Fotos da intervenção da Cruz Vermelha Portuguesa.




in.:www.bombeiros.pt

“Se não é a maior, é uma das maiores operações de segurança de sempre alguma vez realizadas em Portugal, quer pelos meios colocados no terreno, quer pela afluência de público”, explica Jorge Graça, vereador da Protecção Civil da Câmara Municipal de Almada, responsável pelas operações na Margem Sul.
Na capital, Emília Castelo, chefe da Divisão de Planeamento e Operações da Protecção Civil de Lisboa, garante estar tudo a postos caso seja necessário transportar alguém para o hospital mais próximo. “O local onde se realiza este mega-evento é diferente dos habituais, logo exige uma organização especial.
Vamos ter corredores de emergência, com policiamento, inacessíveis à população, para facilitar o transporte de eventuais feridos”, afirma, esclarecendo que “será o posto de comando a dar resposta em situações mais graves, com os hospitais a serem activados conforme a necessidade e as respectivas valências”. O mesmo se verifica em Almada.
PSP ESCOLTA IMAGEM
É especialmente na Imagem de Nossa Senhora de Fátima que se centram hoje todas as atenções. Para tal, e porque são esperadas mais de 250 mil pessoas durante o fim-de-semana, a PSP vai estar particularmente atenta a todas as questões de segurança.
Dezenas de batedores vão escoltar a Imagem da Virgem de Fátima, que chega por volta das 10h00 à Capela da Cruz da Carreira, de onde partirá cerca das 10h45 rumo ao Hospital D. Estefânia. “Foi destacado um efectivo muito grande para acompanhar a Imagem da Nossa Senhora na procissão”, garantiu ao CM fonte da Direcção Nacional.
Recorde-se que, ao todo, mais de 300 agentes dos comandos da PSP de Lisboa e Setúbal integram a megaoperação de segurança, que já começou ontem à noite.
Depois de visitar o Hospital da Estefânia e as igrejas dos Anjos e de São Nicolau, o andor, rodeado de crianças, inicia o percurso a pé até à Praça do Comércio já sem escolta mas protegido por grades até ao altar junto do rio.
Num fim-de-semana em que é esperada uma multidão de fiéis entre as cidades de Lisboa e Almada, a PSP não se esgota em conselhos à população, com especial incidência sobre a actuação de carteiristas. A PSP mobilizou ainda equipas de inactivação de explosivos e atiradores do GOE.
in.:www.correiomanha.pt

A Pós-Graduação (6ª edição)/Mestrado (1ª edição) em Acção Humanitária, Cooperação e Desenvolvimento da Universidade Fernando Pessoa apresenta a Exposição ‘Direito Internacional Humanitário’.
Inicialmente apresentada no V Fórum Social Mundial (Porto Alegre, Brasil, 2005), parte desta exposição é agora apresentada pela primeira vez em Portugal, com o apoio da Comissão Europeia e do Comité Internacional da Cruz Vermelha.
Este conjunto de 17 painéis com grandes fotografias relativos ao Direito Internacional Humanitário foi já apresentado em vários lugares (Assembleia da República; Delegações da Cruz Vermelha do Porto, de Braga, de Guimarães, de Vila Real, da Madeira; Segurex 09 na Fil; Instituto Superior de Ciências Políticas e Sociais).
A Cruz Vermelha Internacional faz, em 2009, 150 anos sendo, também, esta efeméride que esta exposição celebra.
______________________________
Programa
15 de Maio - Inauguração – 18.00
Prof. Doutor Salvato Trigo
Reitor da UFP– Abertura da exposição
Paulo Castro Seixas – Apresentação do Mestrado em Acção Humanitária, Cooperação e Desenvolvimento
Felice Dindo – Responsável do Departamento Internacional da CVP e Ex-Delegado do Comité Internacional da Cruz Vermelha
19.00 - I Seminário de Acção Humanitária, Cooperação e Desenvolvimento – Projectos em Curso
Paulo Castro Seixas (Coord. da PG/Mestrado em AHCD - UFP)
Patrícia Campos/Karina Oliveira (Proponentes do Núcleo de Estudos Para o Desenvolvimento)
João Esteves (Responsável da Consulta do Viajante - UFP)
Karina Oliveira (Mestranda em Cooperação - UFP)
Alice Duarte (Pós-Doutoranda em Antropologia e Cooperação – UFP – Prof. da UP)
Marco Vallimo (Mestrando em Cooperação - Univ. Turim)
Sónia Fernandes (Cooperante/Presidente da Escola de Voluntariado)
ENTRADA LIVRE



Dois operários ficaram esta tarde feridos, sem gravidade, num acidente com uma betoneira, numa obra no Campo da Feira, em Santarém.

Osvaldo Tavares adiantou que os velocípedes integram o dispositivo de Protecção Civil disponibilizado aos milhares de peregrinos que hoje e quarta-feira são esperados na cidade de Fátima.
«É um meio eficaz para chegar mais rapidamente ao local, de forma a prestar socorro numa situação de grande confusão, como acontece aqui em Fátima nestes dias», afirmou o responsável.
Osvaldo Tavares acrescentou que «há locais é complicado as ambulâncias chegarem», sendo que «as bicicletas até podem circular nos passeios».
Cada uma das bicicletas está equipada com material diferente de socorro, mas o objectivo é que andem sempre as duas juntas, esclareceu o coordenador de Plataforma da Cruz Vermelha Portuguesa.
Já o segundo velocípede tem «material de trauma, para imobilizar as pessoas», esclareceu, sublinhando que os dois velocípedes «completam-se».
As duas bicicletas estão estacionadas na rotunda Norte e integram a Delegação Local de Águeda da Cruz Vermelha Portuguesa, onde está sediada a Coordenação da Plataforma de Emergência da Zona Centro.
No local, além de uma Posto Médico Avançado para assistência e prestação de socorro aos fieis e viaturas, estão ainda dez elementos da Cruz Vermelha Portuguesa.
O início da primeira grande peregrinação do ano ao Santuário de Fátima está marcado para as 18:30 de hoje, na Capelinha das Aparições, seguindo-se, três horas mais tarde, a recitação do terço, a procissão das velas e a celebração da eucaristia.
O momento mais aguardado das cerimónias religiosas está reservado para quarta-feira, a partir das 10:00, com a procissão, eucaristia, bênção dos doentes, consagração e o adeus.

O Grupo de Trauma e Emergência tem o prazer de informar que se
encontram abertas as inscrições para o:
INTERNATIONAL TRAUMA LIFE SUPPORT (ITLS)

Uma colisão entre duas viaturas ligeiras provocou esta manhã, em Guia, Pombal, seis feridos sem gravidade, cinco dos quais idosos de um lar local, disse fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Leiria.
A mesma fonte adiantou que o acidente ocorreu às 09:41 e envolveu uma viatura ligeira de passageiros, onde eram transportados os idosos, e um carro de uma escola de condução.
Ao local acorreram quatro ambulâncias, três dos Bombeiros Voluntários de Pombal e uma da secção de Monte Redondo dos Voluntários de Leiria, com oito homens, explicou a fonte do CDOS.
O comandante dos Bombeiros Voluntários de Pombal, José Costa, acrescentou que os idosos foram também socorridos pela Cruz Vermelha Portuguesa e por uma ambulância do Instituto Nacional de Emergência Médica sediada no hospital de Pombal.
José Costa afirmou que os idosos feridos têm idades entre os 67 e 83 anos e "não inspiram cuidados de maior", tendo sido transportados para o hospital da Figueira da Foz.
Também para o hospital da Figueira da Foz foi levada a condutora de uma das viaturas envolvidas no acidente, de 27 anos, considerada igualmente ferido ligeiro.
"Pode haver casos com traumatismo, mas nada de grave", referiu ainda o comandante da corporação de Pombal.
in.:www.dn.sapo.pt


Um ciclista de 60 anos ficou gravemente ferido, esta tarde, após ter sido atropelado por uma composição do Metro do Porto.
De acordo com fonte do INEM, em declarações ao tvi24.pt, o acidente aconteceu às 18:14, na Avenida da República, em Matosinhos.
A vítima sofreu traumatismos vários nas pernas e na bacia, e foi entretanto transportada para o Hospital de Pedro Hispano, em Matosinhos.
No local esteve a Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) do hospital de Santo António, bem como uma ambulância do INEM e uma ambulância da Cruz Vermelha Portuguesa, Delegação Local de Matosinhos.
Os profissionais tiveram dificuldade em remover o ferido do local, já que este se encontrava debaixo da composição de Metro.
in.:www.tvi24.iol.pt
A 8 de Maio, Dia Mundial da Cruz Vermelha Crescente Vermelho, e ao longo de 2009, a Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho e o Comité Internacional da Cruz Vermelha, apelam a uma acção conjunta de todas as sociedades em prol de um mundo melhor. O lema é: “O nosso mundo. A sua acção.”
“Todos podemos, de uma forma ou de outra, cada um dentro da sua esfera de actuação e de acordo com os seus limites, fazer algo para ajudar a desenvolver o bom trabalho.” Estas palavras, escritas por Henry Dunant após a Batalha de Solferino, personificam o espírito do nosso Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho. Este ano são assinalados o 150º Aniversário de Solferino e as origens do Movimento celebrando a sua convicção de que os indivíduos são capazes de fazer a diferença.
Hoje, dia 8, é lançada a campanha “O nosso mundo. A sua acção. (“Our world. Your move.”) – um empreendimento ambicioso destinado a aumentar a sensibilização para os “Solferinos” dos nossos dias e os desafios sem precedentes que todos enfrentamos, desde conflitos armados e deslocamentos em massa até às alterações climáticas e à crise económica global. Temos a responsabilidade colectiva de transformar o nosso mundo num local melhor. Cabe a cada um de nós, como indivíduos, actuar e fazer algo para ajudar os outros. Jovens ou séniores, todos podemos fazer a diferença.
Ao longo dos últimos 150 anos, a Cruz Vermelha/Crescente Vermelho transformou-se na maior rede humanitária mundial, com dezenas de milhões de voluntários devidamente treinados, dando resposta a crises e desenvolvendo capacidades locais em todo o mundo. Estes voluntários constituem o legado vivo de Henry Dunant e podemos estar de facto orgulhosos pelas actividades que são diariamente desenvolvidas pelos nossos dedicados voluntários e colaboradores.
Todavia, frequentemente, as pessoas que dão resposta a crises são elas próprias vítimas de guerras ou catástrofes. Para que seja possível continuar a desenvolver o “bom trabalho”, temos de fortalecer as comunidades para que sejam capazes de se auto-proteger de perdas evitáveis de vidas e de meios de subsistência. Temos igualmente de continuar a estimular o espírito de voluntariado a nível local, possibilitando a proximidade com as pessoas afectadas e para melhor compreender e responder às suas necessidades.
Os desafios são grandes e as necessidades imensas, mas o Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho foi criado para tempos como este – para inspirar e encorajar outros a continuar. Assinalando o 150º Aniversário do nosso humilde começo a 24 de Junho, tenhamos orgulho no facto de sermos todos uma parte de uma das maiores conquistas humanas da história recente. Sejamos a voz de todos os que sofrem e digamos ao mundo que eles têm o direito a ser ouvidos, protegidos e auxiliados. Isto é um apelo à esperança apoiado pela acção.
in.:http://noticias.pt.msn.com/



Distritos de Lisboa, Setúbal e Santarém são palco do primeiro exercício internacional de sismo realizado em Portugal.
Há cerca de quatro horas que três bombeiros, que fingem ser vítimas de um sismo, aguardam pelo socorro, mas este não há meio de chegar. Ou melhor, chegou antes do previsto e, por isso, o simulacro, em Póvoa de Santa Iria, foi interrompido.
Durante as últimas 48 horas, os distritos de Lisboa, Setúbal e Santarém foram palco do primeiro exercício internacional de sismo realizado em Portugal, com a intervenção de equipas de protecção civil das regiões autónomas da Madeira e Açores, Espanha, França e Grécia, mas nem tudo tem estado a correr bem.
Dada a dificuldade em encontrar civis suficientes para que vestissem a pele das vítimas do sismo, houve necessidade de recorrer a bombeiros, por exemplo, no bairro dos Pescadores, na Póvoa de Santa Iria, concelho de Vila Franca de Xira, onde a equipa do JN esteve toda a tarde a acompanhar o exercício internacional.
Pelas 15 horas, foi dado início às operações de busca e salvamento das vítimas, algumas das quais estavam soterradas. "Fomos retirados dos escombros, levaram-nos para as ambulâncias, mas depois deram ordem para parar tudo", contou, ao JN, uma das "vítimas". Estes bombeiros deveriam trabalhar como equipas de busca apeadas, "mas dada a falta de «vítimas» tivemos que ser nós".
Um dos oficiais no local disse aos jornalistas que "o exercício começou mais cedo do que o previsto e que os tempos não estavam a ser respeitados". Por isso, as operações foram interompidas.
De acordo com António Carvalho, comandante municipal de Vila Franca de Xira, responsável pelo simulacro na Póvoa de Santa Iria, no início "houve algumas dificuldade de comunicação com o comando distrital. Tivemos que colocar um posto de satélite para ultrapassar esse problema".
Neste exercício está proibido o uso de telemóveis. A aposta é na utilização das redes de satélite, das redes de comunicação de cada uma das forças intervenientes (bombeiros, INEM, Cruz Vermelha Portuguesa, Fuzileiros, Polícia Marítima, PSP, GNR, Polícia Judiciária, etc.) e no SIRESP (Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal), que apesar de ainda não estar totalmente instalado, os equipamentos estão a ser testados neste simulacro.
Confrontado com os atrasos verificados nos cenários onde ontem se realizou o simulacro (além da Póvoa de Santa Iria, o exercício decorreu também em Benavente), o comandante nacional de Operações da Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) disse que estes são "vantajosos" e configuram "mais um desafio" ao exercício de risco sísmico.
Em conferência de imprensa realizada pelas 18 horas no Centro Táctico de Comando (CETAC), instalado na Base Aérea de Sintra, Gil Martins afirmou que as primeiras horas do simulacro estavam "a correr bem" e que ainda não tinham sido sentidas "grandes dificuldades".
Enquanto isso, no bairro dos Pescadores, a Cruz Vermelha Portuguesa começava a montar o Posto Médico Avançado. As "vítimas" do sismo aguardavam impacientemente o início das operações de busca e salvamento e os sete cães da equipa cinotécnica da PSP esperavam na carrinha pela hora de entrar em acção e os fuzileiros e mergulhadores aguardavam ordens.
Num briefing realizado pelas 18.35 horas, o comandante António Carvalho garantia que a operação estava a "correr dentro do planeado". "Há feridos resgatadosnos sectores Alfa e Bravo. O hospital do INEM está a ser montado e a enfermaria das Forças Armadas, com 12 camas, também".
Neste exercício estão envolvidas 24 entidades e cerca de 1760 operacionais portugueses e estrangeiros. É o terceiro e último simulacro planeado pela ANPC para validação do Plano Especial de Emergência de Risco Sísmico para a Área Metropolitana de Lisboa e Concelhos Limítrofes (PEERS-AMLS).
in.:www.jn.pt
* COM LUSA
A Delegação da Trofa da Cruz Vermelha Portuguesa inaugurou, esta segunda-feira, um dos Epaços TER - Trofa em Rede, que terão como missão a prevenção primária da toxicodependência em crianças e jovens em idade escolar, dos 6 aos 18 anos.
O projecto surgiu da necessidade de intervenção ao nível da prevenção de comportamentos de risco na área da toxicodependência e consumo de substâncias psicoactivas, perante o diagnóstico de uma elevada taxa de incidência no concelho da Trofa.
A acções que irão decorrer nos Espaços TER contemplam actividades desportivas, workshops de teatro, dança, música, artesanato urbano e reciclagem, entre muitas outras actividades.
Financiado pelo Instituto da Droga e da Toxicodependência e pelo Ministério da Saúde, o projectos dos Espaços TER irá estar em S. Martinho de Bougado às segundas e quartas-feiras, em S. Mamede do Coronado às quintas e em S. Romão do Coronado às sextas-feiras.
in.:wwwonoticiasdatrofa.pt
CURSO ELEMENTAR USAR-BUSCA E SALVAMENTO URBANO
15 DE MAIO DE 2009
Programa
• A Busca e Salvamento Urbano
• O desenvolvimento e a organização de uma operação de Busca e Salvamento Urbano
• Construção Civil
• Causas e tipos de colapsos de edifícios e estruturas
• Riscos e segurança em Busca e Salvamento Urbano
• A avaliação estrutural em Busca e Salvamento Urbano
• A sinalização utilizada em Busca e Salvamento Urbano
• A busca e localização de vítimas
• Escoramentos
• A remoção de destroços superficiais
Objectivos Gerais:
- Reconhecer e identificar a situação inicial e evolução potencial de incidentes envolvendo colapsos de estruturas.
- Identificar os recursos necessários para desenvolver de forma segura e efectiva operações de Busca e Salvamento.
- Accionar o sistema de resposta de emergência
- Isolar o local de incidente e iniciar a organização do teatro de operações
- Reconhecer os riscos gerais e as medidas de segurança a adoptar
- Identificar os diferentes elementos de construção civil e os diversos tipos construtivos e de ocupação de
Coordenador técnico -pedagógico
Carlos Carvalho
Corpo Docente
Carlos Carvalho – Adjunto de Comando de Bombeiros
Joaquim Craveiro – Sub-Chefe Principal do Regimento de Sapadores de Bombeiros
Luís Pimentel – Chefe 1ª Classe do Regimento de Sapadores de Bombeiros
Manuel Velloso – Director de Serviços de Planeamento e Operações do Serviço Nacional de Protecção Civil
Custo Total: 110€ (inclui certificado, t-shirt, emblema docurso, pasta, documentação, refeição.
A REALIZAR NA ESCOLA DE LIMITAÇÃO DE AVARIAS DA ARMADA, NO ALFEITE
Para mais informação consultar www.anafs.com
__


