isso, agora temos uns técnicos que identificam quem são e as equipas de rua vão as suas casas e tentam ajudá-los. É impossível acabar com a droga, mas queremos que ao menos reduza».

Os responsáveis do projecto esperam que mais de cem pessoas beneficiem deste programa, se bem que, segundo o Nogueira dos Santos, estão identificados 312 casos.

O PORI abrange outros dois eixos: a Prevenção e a Reinserção, ambos da principal responsabilidade da Santa Casa da Misericórdia da Maia. A data final do projecto está prevista para Dezembro de 2010, mas existe a possibilidade de prologá-lo se os resultados são positivos.

in.: www.maiahoje.pt

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

SEGUREX 09 - 18 a 21 de Março de 2009

A 13ª edição do Salão Internacional de Protecção e Segurança, SEGUREX09, irá realizar-se nos próximos dias 18 a 21 de Março de 2009, na Feira Internacional de Lisboa, FIL, no Parque das Nações.

E que tal um metting do pessoal na SEGUREX ? Que dizem? Lancem ideias
Abraço
ps.: Iremos sim... Mas fardados... ! Que tal ?!

Encontro das Sociedades Nacionais da Cruz Vermelha de Língua Portuguesa


Realizou-se nos dias 29 e 30 de Janeiro passado em Lisboa um encontro entre as Cruzes Vermelhas dos Países de Língua Portuguesa, promovido pela Cruz Vermelha Portuguesa.

O Fórum das Sociedades Nacionais da Cruz Vermelha dos Países de Língua Portuguesa é uma entidade que se constitui como um espaço privilegiado para a cooperação e concertação entre os seus membros – Cruz Vermelha de Angola, Cruz Vermelha Brasileira, Cruz Vermelha de Cabo Verde, Cruz Vermelha da Guiné-Bissau, Cruz Vermelha de Moçambique, Cruz Vermelha Portuguesa, Cruz Vermelha de S. Tomé e Príncipe e Cruz Vermelha de Timor-Leste. A Cruz Vermelha de Macau – Região Administrativa Especial da República Popular da China tem estatuto de observador.






COMUNICADO FINAL DA REUNIÃO DO FÓRUM DAS SOCIEDADES NACIONAIS DA
CRUZ VERMELHA DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA

As Sociedades Nacionais da Cruz Vermelha de Língua Portuguesa de:


Angola
Brasil
Cabo Verde
Guiné-Bissau
Moçambique
Portugal
S. Tomé e Príncipe
Timor Leste e a
Cruz Vermelha da Região Administrativa Especial de Macau


reunidas na sede da Cruz Vermelha Portuguesa em Lisboa nos dias 29 e 30 de Janeiro
no quadro do Fórum das Sociedades Nacionais da Cruz Vermelha de Língua
Portuguesa, reafirmaram o seu apego aos Princípios Humanitários do Movimento
Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho que, entre outros, incentiva
acções de solidariedade entre Sociedades Nacionais irmãs.
Neste espírito foram tratados os seguintes temas e tomadas as decisões abaixo
referidas:

1. As Sociedades Nacionais comprometem-se a dar especial atenção às eventuais
emergências que possam surgir num dos países de Língua Portuguesa e de
prestar a assistência no limite das capacidades de cada uma;
2. As Cruzes Vermelhas apresentaram as suas actividades nas áreas de água e
saneamento, luta contra a SIDA e cólera, emergência e primeiros socorros. Estas
actividades humanitárias demonstram a relevância da função de auxiliar dos
poderes públicos que as Cruzes Vermelhas desempenham nos seus próprios
países, assim como da necessidade de dar a conhecer estas actividades também
ao público lusófono no mundo;
3. Reiteram o valor do Fórum das Sociedades Nacionais da Cruz Vermelha dos
Países de Língua Portuguesa para a promoção da Língua Portuguesa na estrutura
do Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, assim
como do património comum que potencia as acções de cooperação e
solidariedade entre Sociedades Nacionais ligadas por fortes laços históricos;
4. O Fórum envidará esforços junto das componentes do Movimento Internacional da
Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho a favor de uma maior utilização da Língua Portuguesa, o seu uso como língua de trabalho sempre que possível e
fomentará a tradução em Língua Portuguesa de documentos e manuais mais
relevantes;
5. As modificações dos Estatutos do Fórum foram aceites por todos os membros. Foi
criado um Secretariado Executivo que visa o reforço da operacionalidade do
Fórum e o seu objectivo permanente é a promoção e partilha de documentação
em Língua Portuguesa entre as Sociedades Nacionais lusófonas. A condução do
Secretariado nos próximos quatro anos será da responsabilidade da Cruz
Vermelha Portuguesa;
6. As Sociedades Nacionais reunidas saúdam a criação do “website” do Fórum na
internet como instrumento de grande alcance da promoção de informações em
português, de partilha de experiências e de difusão das actividades humanitárias.
O “website” será conduzido pelo Secretariado, devendo as Sociedades Nacionais
contribuir com conteúdos informativos. Prevê-se o seu lançamento para o dia 8 de
Maio, Dia Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho;
7. As Sociedades Nacionais de Língua Portuguesa comprometem-se a partilhar
documentação em português, em especial manuais e documentação produzida
pelo Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho;
8. As Sociedades Nacionais de Língua Portuguesa realizarão acções de formação
em comum, salientando-se as áreas do direito internacional humanitário, primeiros
socorros e a preparação para a emergência, tendo em conta as competências e
as necessidades de cada Sociedade Nacional;
9. As Sociedades Nacionais de Língua Portuguesa comprometem-se a favorecer o
intercâmbio de experiências na área da Juventude;
10. As Sociedades Nacionais de língua Portuguesa comprometem-se a apreciar
qualquer projecto comum que tenha como objectivo o financiamento da estrutura
do Fórum ou actividades humanitárias específicas;


Lisboa, 30 de Janeiro de 2009

in.: www.cruzvermelha.pt

Notícias: Câmara Municipal de Cascais e CVP assinam protocolo Tele Assistência



A Câmara de Cascais e a Cruz Vermelha Portuguesa vão assinar em Março um protocolo para criação de um serviço de tele-assistência no concelho que disponibilizará um alarme de pulso para munícipes em situação de dependência.

O novo serviço, cujo arranque será financiado pela autarquia em 18 mil euros, vai permitir que idosos ou pessoas com mobilidade reduzida entrem em contacto com um "call center" sempre que precisarem de ajuda, sendo avaliada no momento a necessidade de enviar para o local meios de socorro.

"A Cruz Vermelha Portuguesa vai actuar em duas vertentes - a assistência pura e a solidão, para casos em que as pessoas estão deprimidas ou pensam no suicídio, por exemplo. A equipa de operadores inclui um psicólogo que falará com elas", explicou à Lusa o vereador da Acção Social, Manuel Andrade.

De acordo com o responsável, a Câmara vai oferecer os aparelhos a cem pessoas em situação de dependência, escolhidas com o apoio das instituições sociais do concelho e que não terão de pagar qualquer mensalidade, mas poderá vir a aumentar este número consoante as necessidades verificadas no terreno.

Os restantes munícipes poderão adquiri-los por preços mais reduzidos do que os que são praticados no mercado.

Os alarmes poderão ser usados durante qualquer tarefa doméstica ou no banho, por serem impermeáveis, e têm um alcance de algumas dezenas de metros, permitindo ao utilizador circular no quintal ou junto a sua casa.


in.: Destak/Lusa | destak@destak.pt

Sabiam que...? Dia da Cruz Vermelha Portuguesa

Sabiam que ontem dia 11 de Fevereiro se comemorava o dia da Cruz Vermelha Portuguesa?
Eu também não...

Alguém, alguma Unidade, Delegação comemorou esta data ?

in.: http://www.opcaoturismo.com/noticia.php?id=13519

Off Topic: Dissertação sobre sirenes de ambulâncias

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Delegação Local de Neiva - Unidade de Emergência



O Núcleo de Neiva da Cruz Vermelha Portuguesa, actualmente Delegação de Neiva, foi fundado em 14 de Junho de 1994, tendo dado início à Unidade de Socorro, Actualmente Unidade de Emergência, em 15 de Agosto de 1995.

tendo encetado desde essa data um serviço de Utilidade Pública com a missão de servir a população da área envolvente ao Núcleo, prestando entre outros, serviço de transporte de doentes para os mais variados serviços de Saúde (consultas, fisioterapia, etc.), serviços de Urgência e Emergência, cuidados de Enfermagem, Acções de Formação (população, empresas etc.), Acções de Sensibilização/Rastreios, e ainda, apoio a provas desportivas e eventos organizadas pelas Associações existentes na sua Área de actuação.

A Unidade de Emergência (Posto de Reserva de INEM desde o ano 2000) é constituída actualmente por um Corpo de várias equipas de intervenção na Pequena Emergência, ou Grandes Catástrofes, Equipas de Socorro e Transporte, Logística, Apoio à Sobrevivência, Enfermagem, Teleassistência, Apoio Psicossocial, etc. É assim constituída por 100 Voluntários, entre, Socorristas, Enfermeiros, Psicólogos, Apoio Geral, etc. Dispõe, para levar a bom termo a sua missão, 6 viaturas (1 Ambulância de Socorro, 1 Ambulância de Transporte, 4 Viaturas de Transporte.

No âmbito da prestação de socorro, a nossa intervenção tem-se centrado, sobretudo, nas freguesias de Neiva, Castelo de Neiva, Chafé, Alvarães, tendo-se estendido à maioria das freguesias do resto do concelho de Viana do Castelo, nas freguesias do extremo norte do concelho de Barcelos e do concelho de Esposende.

Assim, foi a Delegação de Neiva, nos últimos 14 anos capaz de se instalar no meio, e prestigiar o nome da Cruz Vermelha Portuguesa.



Juramento de compromisso do 7ºCFB

Juramento CVP

No dia 11 de Outubro de 2008, pelas das 14h30, no Centro Paroquial de Neiva, realizou-se o Juramento de Compromisso de Honra do nosso 7º Curso Formação Base.

Foi desta forma, com enorme orgulho, que mais uma vez estivemos em festa e a partilhámos com todos.

Foi o culminar de 5 meses de formação intensa nas mais variadas matérias, dos 20 novos alistados, que orgulhosamente, fizeram o seu juramento de compromisso perante o Estandarte Nacional da Cruz Vermelha e todas as testemunhas, familiares, amigos, convidados e socorristas presentes no local.

Estiveram representados nesta cerimónia, dezassete Delegações da Cruz Vermelha Portuguesa: Neiva, Aldreu, Amares, Braga, Campo, Macieira Rates, Maia, Marinhas, Ribeirão, Serafão, Terras de Bouro, Viana do Castelo, Vilar (Vila do Conde), Vilela (Paredes), Sobreira (Paredes), Frazão (Paços Ferreira), Prado.

Foi também momento de festa para os que já são Socorristas Voluntários da Unidade de Emergência desta Delegação, uma vez que foram agraciados com a progressão na carreira a:

- Técnico de Socorro de 3.ª Classe (2 Socorristas)

- Socorrista de 1.ª Classe (8 Socorristas)

- Socorrista de 2.ª Classe (15 Socorristas)

- Enfermeiras (4 Socorristas/Enfermeiras)

Por despacho da Comissão Honorifica da Cruz Vermelha Portuguesa, foram igualmente agraciados com:

- Cruz de Exemplar Comportamento, Grau Prata (5 Socorristas)

- Cruz de Exemplar Comportamento, Grau Cobre (10 Socorristas)

As presenças registadas nestas cerimónias tiveram um alto significado e traduzem um estímulo ao Voluntariado, uma vez que, tão alto número de presenças, não é mais do que o reconhecimento do enorme e excelente trabalho que está a ser desenvolvido por esta Delegação e, pela sua Unidade de Emergência, um trabalho ainda curto para o tamanho dos nossos anseios.

Curiosamente, tal não aconteceu com a Câmara Municipal de Viana do Castelo, pois, por razões que desconhecemos, não esteve representada, nem justificou tal ausência, apesar do convite formulado.

Desta forma queremos deixar uma palavra de carinho para todos aqueles que acreditam em nós e no nosso trabalho.

No futuro vamos tentar corresponder, dentro das nossas limitações, mais materiais que humanas, aos pedidos da população, que são a nossa razão de existir.

Para todos o nosso muito obrigado.

“Fomos nós que escolhemos socorrer as pessoas, não foram as pessoas que escolheram ser socorridas por nós”.

Por isso acreditamos que o futuro é um livro aberto onde pretendemos escrever páginas de sucesso em união com a população, com todos os que nos rodeiam pois, é por e para eles, aqui estamos.

O coordenador Local de Emergência - Hernani Bezerra

O Presidente da Direcção - António Meira Gonçalves


in.:http://montedocastelo.wordpress.com

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Formação: 1º Curso SBV + DAE - Elos Vitais - Maia


Campanha de apresentação e arranque da Delegação Distrital do Porto, venho por este meio informar-vos de que iremos realizar já nos próximos dias 13 (Sexta-Feira: 21H00 / 23H30) e 14 (Sábado: 09H00 / 12H30 – 14H00 / 18H30) de Fevereiro de 2009, o “1º. Curso SBV + DAE” para Socorrristas ou outros Profissionais de Saúde (particulares ou instituicionais) no Auditório do Forum Jovem da Maia – Cidade da Maia.

Este Curso terá Excepcionalmente o preço simbólico de 70,00 € + IVA (= 84,00 €), sendo Certificado pelo ECSI - Emergency Care and Safety Institute (Entidade Norte-Americana avalizada pelas duas maiores Associações Médicas Internacionais); esta representação, assim como o registo dos nossos cartões de Socorrista por parte do Ministério da Administração Interna, não só justifica a credibilidade dos nossos serviços como permite fornecer um suporte legal à actuação dos nossos Formandos.

Entretanto, caso pretendam obter mais esclarecimentos e inclusive a Ficha de Inscrição, poderão contactar-nos através do Telemóvel:
96 405 51 95 (Téc. de Emergência – José Firmino), através do Email: geral@elosvitais.pt e/ou visitando directamente o Tópico (Link):

http://elosvitais.pt/index.phpoption=com_events&task=view_detail&agid=14&year=2009&month=02&day=13&Itemid=27

relativo a este Curso na Página Oficial da Elos Vitais, basta para isso clicar em cima deste endereço.

Para terminar, gostaria de pedir a vossa ajuda no que diz respeito ao reenvio desta mensagem para os vossos contactos....se assim o entenderem, o que desde já agradeçemos.

O Staff do Curso


ps.: já esta agendado um 2º curso de SBV + DAE dias 20 e 21 no Quartel dos BV S. Mamede Infesta

Reportagem Especial - 144 - LNES

Reportagem Especial sobre a Linha Nacional de Emergência Social - 144 - e o trabalho das Equipas Distritais de Emergência Social da Cruz Vermelha Portuguesa, neste caso a Equipa da Delegação Local de Amadora. Reportagem que passou na SIC no dia 28 de Janeiro de 2009










http://sic.aeiou.pt/programasInformacao/scripts/videoplayer.aspx?ch=reportagem especial&videoId={E8C1535B-3C60-478C-9C68-D3B47F0D41CE}

Fotos: Prova Nacional de Enduro - Apoio CVP Carvalhais

Foram-nos enviadas também algumas fotos do apoio da Cruz Vermelha Portuguesa, Delegação Local de Carvalhais à Prova Nacional de Enduro.

O nosso obrigado ao camarada que enviou as fotos.




Fotos: Simulacro CVP Figueira Foz . Agosto - 2008

Foram enviadas fotos de um simulacro em Agosto de 2008, na Fábrica de Cal no Cabo Mondego, situação: duas vitimas, uma soterrada e outra com uma intoxicação devido à inalação de vapores da Cal, com perda de conhecimento e queda de umas escadas.

O nosso obrigado ao camarada que enviou as fotos.






segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Notícias: Hoteis solidários da Figueira da Foz apoiam a CVP

«Diga lá doutora, o que mais precisa». Foi assim que a conversa começou, com o responsável pelo Mercure a questionar a presidente da delegação da Figueira da Cruz Vermelha Portuguesa, conta a própria.
Laura Lacerda não se fez rogada e desabafou que o seu grande desejo era poder proporcionar às pessoas mais carenciadas, que comem na sua instituição de segunda a sexta- feira, pudessem também ter pelo menos uma refeição ao fim- de- semana. Das palavras aos actos foi “um pulinho”, sete hotéis assentiram e durante sete semanas, aos sábados, os mais desfavorecidos tiveram a sua refeição.
Aderiram ao “apelo” os hotéis Mercure, Ibis, Costa de Prata, Wellington, Atlântico, Sotto Maior e o Hotel de Quiaios, que encerrou a ronda no passado sábado, servindo 72 refeições.
Da ementa fez parte uma sopa de espinafres, salada, arroz de feijão com panados e pudim e fruta. Tudo «feito com muito gosto», como explicou ao nosso jornal o chefe de cozinha do hotel, Sérgio Pinhal que considera que é sempre bom «ajudar as outras pessoas», mesmo que isso signifique, para si e para as duas senhoras que o acompanhavam, «muitas horas de trabalho, porque para estarmos aqui a esta hora (12h00), já tivemos de deixar o nosso trabalho feito no hotel». Sérgio Pinhal não sabia se iriam ou não voltar, porque isso «vai depender da administração» e não deles, funcionários.
Quem gostaria que voltassem era a presidente da instituição, que não tem dúvidas, «muitos dos nossos utentes, comem uma refeição em condições à sexta e depois, só à segunda». Por isso, Laura Lacerda não tem dúvidas, o seu «grande sonho era que esta solidariedade continuasse e vamos fazer todos os possíveis para sensibilizar nesse sentido».
Até porque, adianta, «nós não temos possibilidade de lhes dar nada» para aconchegar o estômago durante o fim- de- semana, refere, salientando que o ideal seria que se conseguisse esta acção, ao longo de todo o ano. «Com hotéis, restaurantes, seja como for», frisou.

“Nova” Loja Social
pronta em breve
Na delegação da Figueira da CVP grande parte do trabalho desenvolvido fica a dever-se aos voluntários. Fernando, Matilde, Isabel e muitos outros, não se poupam a esforços e “roubam” um bocadinho do seu tempo para dar aos outros, a troco de nada. Mas há um que se destaca.
Manuel Oliveira Azevedo, um antigo oficial de máquinas da Cimpor, que, depois de reformado, decidiu dedicar parte do seu tempo ao voluntariado, fazendo um «pouco de tudo», desde trabalhos de carpintaria, à electricidade ou construção civil.
No sábado, fomos encontrá-lo a pintar aquela que vai ser a nova sala da Loja Social, um espaço, como explica Laura Lacerda onde se vendem roupas, calçado e outros objectos necessários ao dia- a- dia das pessoas mais desfavorecidas.
«Lojas que mudam de ramo, que têm muita roupa em stock ou restos de colecções, oferecem e nós vendemos a um preço simbólico», refere a presidente da CVP.

in.:www.diariocoimbra.pt

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Simulacro CVP, Plataforma Regional de Emergência 1.




No Fim de Semana de 30 e 31 de Janeiro de 2009 realizou-se um exercício na Plataforma Regional de Emergência 1

Dia 30:

Perante um cenário de vários focos de incêndio que assolam a região, a Coordenadora Local da Delegação de Sobreira contacta a Coordenadora da Plataforma 1, informando da possibilidade de vir a necessitar auxilio das Unidades de Emergência mais próximas.

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Um incêndio florestal de grandes dimensões junto a uma via rural provoca uma série de despistes e incêndios em viaturas.
São accionados diversos meios para o local, incluindo uma equipa de desencarceramento, uma VMER do INEM e várias ambulâncias.

Dia 31:


Activada pela Coordenadora da Plataforma 1, a Unidade de Emergência da Delegação do Porto envia para o teatro de operações as seguintes equipas:

- Equipa de Socorro e Transportes (6 elementos)
- Equipa de Logistica (3 elementos)
- Equipa de Comunicações (3 elementos)
- Equipa de Socorro em Grande Angulo (3 elementos)

Estas equipas colocam à disposição da Coordenadora Local de Sobreira os seguintes meios:

1 AMS (ambulância de socorro) com 1 TAS e 1 ENF
1 ATM (ambulância de transporte múltiplo) com 2 TAT
1 PTE (Posto de Triagem e Estabilização) com 2 ENF, 2 TAS, 2 TAT
1 Posto de Comunicações com 2 operadores de comunicações
1 equipa de socorro em grande angulo com uma viatura todo o terreno e 3 operacionais


Blog do exercício: http://rec24.blogspot.com/























Notícias: Delegação Local Braga faz 25 anos - II

A melhor prenda para comemorar os 25 anos da Unidade de Emergência de Braga da Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) não podia ser melhor: uma nova ambulância medicalizada, devidamente equipada, rondou os 80 mil euros.
Há 21 anos na presidência da delegação de Braga da Cruz Vermelha, Francisco Alvim aproveitou a cerimónia para contar a história dos 25 anos da Unidade de Emergência de Braga. “Não é só um imperativo de consciência, como também é motivo de grande alegria fa- lar da nossa Unidade de Emergência e Transporte”.
Francisco Alvim destacou o facto de em Agosto de 2007, “com a entrada em vigor dos novos estatutos da CVP, o conceito de emergência passou a ter novos entendimentos e adquiriu muito maior abrangência, que também se deve ao facto de que entretanto a CVP, a partir de Braga que foi a pioneira, passou a ter uma acção muito preponderante na área social”.
Foi, também, com “grande alegria”, que o presidente verificou que houve “uma grande adesão a este encontro da família Cruz Vermelha que resultou também no trabalho exaustivo que vários elementos da unidade tiveram ao tentarem contactar amigos socorristas dispersos pelo país”.
O governador civil de Braga, também presente na cerimónia das bodas de prata daquela unidade, elogiou a “meritória e tão nobre actividade, que se centra no amor e no auxílio ao próximo”.
Fernando Moniz enalteceu, ainda, “a perspectiva dinâmica e o estar na vida com olhar para o cidadão como o faz a Cruz Vermelha”, salientando a “problemática da protecção civil e do socorro” quando “muitas vezes a veia humanitária e o olhar para o próximo está arredado do quotidiano”. E perante este cenário, a CVP “é um exemplo do bem ao próximo”.
Ainda na cerimónia de bodas de prata, aquele responsável governamental lançou o desafio: “conto com este parceiro fundamental e deixo aqui expectativas de que podemos estreitar o relacionamento neste trabalho tão nobre”. Até porque se trata, segundo Fernando Moniz, “de um momento de afirmação, já que a CVP é uma instituição fundamental de socorro com elevado grau de operacionalidade de todos os elementos”.
Por minutos podemos salvar vidas
O primeiro alerta num acidente é fundamental, porque quando existem várias viaturas e vítimas é importante que o alerta seja dado com toda essa informação, permitindo de imediato chegar ao local todos os meios necessários.
O alerta foi deixado no final de dois simulacros realizados ontem à tarde, no âmbito das comemorações dos 25 anos da Unidade de Emergência da delegação de Braga da Cruz Vermelha Portuguesa. “Pedimos à população que responda com calma e correctamente às perguntas da central do 112. Por minutos podemos ajudar a salvar vidas”, assegurou o técnico de socorro daquela unidade, Manuel Rodrigues, que é único elemento da unidade que ali permanece desde que tudo começou há 25 anos.
Mas Manuel Rodrigues deixou outra mensagem: “há socorros que têm que ser feitos com calma, porque um socorro integrado tem a ver com a aplicação dos primeiros socorros e a estabilização da vítima para chegar viva ao hospital”.
Passavam das 16 horas, quando dois veículos embateram, provocando, ainda, a queda de um ciclista e um peão. O acidente rodoviário envolveu várias vítimas, demonstrando-se, assim, socorros diferenciado com a aplicação de várias técnicas de intervenção. “No resgate de uma vítima onde há suspeita de fractura de coluna foi utilizado o colete de extracção. Já num quadro de socorro de paragem cardio-respiratória foi utilizado equipamento de suporte avançado de vida com desfibrilador automático, para outra vítima foi necessário fazer manobras de ressuscitação com o suporte básico de vida”, explicou o técnico de socorro.
Também se teve oportunidade de ver “o socorro feito a um politraumatizado onde foi usado equipamento específico para esta situação com uma maca que actua por vácuo e que consegue manter a vítima totalmente imobilizada”.
Entretanto, outra das vítimas foi retirada para um plano duro, onde se suspeitava de fractura de coluna e, por último, numa outra pessoa foi feito o controle de hemorragia na cabeça”.
Com o objectivo de mostrar a capacidade de actuação em acidentes de maior escala foi montado um posto médico avançado que fica operacional em cerca de quatro minutos.
O segundo simulacro, realizado por elementos da Equipa de Grande Ângulo, teve como finalidade demonstrar “o trabalho de uma equipa que está preparada para intervir em situações um pouco atípicas, em altitude ou em profundidade”, referiu aquele técnico de socorro, revelando que “foi feito o socorro de uma vítima com a ajuda de uma maca a descer na vertical e com a presença de dois socorristas e houve um outro quadro de evacuação de vítima do segundo andar de um prédio com maca e através de slide”.
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in.: www.rasgamanta.blogspot.com

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Retirado de um blog: uma opinião de quem dá o litro, porque acredita. OBRIGADO

"Eu (...) só tenho a afirmar que: por muito que a CVP até possa não ter experiencia pré-hospitalar, pelo menos não tão acentuada, porque é a realidade, os seus elementos interessados e trabalhadores são pessoas que devem ser de vangloriar porque lutam por aquilo que gostam de fazer e defendem, caso contrário já se tinham mudado para os bombeiros é certo, e fazem-no com as melhores das intenções e não se limitam a ir fazer os seus serviços entrando numa rotina. Eles fazem mais que isso! Eles lutam pela sua corporação, eles angariam fundos para ela, eles são multifacetados, porque a CVP não é apoiada pelo estado e pelo INEM como vós (pelo menos as delegações locais). Além disso é uma instituição que foi criada com um fim que o manteve até hoje e não tentou usurpar funções a outras já existentes (...). Depois a sua missão é muito mais alargada e não se limita a socorrer uma pessoa ou a transportá-la sabe porquê? Porque a CVP tem psicólogos, tem equipas especializadas em varias áreas como a emergência social como se demonstra pelo serviço teleassistência e pelo novo numero de acção social 144, e sim tem muitos enfermeiros (pergunto-me o porquê da escolha desta classe pela CVP… pessoas com um curso superior a escolher uma instituição como esta serão tolos?? Fica a questão (...)). É uma instituição que tem hospitais, tem lares, tem creches, tem cantinas sociais, sai á noite com frio e intempéries para ajudar os necessitados e abdica de boas viaturas para investir em tendas e bens apara ajudar os outros."

colocado por anónimo in: www.bombeirosparasempre.blogspot.com

Breve Historial da Cruz Vermelha Portuguesa


Fundada em 11 de Fevereiro de 1865 pelo Dr. José António Marques, a Cruz Vermelha Portuguesa tem cumprido as mais diversas missões humanitárias nos planos nacional e internacional. Em colaboração com organismos internacionais tem prestado socorros e assistência às populações de países assolados pela fome, guerra e outras situações de miséria.

Independentemente da existência de guerra, ou não, e alheia a orientações políticas, acorre em prol da população, tanto em situações de rotina, como de emergência (desastres, epidemias, alterações da ordem pública e calamidades naturais de todo o tipo). Interveio em todos os movimentos revolucionários que ensanguentaram o país e participou, entre outras, no auxílio às vítimas da Guerra Civil de Espanha (1936), da II Guerra Mundial (1939/45), da Invasão da Índia Portuguesa pela União Indiana (1961/62) e mais recentemente da Roménia (1989/90), da População Curda e Kosovar (1991 e 1999) e do conflito Angolano.

No quadro dos grandes sinistros e calamidades, sobressai a sua acção por ocasião dos sismos do Faial (1926), da Grécia (1953), de Agadir (1960) e de S. Jorge- Açores (1964 e 1990), das revoltas em Lisboa (1927) e na Madeira (1931), do ciclone no Continente (1941), dos desastres ferroviários de Vila Franca de Xira (1947) e de Alcafache (1985), das inundações no Distrito de Lisboa (1967 e 1983), do incêndio do Chiado (1988), dos temporais no Alentejo e Açores (1997) e do acidente em Castelo de Paiva (2001).

Implantada em todo o território nacional, exerce a sua missão através do pessoal, essencialmente voluntário, das suas Delegações e Núcleos, fundamentalmente vocacionado para intervir nas áreas da saúde e social.
Neste âmbito, desenvolvem-se programas de formação de primeiros socorros e de enfermagem, através da Direcção de Ensino de Socorrismo, da Escola Superior de Saúde e da Escola Superior de Enfermagem da Cruz Vermelha Portuguesa de Oliveira de Azeméis. Ainda neste campo, é de salientar o serviço de transporte de doentes efectuado em viaturas especializadas das Unidades de Socorro e os tratamentos médicos prestados nos seus Postos de Socorros, dispersos por todo o País e no seu próprio Hospital, o qual utiliza os mais modernos meios de diagnóstico.

No que se refere à área social são desenvolvidas acções de luta contra a pobreza e de desenvolvimento social dirigidas a público-alvo e a comunidades em situação de exclusão e/ou em risco de exclusão social. São, ainda, executados, pela generalidade das Delegações e Núcleos, serviços e apoio a áreas da população mais vulnerável, nomeadamente, a idosos e a deficientes.

O Lar Militar assegura apoio médico-sanitário e bem estar psíquico e moral a grandes deficientes militares e civis, bem como prepara a sua inserção no mercado de trabalho, de acordo com o seu grau de deficiência e aptidões.
Pela sua acção nos planos nacional e internacional, a Cruz Vermelha Portuguesa possui as mais altas condecorações: Grande Oficial da Ordem Militar de Torre e Espada, Valor, Lealdade e Mérito, Cruz de Guerra de 1ª Classe, bem como, entre outras, a Legião de Honra Francesa, concedida pelos serviços prestados na guerra franco-prussiana em 1870. Em 1943, pela sua acção a favor da humanidade, vítima do II Grande Guerra Mundial, é distinguida com a Benção Papal (Papa Pio XII).

in.: www.bombeirosparasempre.blogspot.com

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Fundo de Emergência CVP, apoio de Rita Redshoes


A Magnética Magazine, revista digital que já conta com três edições mensais, decidiu apoiar este Fundo lançando uma campanha de responsabilidade social apadrinhada pela cantora e compositora Rita Redshoes.

E porquê a Cruz Vermelha? Para Rita Redshoes e para os responsáveis da revista online, a credibilidade que a instituição lhes transmite foi fundamental no momento da decisão. Sendo «Vermelho» o tema central da edição de Fevereiro, por se tratar do mês da paixão e do romantismo, a simbiose foi perfeita.

Rita Redshoes apoia Fundo de Emergência para catástrofes

Numa reportagem de 12 páginas virtuais dedicada à causa, Rita Redshoes justificou a sua disponibilidade: «Há um sentimento de união neste tipo de causas. Tudo o que ponha em risco a condição, a segurança e a estabilidade humanas são coisas que me despertam».

Na sua opinião, existe sempre uma forma possível de ajudar: «Participar ou dar a cara por uma causa como esta é precisamente aquilo em que eu posso contribuir».

Na mesma reportagem, Luís Barbosa, o actual presidente da Cruz Vermelha Portuguesa, declara que os últimos meses de crise económica vieram reforçar as necessidades da instituição: «temos mais trabalho e maiores necessidades de intervenção».

Para Luís Barbosa, apoiar o Fundo de Emergência deve constituir um esforço diário: «Sempre que nos pedem auxílio, a intervenção tem que ser imediata e nós temos que ter reservas para poder ajudar as pessoas. É necessário, por exemplo, termos cobertores e colchões para os sem-abrigo. Quando houve o terramoto do Paquistão, muitas pessoas ficaram nas montanhas, sem abrigo e com muito frio, e nós conseguimos enviar 15.000 cobertores», exemplifica.

Como ajudar:

A contribuição é simples: basta ligar até 31 de Março para o número 760 302 304. Cada chamada custa apenas 0,60 cêntimos + IVA, 0,57 dos quais revertem para o Fundo de Emergência.

SOL