terça-feira, 16 de junho de 2009

Formação: Curso CETC - Lisboa


O Grupo de Trauma e Emergência tem o prazer de informar que se

encontram abertas as inscrições para o:

Curso Emergência, Trauma e Catástrofe (CETC)

5,6,7 e 8 de Novembro 2009 | 16 horas | 500 Euros

Local: Distrito de Lisboa

Limite: 60 formandos por curso

Público-alvo: Enfermeiros, alunos de enfermagem, médicos, alunos de

medicina, bombeiros, agentes da protecção civil, ...

Email: cetcgte@gmail.com

Forma de pagamento: 50% antes do inicio da formação a ser enviado por cheque á ordem de GTE e 50% no primeiro dia da formação .

Com os melhores cumprimentos e votos de até breve.

Ricardo Pires

Grupo Trauma e Emergência

Rua Hermenegildo Gomes Pereira, 8-A, 2500-833 Caldas da Rainha, Portugal

www.grutraueme.pt

Formação: Curso ITLS - Castelo Branco


O Grupo de Trauma e Emergência tem o prazer de informar que se

encontram abertas as inscrições para o:

INTERNATIONAL TRAUMA LIFE SUPPORT (ITLS)

29 e 30 de Agosto 2009 | 22 horas | 350 Euros

Local: Castelo Branco

Limite: 20 formandos por curso

Público-alvo: Enfermeiros, alunos de enfermagem, médicos, alunos de

medicina, bombeiros, agentes da protecção civil, ...

Email: itlsgte@gmail.com

Forma de pagamento: 50% antes do inicio da formação a ser enviado por cheque á ordem de GTE e 50% no primeiro dia da formação .

Com os melhores cumprimentos e votos de até breve.

Ricardo Pires

Grupo Trauma e Emergência

Rua Hermenegildo Gomes Pereira, 8-A, 2500-833 Caldas da Rainha, Portugal

www.grutraueme.pt

Formação: Curso ITLS - Parede, Cascais


O Grupo de Trauma e Emergência tem o prazer de informar que se

encontram abertas as inscrições para o:

INTERNATIONAL TRAUMA LIFE SUPPORT (ITLS)

10 e 11 de Outubro 2009 | 22 horas | 350 Euros

Local: Bombeiros Voluntarios de Parede

Limite: 20 formandos por curso

Público-alvo: Enfermeiros, alunos de enfermagem, médicos, alunos de

medicina, bombeiros, agentes da protecção civil, ...

Email: itlsgte@gmail.com

Forma de pagamento: 50% antes do inicio da formação a ser enviado por cheque á ordem de GTE e 50% no primeiro dia da formação .

Com os melhores cumprimentos e votos de até breve.

Ricardo Pires

Grupo Trauma e Emergência

Rua Hermenegildo Gomes Pereira, 8-A, 2500-833 Caldas da Rainha, Portugal

www.grutraueme.pt

Formação: Curso PEPP - Évora


O Grupo de Trauma e Emergência tem o prazer de informar que se

encontram abertas as inscrições para o:

Pediatric Education for Prehospital Professionals (PEPP)

3 e 4 de Julho 2009 | 16 horas | 350 Euros

Local: Escola Enfermagem Evora

Limite: 20 formandos por curso

Público-alvo: Enfermeiros, alunos de enfermagem, médicos, alunos de

medicina, bombeiros, agentes da protecção civil, ...


Email: pepp.gte@gmail.com

Forma de pagamento: 50% antes do inicio da formação a ser enviado por cheque á ordem de GTE e 50% no primeiro dia da formação .

Com os melhores cumprimentos e votos de até breve.

Ricardo Pires

Grupo Trauma e Emergência

Rua Hermenegildo Gomes Pereira, 8-A, 2500-833 Caldas da Rainha, Portugal

www.grutraueme.pt

Formação: Curso PEPP - Parede, Cascais



O Grupo de Trauma e Emergência tem o prazer de informar que se

encontram abertas as inscrições para o:

Pediatric Education for Prehospital Professionals (PEPP)

1 e 2 de Agosto 2009 | 16 horas | 350 Euros

Local: Quartel dos Bombeiros Voluntarios de Parede

Limite: 20 formandos por curso

Público-alvo: Enfermeiros, alunos de enfermagem, médicos, alunos de

medicina, bombeiros, agentes da protecção cívil, ...

Email: pepp.gte@gmail.com

Forma de pagamento: 50% antes do inicio da formação a ser enviado por cheque á ordem de GTE e 50% no primeiro dia da formação .

Com os melhores cumprimentos e votos de até breve.

Ricardo Pires

Grupo Trauma e Emergência

Rua Hermenegildo Gomes Pereira, 8-A, 2500-833 Caldas da Rainha, Portugal

www.grutraueme.pt

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Notícias: Feira de Protecção Civil. Participação CVP Vila Conde.

Apesar do tempo chuvoso que ameaçou pregar uma partida à organização, a Feira da Protecção Civil decorreu de forma positiva, com a adesão de diversas entidades que, no passado fim-de-semana, realizaram várias demonstrações, dirigidas a crianças e adultos.

Desde a segurança rodoviária à actividade dos bombeiros muitas foram as actividades que fizeram parte do programa da primeira Feira da Protecção Civil organizada pela Câmara Municipal da Trofa, no Parque Nossa Senhora das Dores.

As crianças e os jovens puderam aprender algumas medidas de prevenção, no 5º Colóquio sobre Segurança Rodoviária - "Primeiro a Segurança", assim como experimentar os simuladores de capotamento e choque frontal e simuladores de condução de motas, entre outros.

Organizado pelo quinto ano consecutivo pela FAPTROFA - Federação da Associação de Pais do Concelho da Trofa, as acções de prevenção rodoviária foram dirigidas às crianças do concelho da Trofa. Dedicada às "crianças das pré - primárias e das EB1", a feira pretende "sensibilizar as crianças para o que é hoje a prevenção rodoviária e aquilo que eles têm de ter em atenção em relação àquilo que é eles serem não só peões, mas também serem transportados pelos pais nos carros", adiantou ao NT/TrofaTv Adriano Vasconcelos, presidente da FAPTROFA. "Para além de conduzirem o próprio carro delas, vão perceber como é conduzir e como é serem eles o dono do volante e saber o cuidado que têm de ter ao andar nas estradas, como também saber serem peões e andar no passeio e atravessar as ruas", acrescentou.

Para reforçar o papel na realização da Feira da Protecção Civil, a FAPTROFA assinou, no sábado, um protocolo com a Câmara Municipal da Trofa. "É um protocolo que nos faz ter mais um papel activo, porque nós já o temos há muitos anos a esta parte, porque somos companheiros da Câmara da Trofa a nível da divulgação das actividades em relação à protecção civil", avançou Adriano Vasconcelos, referindo que o protocolo servirá para atribuir "mais responsabilidade" à FAPTROFA, "naquilo que é a divulgação da protecção civil e no fundo da segurança rodoviária".


Apesar de lamentar a chuva que condicionou algumas das actividades da Feira, António Pontes, vereador do pelouro da Protecção Civil da autarquia, mostrou-se satisfeito com o balanço do evento, do qual salientou a adesão das entidades". "Tivemos uma adesão enorme de todas as entidades que, de alguma forma directa ou indirectamente, têm a ver com a temática da protecção civil e com a temática da segurança rodoviária", afirmou ao NT/TrofaTv.

António Pontes não deixou de relembrar a importância de iniciativas como esta, especialmente centrada na segurança rodoviária dos mais pequenos. "O nosso objectivo é podermos sensibilizar as pessoas do nosso concelho, com uma particularidade muito grande para as nossas crianças e adolescentes, porque é a partir deles que realmente conseguimos criar posturas e, sobretudo, práticas correctas do ponto de vista da segurança rodoviária e do ponto de vista da protecção civil no geral", sublinhou.

No passado fim-de-semana os trofenses tiveram a oportunidade de conhecer de perto o trabalho desenvolvido pelas entidades com dispositivos montados a nível da protecção civil, quer no concelho, quer em outras de âmbito distrital e nacional. Acções de sensibilização nas áreas de emergência médica e de combate a incêndios foram as actividades realizadas pelo corpo de Bombeiros Voluntários da Trofa, que realizaram várias demonstrações de extinção de incêndios, operações de desencarceramento e simulação de explosões.

A Cruz Vermelha Portuguesa, Delegação Local de Vila do Conde trouxe até ao Parque Nossa senhora das Dores a equipa cinotecnica, mostrando assim como os cães actuam em missões de busca e salvamento e caso de desaparecimento de pessoas.


in.:www.onoticiasdatrofa.pt

domingo, 14 de junho de 2009

Tele Assistência em Lagoa. Protocolo com a CVP.

Cruz Vermelha cria serviço de Teleassistência em Lagoa

A Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) vai implementar e gerir, no concelho de Lagoa, um serviço de Teleassistência, que vai prestar apoio a 100 pesssoas carenciadas.

O projecto surge no âmbito da assinatura de um protocolo de concessão financeira e cooperação técnica com a autarquia local, o qual visa a prestação de serviços na área da saúde, considerando, “entre muitas outras razões humanitárias”, as situações de dependência decorrentes da idade, doença prolongada, convalescença, incapacidade, isolamento ou condições económicas desfavorecidas.

A edilidade lagoense afirma ter “um projecto de apoio às populações, designadamente às de fracos recursos financeiros e sociais – logo, as mais carenciadas e necessitadas de ajudas especiais, como é o caso dos idosos”.

A câmara pagará à CVP os serviços que esta prestará a 100 pessoas carenciadas, num regime subsidiado, sendo que no regime geral todos os interessados poderão firmar acordos directos com a CVP, “a baixos custos”.

O projecto possibilita ainda a permanência das pessoas em situação de dependência no seu domicílio, “garantindo a sua qualidade de vida, saúde e segurança e promovendo a sua auto-estima”.


in.:www.regiao-sul.pt

terça-feira, 9 de junho de 2009

Fotos: "OUR WORLD - AT WAR" ICRC - VII PHOTOGRAPHERS

Exposição fotográfica da Comité Internacional da Cruz Vermelha, realizada pela agência fotográfica VII PHOTOGRAPHERS.

Todas as fotos propriedade do Comité Internacional da Cruz Vermelha




































Notícias: Entrevista ao Presidente do Comité Internacional da Cruz Vermelha


Cada vez mais trabalho para a Cruz Vermelha



Ainda há muito a ser feito em nível mundial, apesar dos progressos em Guantánamo e na questão das bombas de fragmentação, como explica à swissinfo.ch o presidente do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICR).

Jakob Kellenberger fala sobre o 150° aniversário da Batalha de Solferino em 24 de junho, o terrível episódio que inspirou Henri Dunant a fundar a Cruz Vermelha.

A Cruz Vermelha comemora em 2009 o 90° aniversário da Federação Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho e paralelamente o 60° aniversário das Convenções de Genebra.

Dentre as atividades planejadas, milhares de jovens oriundos de mais de 120 países irão à Solferino, no norte da Itália, entre 23 a 28 de junho para comemorar a história do movimento e definir sua visão para enfrentar os desafios humanitários de hoje.

swissinfo.ch: O que o senhor vê como os principais desafios para o CICV nos próximos anos

Jakob Kellenberger: Um grande desafio é continuar a melhorar nosso acesso às pessoas afetadas por conflitos armados e outras situações de violência.

Também devemos continuar a lutar tenazmente por mais respeito ao Direito Humanitário Internacional (DHI). Sabemos que o DHI nunca foi respeitado como deveria...mas se você luta pelo seu respeito com determinação, é possível fazer progressos.

Mas frente às crises recentes - Sri Lanka, o conflito entre Israel e Palestina, Afeganistão, Iraque, Guantánamo, a Guerra contra o Terror - onde as partes parecem ignorar o DHI, não deveria haver uma revisão das Convenções de Genebra e dos respectivos instrumentos jurídicos?

Em nossa opinião, o principal desafio é alcançar um maior respeito às regras já existentes. Porém você nunca pode se dar ao luxo de dizer que as regras estão atualizadas e perfeitas. Áreas do DHI devem ser esclarecidas. Por exemplo, a noção de participação direta em hostilidades, um ponto que se tornou central, tem de ser esclarecida se você quiser assegurar que civis não participando diretamente das lutas sejam poupados. O CICV acaba de publicar um estudo sobre esta importante questão.

Ao longo dos últimos dois anos, também estivemos examinando com bastante extensão até que ponto o desenvolvimento futuro dos tratados legais é necessário, especialmente até que ponto diz respeito o DHI aplicado sobre conflitos armados não internacionais. Nesta área a legislação do tratado é bastante fraca.

Após sua recente visita aos Estados Unidos, quão convencido está o senhor de que a prisão de Guantánamo irá fechar e que as políticas americanas de detenção e interrogatório, que suscitaram grandes reservas, irão agora cumprir totalmente com as regras estipuladas nas Convenções de Genebra?

O presidente Barack Obama assinou três ordens executivas em 22 de janeiro de 2009, três painéis de revisão para lidar com Guantánamo, políticas de detenção, transferência de presos e interrogatórios.

Estive em Washington em abril devido a estes painéis de revisão e para encontrar membros destes três painéis, incluindo o secretário de Defesa, o Procurador-geral, o secretário de Estado e o conselheiro de Segurança Nacional.

Teremos de ver os resultados dos painéis de revisão, mas penso que é um sinal muito positivo para o CICR o fato de estar tão estreitamente associado a este trabalho, o que nos permite dar a nossa contribuição.

A nova administração estava muito ciente de sua total rejeição a qualquer forma de tortura. Eles não questionam suas obrigações frente às Convenções de Genebra e anunciaram que Guantánamo seria fechada no prazo de um ano. São boas notícias.



A Cruz Vermelha Suíça recentemente relatou uma queda no número de voluntários e nos níveis de compromisso. O senhor vê a questão como um problema futuro para o movimento?

Eu não penso que essas mudanças no espírito do voluntarismo serão problemáticas para o movimento como um todo. Na África, onde existem uma grande quantidade de problemas humanitários e conflito, o número de voluntários não está diminuindo.

Pelo que tenho escutado, esse é mais um problema do mundo ocidental. Curiosamente enquanto parece haver menos interesse em ser voluntário para causas humanitárias, o mesmo não é o caso para outros setores.

Como lidar com a delicada tarefa de saber quando falar em público?

Esse é um dos grandes desafios - uma das coisas com que eu mais luto neste trabalho. Muitas vezes me pergunto: 'É esse o momento de falar ao público ou não? Quais serão as vantagens ou desvantagens? A linha divisória é muito estreita.

Temos diretrizes muito claras detalhando as condições que têm de ser cumpridas antes de podemos denunciar publicamente possíveis violações do DHI.

Em primeiro lugar, temos de ser confrontados com violações sistemáticas e sérias do DHI. Em segundo lugar, todas as nossas repetidas intervenções bilaterais com a parte responsável do conflito não surtiram efeito. Em terceiro, temos de ter testemunhado essas violações ou ter obtido informações de fontes confiáveis. Por último, precisamos estar convencidos que falar em público é a melhor coisa que podemos fazer às pessoas afetadas pelos abusos. Se estas condições foram preenchidas, é possível para o CICV denunciar publicamente as violações do DHI.

Confidencialidade é um instrumento importante para que o CICV tenha acesso às pessoas que estão sofrendo devido à guerra, mas isso não é incondicional.

Seu ambiente de trabalho é extremamente desafiador e, muitas vezes, bastante desanimador. Quais foram os sinais de esperança e avanços ao longo dos últimos nove anos?

Todas as sociedades nacionais da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho enfrentam seus próprios desafios em seus próprios países, mas existe um potencial interessante de trabalhar juntos para ver um impacto maior.

Muitas vezes você só pode ter uma influência se as atividades do CICV e sociedades nacionais complementam umas às outras. Quando visitei recentemente a província fronteiriça ao noroeste do Paquistão, pude ver o impacto positivo da nossa cooperação com o Crescente Vermelho paquistanês.

A capacidade operacional do CICV e sua habilidade de dispor rapidamente de resposta às crises agudas, como visto recentemente no sul do Líbano, Geórgia e Gaza, também são fontes de satisfação.

E também houve desenvolvimentos positivos do DHI. Não ouso imaginar qual seria a situação se não tivéssemos tido tantos colaboradores lutando por um maior respeito do DHI em campo.

Temos resultados. Tendemos a falar sobre violações, mas nunca falamos sobre casos em que, graças às intervenções através do CICV, outras violações puderam ser impedidas.

E eu acho que ninguém teria imaginado há dois ou três anos que, hoje em dia, mais de cem países teriam assinado uma convenção para banir as bombas de fragmentação (munições cluster).


Por: Simon Bradley, in.:swissinfo.ch

domingo, 7 de junho de 2009

Notícias: Novos Voluntários na CVP

Delegação da Cruz Vermelha Portuguesa
tem mais 30 voluntários

A cerimónia de compromisso de honra realizada ontem à tarde, na presença de diversas entidades e dezenas de familiares, envolveu 30 novos elementos para a delegação da Figueira da Cruz Vermelha Portuguesa e mais 18 para a instituição congénere de Águeda, que se insere na mesma “plataforma”. Os recrutas foram alvo de um curso preparatório de seis meses, que englobou primeiros socorros para tripulantes de ambulâncias de socorro, na vertente hospitalar.
Estes novos elementos significam «renovação, aumento de capacidades de resposta em situação pré-hospitalar e de catástrofe», segundo explicou ao nosso Jornal o socorrista Bruno Gomes, que, apesar de defender que o número de voluntários «nunca é demais», assegura que na Figueira da Foz a Cruz Vermelha Portuguesa efectua «uma cobertura de proximidade», uma vez que, além da delegação que passa a ter cerca de 80 voluntários, existem núcleos em diversos pontos do concelho (Carvalhais, Borda do Campo, Quiaios e Maiorca), num total de cerca de 200 elementos.
E apesar do concelho «nunca estar desguarnecido», diz o jovem socorrista, na delegação da Figueira faz falta uma viatura medicalizada e mais uma ambulância de socorro, que iriam «beneficiar a população», juntando-se assim às três viaturas de socorro, duas de transporte, outras duas de transporte para pessoal e uma de comando, além de um barco e dois postos de socorro móveis. No entanto, essas necessidades serão adiadas para mais tarde, uma vez que as tentativas para angariar verbas têm tido resultados infrutíferos. «Devemos cancelar a gala prevista para angariar fundos», adiantou a presidente da delegação, que admite, com certa tristeza, que não obteve respostas favoráveis a nenhum dos patrocínios solicitados. «Todos nos remetem para mais tarde», frisou a dirigente.
Laura Lacerda aproveitou ainda a oportunidade para agradecer aos novos elementos o participarem na vida da comunidade, salientando que acredita na juventude porque eles provam «que são capazes de congregar esforços, contribuindo para que o mundo seja mais fraterno e solidário», assentando os seus princípios «em valores de verdade, justiça, liberdade e amor».

in.:www.diariocoimbra.pt



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Delegação Local de Águeda:
Juramento de honra

A cerimónia de juramento de compromisso de honra de 40 novos voluntários/socorristas da Cruz Vermelha Portuguesa decorreu no dia 6 de Junho, na Figueira da Foz, sendo 18 da Delegação de Águeda.

O juramento é o culminar de meses de preparação e aprendizagem para estes 18 voluntários, 11 com formação TAT (Tripulante de Ambulância de Transporte), quatro TAS (Tripulante de Ambulância de Socorro) e três em serviço de enfermagem (com formação superior).

in.: www.soberaniadopovo.pt

Formação: Curso Basic Trauma Life Support - Lisboa

Curso: Basic Trauma Life Support - BTLS-Portugal

Local: Lisboa

Data: 04/07 e 05/07 de 2009


sexta-feira, 5 de junho de 2009

Relembrar um post de 30 de Outubro de 2008

Boas noites...

Desculpem, mas nem sempre tenho tido o tempo necessário para dedicar ao blog, cuja função é mostrar e dignificar o papel da Cruz Vermelha Portuguesa, como interveniente e parceiro activo no Socorro em Portugal.
Porque também nós fazemos Socorro em Portugal, e de qualidade...

Por isso, e devido a determinados comentários, menos dignificantes, e mesmo insultuosos que começam a surgir neste meu, nosso blog, anuncio que, apartir deste momento, todos os comentários efectuados serão moderados pela minha pessoa.

Atenciosamente
Bons Socorros

zellys@gmail.com
www.cvp-emergencia.blogspot.com

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Fotos: Cruz Roja Española - Madrid

Algumas fotos de uma das bases da Cruz Vermelha Espanhola em Madrid, com os seus meios.

Quando fomos visitar esta base, por ocasião das Jornadas Municipais de Catástrofes do SAMUR, estavam de prevenção 2 equipas distintas, a equipa da ambulância, devidamente uniformizados e com os equipamentos de socorro, não topo de gama, mas de qualidade, afim de garantir um bom socorro à população, e a equipa de primeira intervenção da ERIE (Equipa Resposta Imediata em Emergências), que pode, mediante activação dos voluntários via SMS, accionar a totalidade da equipa, para num tempo máximo de 3 horas estar em qualquer ponto de Espanha.
De entre os vários tipos de ERIE's existentes. Estavam de prevenção nesta base as ERIES de Intervenção PsicoSocial, e a ERIE de Alojamento Provisório.

TODAS AS FOTOS SÃO PROPRIEDADE DE WWW.CVP-EMERGENCIA.BLOGSPOT.COM