in.: http://escutismo_adulto.blogs.sapo.pt
quinta-feira, 18 de março de 2010
quarta-feira, 17 de março de 2010
terça-feira, 16 de março de 2010
CVP em acção: Acidente de viação em Portelo. Intervenção CVP Prado.

O choque envolveu duas viaturas ligeiras: um Jeep e um Mercedes.
As causas do acidente ainda estão por apurar, mas uma fonte dos Bombeiros Voluntários de Vila Verde disse que “o Mercedes seguia na direcção de Ponte de Lima - Prado, perdeu o controle e embateu de frente no Jeep.” Inicialmente registaram-se três feridos ligeiros, mas o condutor que causou o acidente sentiu-se mal e também teve de ir para o hospital. A Cruz Vermelha Portuguesa, Delegação de Prado e a GNR de Prado também estiveram no local.
in.:www.correiodominho.com
segunda-feira, 15 de março de 2010
Notícias: Teste à Protecção Civil em Castro Verde. Intervenção CVP Castro Verde.
O exercício “ESISCASTRO/2010” teve como finalidade exercitar o Plano Municipal de Emergência de Protecção Civil (PMEPC) de Castro Verde, integrando todos os Agentes de Protecção Civil, Entidades Intervenientes e sistemas de apoio à decisão, no quadro de intervenções em caso de diversas ocorrências no âmbito da Protecção Civil.




domingo, 14 de março de 2010
Notícias: Simulacro em Fafe. Intervenção CVP Fafe e CVP Serafão.
Para tornar o teatro de operações o mais 'realista' possível, também colaborou o Andebol Clube de Fafe, o Centro Cultural Social e Desportivo da Câmara Municipal e animadores.Respostas consoante as ocorrências
“As respostas vão evoluir consoante a evolução das ocorrências”, explicou-nos antes o comandante da Protecção Civil de Fafe, Pedro Valente. Pelas 15h00 iniciou um jogo de andebol. Nas bancadas, espectadores incentivavam os jogadores.
Cerca das 15h25 soou o alarme, uma nuvem de fumo invadiu o recinto. Ouviram-se gritos. Elementos das forças de segurança evacuam a assistência. Às 15h30 chega a primeira viatura dos bombeiros. Volvidos dois minutos é uma ambulância do Instituto Nacional de Emergência Médica. São 15h37 quando se vê outra ambulância dos cuidados intensivos.
Às 16h30 o comandante da protecção civil, contactado pelo CM, reconhecia não ter noção exacta do número de “vítimas” nem da gravidade, explicando que umas tinham sido transportadas para o Hospital de Fafe e outras para o de Guimarães.
“Mas a reacção foi de encontro às expectativas, confirmando o estado de prontidão e reforço”, frisou.
in.:www.correiodominho.com
Notícias: Simulacro de Acidente de aviação. Intervenção CVP Vilar/Vila Conde.
O simulacro, que para o comandante foi "importante para treinar a interação entre os vários agentes das operações civis" e "fundamental para afinar procedimentos", arrancou cerca das 15:30 com o incêndio do "avião despenhado".
A representar a aeronave despenhada, foram utilizados três autocarros colocados de forma alinhada num descampado junto à estação de Metro de Modivas Sul, Vila do Conde, e aos quais foram acrescentadas "asas" e "cauda".
10 minutos depois do "acidente" chegaram os primeiros veículos de bombeiros do aeroporto, veículos da Cruz Vermelha Portuguesa e dos Bombeiros Voluntários de Vila do Conde.


O incêndio na 'aeronave', acompanhado de explosões e efeitos pirotécnicos, foi extinguido em cerca de 20 minutos e os primeiros 2feridos graves" foram transportados, pelo INEM, para o hospital meia hora depois da "queda".
Enquanto isso, eram acionados pelo Posto de Comando montado no local todas as unidades hospitalares que se disponibilizaram para participar no exercício - Hospital de São João (Porto), Santos Silva (Gaia) e o de Braga - para onde, e após triagem pelo INEM, seriam transportadas as "vítimas".
Para desempenhar o papel de "vítimas" (mortos e feridos graves) estiveram no local 150 figurantes, associados da Fraternidade de Nuno Álvares (FNA) e seus familiares.
O Simulacro Águia 10 visou também testar a resposta do distrito face a um acidente com ocorrências distintas e em simultâneo, pelo que além do acidente aéreo fizeram parte do exercício um incêndio florestal, um urbano e um industrial, além de um acidente rodoviário com vítimas e um acidente com matérias perigosas.
Estiveram envolvidas no simulacro 47 corporações de bombeiros, 115 veículos e 369 operacionais dos vários agentes de proteção civil.
in.: http://escutismo_adulto.blogs.sapo.pt
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A queda de um avião logo após levantar voo, 37 mortos e 113 feridos foi o cenário que, ontem, se instalou a três quilómetros do aeroporto. Quatro centenas de operacionais participaram neste simulacro e o próximo é na Petrogal. O fumo não deu tréguas às "vítimas".
Num campo situado junto à estação de metro de Modivas Sul, em Vila do Conde, três autocarros, duas asas e uma cauda simulavam a aeronave. À volta, rodas, assentos e vítimas espalhadas pela relva com sangue simulado na face, braços e pernas. Vinte e cinco minutos após as 15 horas, começou a arder a traseira do avião e deu-se uma primeira explosão. Outras seguiram-se, sendo que uma delas projectou destroços para bem perto dos voluntários. Dez minutos após o alerta, chegaram os meios necessários. As primeiras foram as viaturas da Cruz Vermelha Portuguesa, Delegação de Vila do Conde.
A Protecção Civil mobilizou todos os meios para Modivas, onde estiveram ontem 369 operacionais e mais de 100 viaturas. Eram 47 corpos de bombeiros.
A aeronave estava em chamas quando chegou o corpo de bombeiros do aeroporto Francisco Sá Carneiro. Dos seus carros, saíam dois jactos fortes. Mas o vento estava contra. Ao mesmo tempo, deflagrava um incêndio na zona florestal. A toda a volta, muitas dezenas de populares assistiam a tudo, bem como os passageiros do metro, que continuou a circular.
Menos de 20 minutos após o acidente, as vítimas começavam a ser retiradas para triagem. Porém, ficaram sentadas numa zona de relvado para onde o vento levava o fumo do incêndio nos autocarros. O chão estava molhado e o frio também não dava tréguas.
Ponto crítico para aviões
Os feridos mais graves eram encaminhados para a tenda do INEM, que posicionou uma dezena de ambulâncias. Alguns foram retirados em macas. Aliás, um dos objectivos do exercício foi testar a capacidade de resposta dos hospitais de S. João, no Porto, de Santos Silva, em Gaia, e de Braga, que accionaram planos de emergência. Mas os feridos também seriam levados para os da Prelada e Santo António (Porto), e o de Pedro Hispano (Matosinhos).
O local da queda, a cerca de três quilómetros, foi escolhido por ser ponto de passagem para os aviões que saem de Pedras Rubras em direcção a norte. A descolagem é a situação de maior risco porque os motores estão na sua potência máxima, explicou o comandante distrital de operações de socorro, Teixeira Leite. Na parte sul do aeroporto, bastante urbanizada, as consequências de um acidente seriam bem mais graves.
Ontem, simulou-se também um incêndio industrial, a queda de um contentor com materiais perigosos e um incêndio em três carros atingidos por destroços do avião, que ficou para o final.
As equipas demoraram cerca de 20 minutos a extinguir o fogo da aeronave. Teixeira Leite garante que, numa situação real, demoraria "muito menos" porque não foi usada espuma mas sim água, por razões ecológicas.
Alguns feridos mais graves ainda esperavam nas tendas uma hora depois do acidente. Questionado sobre o encaminhamento das vítimas, o comandante garantiu que, meia hora depois do acidente, foram levados "os primeiros feridos para o hospital". Às 16.45, o INEM havia feito a triagem de "32 feridos para os hospitais".
A única falha que apontou, antes do relatório a apresentar dia 24 deste mês, foi "o congestionamento momentâneo dos veículos de socorro". A governadora civil do Porto, Isabel Santos, elogiou a boa coordenação e anunciou um novo simulacro, desta vez na zona da Petrogal, em Matosinhos.
http://jn.sapo.pt
sábado, 13 de março de 2010
CVP em acção: Agressões em Setúbal. Intervenção CVP Setúbal.
Grupo de jovens causou distúrbios em esplanada.
in.:www.osetubalense.pt
quarta-feira, 10 de março de 2010
terça-feira, 9 de março de 2010
domingo, 7 de março de 2010
Dia da Protecção Civil. Participação Cruz Vermelha Portuguesa.
ENTIDADES ENVOLVIDAS
Forças Armadas
Corpos de Bombeiros Voluntários /Mistos (CBVM)
Corpos de Sapadores Bombeiros
Força Especial de Bombeiros
Guarda nacional Republicana
Polícia de Segurança Pública
Cruz Vermelha Portuguesa (49 elementos)
Autoridade Florestal nacional
Instituto da Conservação da natureza e da Biodiversidade
Agrupamento Complementar de Empresas – Associação Florestal Celbi
& Caima (AFOCELCA)
Direcção-Geral da Autoridade Marítima
Instituto nacional de Emergência Médica
Empresa de Meios Aéreos
in.: www.prociv.pt
CVP em acção: Mau tempo. Intervenção CVP Aveiras de Cima.
CVP em acção: Mau tempo no Distrito de Lisboa, Concelho de Alenquer. Intervenção CVP Carregado.

sábado, 6 de março de 2010
Notícias: Simulacro em Braga. Intervenção CVP Braga.
Os feridos encontravam-se a trabalhar num andaime, quando a estrutura desabou.
Para o local foram mobilizadas as duas corporações de bombeiros da cidade (num total de 28 homens e seis viaturas), polícias Municipal e de Segurança Pública, e ainda uma equipa de socorristas da Cruz Vermelha Portuguesa.
O cenário podia ter sido real, mas tratou-se, tão só, de um simulacro de acidente de trabalho.
O objectivo, garantiu o vereador da Protecção Civil na Câmara Municipal de Braga, Hugo Pires, foi o de testar a capacidade de resposta dos meios da Protecção Civil.
“Foi uma resposta muito positiva das corporações envolvidas, que contou com a colaboração da PSP e Polícia Municipal”. salientou Hugo Pires.
Opinião idêntica teve o comandante de operações, também comandante dos Bombeiros Sapadores de Braga.
Carlos Esteves salientou que este tipo de simulacro serviu para “testar a capacidade de resposta dos meios.” Considerando que o balanço foi positivo, Carlos Esteves referiu também que “foram detectadas falhas não relevantes. Houve boa comunicação e interacção entre todas as equipas intervenientes.”
Questionado sobre as “falhas não relevantes”, o comandante de operações deu como exemplo a ausência da VMER (Viatura de Emergência Médica e Reanimação) do INEM. “Possivelmente estariam noutras tarefas urgentes”, disse Carlos Esteves. O simulacro integrou a semana da Protecção Civil, que terminou ontem. Sete dias marcados, essencialmente pela realização de simulacros que retrataram os mais variados tipos de acidentes.
No que diz respeito à entidade promotora da obra, a NHCBraga, o engenheiro António Carvalho salientou que “existem, neste momento, 580 pessoas em obra e facilmente podemos chegar às mil.” O mesmo responsável aludiu ao facto da obra estar a decorrer há 13 meses sem que tivessem sido registados “acidentes graves”.
António Carvalho disse, ainda, que o novo hospital de Braga vai entrar em funcionamento em Maio ou Junho do próximo ano.
in.:www.correiodominho.com
sexta-feira, 5 de março de 2010
Notícias: ESO lança Curso de Socorrismo Pediátrico.
Os acidentes são ocorrências muito comuns na população infantil e juvenil pelo que os encarregados de educação, e quem cuida de crianças em geral, sentem uma necessidade crescente em conhecer os riscos a que as crianças e jovens estão sujeitos diariamente, e em como prevenir e lidar com os acidentes.
Consciente desta realidade e da importância da formação em socorrismo da população em geral e das empresas e instituições, a Escola de Socorrismo da Cruz Vermelha Portuguesa disponibiliza, a partir do dia 1 de Março e a nível nacional (nas Delegações da CVP), o Curso de Socorrismo Pediátrico: um curso focado nos acidentes frequentes (e respectivas medidas preventivas) que ocorrem nestas idades e que permite às famílias, às amas e aos profissionais das escolas, infantários, ATL’s, Associações de Pais, entre outros, garantirem a segurança das suas crianças.
Este curso, com a duração de 15 horas, pretende difundir medidas preventivas de acidentes frequentes no grupo etário pediátrico até aos 15 anos, bem como conhecimentos e técnicas simples de socorrismo pediátrico que visem a estabilização da situação de uma criança vítima de acidente ou doença súbita no domicílio ou durante a actividade escolar/lazer.
Estão disponíveis mais informações sobre o curso no site da Escola de Socorrismo da Cruz Vermelha Portuguesa em www.cruzvermelha.pt.
A Cruz Vermelha Portuguesa é pioneira na formação em socorrismo, com mais de 100 de experiência. A sua oferta é diversificada, com certificação nacional e internacional, e adaptada às necessidades da população em geral e do mundo empresarial.
in.: www.cruzvermelha.pt
Notícias: Alerta de mau tempo na Madeira. Apoio CVP Madeira.
O aviso de alerta laranja para a Madeira obrigou ontem a Protecção Civil a reforçar os apelos à população para que fique em casa devido à previsão de vento e precipitação fortes, recomendando, ainda, a não circulação automóvel nas vias afectadas pela catástrofe de 20 de Fevereiro.
Desde as 18.00 de ontem que a chuva voltou a fustigar a ilha, alagando estradas e causando o caos no trânsito no centro do Funchal.
Há, ainda, alerta para novos perigos de derrocadas, deslizamento de terras e subida do caudal das ribeiras, sobretudo no vale da Serra d'Água, concelho da Ribeira Brava, e nas zonas altas do Funchal.
Luís Neri, presidente da Protecção Civil, garantiu ao DN que mantém todo o dispositivo no terreno. "Estamos com todas as corporações de bombeiros, Cruz Vermelha Portuguesa, para além das pessoas recrutadas pelas autarquias, daí não conseguir dar-lhe o número preciso de efectivos que estão prontos a intervir", referiu.
De acordo com o Centro de Previsão do Instituto de Meteorologia, a passagem de uma superfície frontal, de forte actividade, associada a uma depressão centrada nos Açores está a condicionar o estado do tempo na Madeira.
Faz amanhã nove anos que um forte temporal se abateu sobre São Vicente, onde ocorreram enxurradas que ao atingirem a via rápida empurraram automóveis para a ribeira, provocando pelo menos dois mortos. Outras duas pessoas foram dadas como desaparecidas e os seus corpos nunca foram encontrados.
Nessa data, no Curral das Freiras, uma outra enxurrada soterrou e derrubou várias habitações onde ficaram desalojadas 50 pessoas, tendo, ainda, sido evacuados vários sítios, devido aos movimentos de terras.
in.: http://dn.sapo.pt
Notícias: CVP Manique Intendente com nova sede.
A antiga escola do primeiro ciclo de Manique do Intendente, no concelho de Azambuja, vai servir como nova sede da Delegação da Cruz Vermelha Portuguesa da freguesia.
A proposta foi aprovada por unanimidade na última reunião de Câmara Municipal de Azambuja, realizada na terça-feira.
O novo equipamento servirá de sede social à entidade e permitirá o desenvolvimento das actividades da instituição em melhores condições de trabalho.
in.: http://semanal.omirante.pt
CVP em acção: Crime em Ucha, Barcelos. Intervenção CVP Prado.
A esposa de Carol avisou o 112 e a Cruz Vermelha Portuguesa, Delegação de Prado chegou pelas 7.50 horas à Rua de Eidos, com dois elementos e uma ambulância, mas a vítima "já estava cadáver". A PJ fez perícias até meio da tarde no local e na casa de Vasile, que fica na outra ponta da freguesia. Ao que o JN apurou, Vasile estaria com pouco trabalho desde esta semana e o seu irmão ofereceu-lhe emprego na sucata, além de tecto - como a vivenda era grande, evitava pagar a outra renda. Anteontem, Vasile tinha jantado em casa do irmão e acabou por dormir lá.
in.: http://jn.sapo.pt
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O homem, de nacionalidade romena, foi baleado na cabeça, no interior da residência onde moram o irmão e a cunhada, no Lugar de Medela. Tudo aconteceu por volta das 07h30 de ontem.
No mini-mercado próximo do local do crime, cujos proprietários moram no andar superior, ninguém ouviu nada e só se aperceberam de que algo se passava devido ao movimento de ambulância e carros da GNR.
in.:www.correiodominho.com
quinta-feira, 4 de março de 2010
Notícias: Nova ambulância para a Unidade de Emergência CVP da Amadora.






terça-feira, 2 de março de 2010
Relato de um voluntário da CVP Madeira.
Uma semana com noites mal dormidas, dias repletos de momentos fortes! Algumas derrotas, mas contamos felizmente com muitas vitórias, que nos enchia de força para continuarmos e nunca por nada baixarmos os braços.
Foram imensas as chamadas de urgência pré-hospitalar a que corremos, vidas que estavam no balanço, momentos de imensa carga emocional ao que respondemos com entrega total e com o melhor de nós.
Uma semana em que por vezes deixamos cair aquela lágrima de tristeza e de revolta, mas que infelizmente faz parte de momentos como estes, e porque acima de tudo somos humanos…
Compramos sorrisos também, e a troco de nada, oferecemos esses sorrisos a quem mais precisava!
Distribuímos palavras, palavras de esperança e força de viver, porque enquanto um de nós por cá andar, esperança essa nunca há-de acabar!
Se já antes éramos uma família, estes dias difíceis só vieram reforçar esses laços…
Muito fizemos, mas muito temos ainda por fazer, e obviamente não vamos deixar esse trabalho por mãos alheias, seguindo sempre o nosso lema “Salvar e Servir”.
Bem hajam companheiros da CVP – Cruz Vermelha Portuguesa – Madeira
segunda-feira, 1 de março de 2010
Notícias: CVP Carapinheira com nova ambulância.
Nova ambulância foi ontem benzida e dada a conhecer à população
O agradecimento foi, pois, em especial para a autarquia liderada por Luís Leal que, «mais uma vez, nos demonstrou a sua sensibilidade pelas causas sociais e nos atribuiu um subsídio para comparticipar na aquisição da ambulância», reconheceu Paulo Góis, que considerava estar a viver ontem «mais um dia importante da história da delegação». «Esta direcção, consciente das necessidades, tem vindo a realizar um grande esforço na conservação e renovação da sua frota, investindo numa revisão profunda em todas as suas ambulâncias e investindo em novos equipamentos», afirmou ainda.
Numa cerimónia onde marcaram presença, além de representantes da autarquia, o delegado regional da Cruz Vermelha Portuguesa, Santana Maia, o adjunto do delegado regional, Góis Moço, e presidentes de várias delegações da Cruz Vermelha, os agradecimentos foram feitos ao mais alto nível. Concretamente a Santana Maia, «pelo apoio incondicional, pelo interesse e disponibilidade que demonstrou ao longo de todo este processo», recordou Paulo Góis.
Falando na formação dos elementos que integram a Cruz Vermelha da Carapinheira – todos eles voluntários, mas demonstrando «profissionalismo, dedicação e disponibilidade» – Paulo Góis destacou a acção de reciclagem que ontem terminou e a nova formação que está prevista, bem como a abertura de um curso para novos voluntários. «Sentimos a necessidade de investir na formação dos nossos voluntários, para que todos se sintam mais seguros e competentes no exercício das suas funções», justificou o presidente da Cruz Vermelha da Carapinheira, lembrando que em causa estão «objectivos humanitários», de ajuda ao próximo.
O presidente da Câmara de Montemor, que ontem entregou o cheque de 15 mil euros referente ao apoio, salientou o trabalho desenvolvido pela delegação, em especial pela direcção que «tem sabido envolver os voluntários». Luís Leal manifestou ainda disponibilidade para ajudar, para que a associação «continue a prestar um serviço cada vez melhor».
A par da bênção e apresentação à população da nova ambulância, foram também entregues medalhas de louvor aos voluntários.
in.:www.diariocoimbra.pt
domingo, 28 de fevereiro de 2010
CVP em acção: Acidente com ambulância CVP Aveiras de Cima a caminho de ocorrência.
Quando se tornamos tambem em vitimas de um acidente rodoviario.
A nossa viatura de Socorro (AMS226) ficou acidentada e levara alguns dias a voltar a rodar na estrada."
in.:www.cvpaveirasdecima.blogspot.com
Notícias: Inauguração da sede da CVP Oliveira São Mateus.
O presidente da Câmara de Famalicão presidiu ontem à cerimónia de inauguração da nova sede do núcleo da Cruz Vermelha de Oliveira São Mateus. A partir deste novo espaço será garantido apoio domiciliário às famílias mais carenciadas e constituído um banco alimentar para distribuir cabazes mensais num raio de quatro freguesias.
in.:www.www.diariodominho.pt
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Notícias: Simulacro Fórum Montijo. Intervenção CVP Montijo II.
FORUM MONTIJO
REALIZOU SIMULACRO DE INCÊNDIO EM RESTAURANTE

Um incêndio num restaurante foi o cenário escolhido pelo Forum Montijo para testar o seu plano de segurança, num exercício que permitiu avaliar os procedimentos de Protecção, Plano de Emergência Interno e activação do Plano de Emergência Externo do centro comercial, bem como as acções e recursos (internos e externos), de forma a preservar a segurança de lojistas, clientes e pessoal afecto ao Forum Montijo.
O Forum Montijo, centro comercial gerido pela Multi Mall Management, foi palco de um simulacro, onde estiveram envolvidas 25 pessoas, numa operação que teve como objectivo testar o plano de segurança do centro comercial.
Um incêndio num restaurante foi o cenário escolhido pelo Forum Montijo para testar o seu plano de segurança, num exercício que permitiu avaliar os procedimentos de Protecção, Plano de Emergência Interno e activação do Plano de Emergência Externo do centro comercial, bem como as acções e recursos (internos e externos), de forma a preservar a segurança de lojistas, clientes e pessoal afecto ao Forum Montijo.
A organização deste simulacro contou com a participação da Guarda Nacional Republicana, da Protecção Civil, dos Bombeiros Voluntários do Montijo e da Cruz Vermelha Portuguesa (Delegação do Montijo), num total de cerca de 25 pessoas.
No decorrer do simulacro foram aplicados na íntegra os procedimentos de emergência internos bem como os de activação dos meios de ajuda externos, tendo o exercício decorrido de acordo com o tempo previsto.
Para Ricardo Esteves, Director do Forum Montijo, “O balanço do simulacro é muito positivo, tendo a intervenção decorrido de forma rápida e dentro da normalidade. Este tipo de exercícios são fundamentais para testar a eficácia das nossas equipas internas, cuja formação contínua é uma das prioridades do Forum Montijo e dos nossos lojistas, assim como testar a interligação com as entidades públicas de socorro, nomeadamente Protecção Civil, Bombeiros e GNR".
Dr. Nuno Canta, Vice-presidente da Câmara Municipal do Montijo, mostrou-se satisfeito: "Considero as actividades de simulacro de extrema importância para a interacção da estrutura do Forum Montijo com os actores da Protecção Civil do concelho, permitindo uma melhor operacionalidade em casos de emergência.
Relativamente à operação, houve uma coordenação bastante conseguida e ritmada.”•
O Forum Montijo voltou assim a testar de forma bem sucedida a eficácia dos procedimentos de emergência definidos, a capacidade de resposta e intervenção das equipas internas do Forum Montijo e a coordenação com as entidades externas de socorro.
in.:www.rostos.pt
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
CVP em acção: Temporal na Madeira. Intervenção CVP Madeira V. O trabalho dos seus voluntários!

O DIÁRIO acompanhou uma equipa de seis pessoas que se 'fizeram à frente', no sentido de darem qualquer apoio nestas horas e dias pós-destruição e pânico, que muitas famílias viveram. Ainda que haja muito por fazer na procura de desaparecidos e na reconstrução das casas e infra-estruturas, este trabalho toca o lado emocional do drama que a Madeira vive.
Na freguesia do Monte, entre as Babosas e a Corujeira de Dentro, o jipe Land Rover da CVP na Madeira calcorreou as estradas enlameadas, por entre vários cenários de derrocadas e destruição de bens, atravessando toda aquela zona do Funchal, debaixo de chuva e 'cercados' pelo intenso nevoeiro que ontem se fez sentir nas partes altas da cidade.
Liderados por Samuel Aguiar, os ex-voluntários deixaram os seus afazeres profissionais para ajudar as pessoas, pelo caminho uma outra 'brigada' de apoio terminava o 'turno' numa zona abaixo do Largo das Babosas. Uma rápida troca de palavras e seguem caminho para aquele largo onde, desde a primeira hora, o Padre Giselo Andrade coordena e ajuda na limpeza do largo e remoção do pouco que sobrou da capela.
De facto, olhando para os destroços - algumas partes da cerca em ferro, azulejos, partes da estrutura em madeira e outros utensílios - é difícil imaginar o que fez para deitar abaixo um edifício que já passara por tantos temporais. Enquanto uma máquina escavadora remove os destroços, os jovens escuteiros da Paróquia do Monte vão trazendo o que sobrou, certos que será preciso levantar tudo de novo.
Os voluntários da Cruz Vermelha perguntam ao pároco se precisa de ajuda, se as pessoas na zona precisam de algum apoio. Nesse momento, a única possível é água para os jovens. No meio de tanta água que por aí caiu e que ainda na tarde de ontem dificultava ainda mais o labor destes jovens, uma garrafa de água fresca veio mesmo a calhar.
"Trouxeram uma máquina pesada, o que nos veio facilitar a vida", conta o Padre à equipa da CVP. "Já não podíamos com os braços de tanto acartar rocha. Ainda assim recuperamos o crucifixo, a imagem principal, algumas partes do altar-mor, de resto foi tudo abaixo. A força da água trouxe pedras, árvores e terra, com certeza veio de muito longe e levou tudo, casas e carros, só ficou um aqui.".
Uma coisa é certa, vai ser mesmo reconstruída a capela e o que sobrou vai ajudar a terem uma ideia. Mas não só: "Temos fotografias, que também podem ajudar a fazer tudo como era dantes, para termos uma ideia. Para já é só limpar e tirar o maior número de terra possível".
De novo no carro e de volta à estrada íngreme, descemos um pouco mais. Apeados, descemos uma vereda que vai ter a um punhado de casais, enfiados quase dentro da ribeira agora totalmente descaracterizada. A um 'palmo' de uma das casas esta arrasou e, certamente, levou muito detrito para as ribeiras principais do Funchal.
Aqui, somos recebidos por uma cão, chama-se pelos moradores, bate-se à porta. Aparece uma criança que, depois, chama o dono da casa, o senhor Álvaro Agrela. Motorista de turismo, está desde então em casa sem poder trabalhar, mas a esposa teve que ir, apesar de abalada com todo o ocorrido.
É num ápice que conta o que a família viveu, apesar de não estar em casa quando aconteceu o pior: "Não perdemos nada, nem precisamos de roupa ou comida, graças a Deus. A enxurrada levou uns poios que tinha aqui, aponta em direcção à beira da ribeira".
Para este funchalense, para já nem a chuva miúda nem o nevoeiro denso que continuam na zona o assustam. "Dizem que a partir de sexta-feira vai piorar o tempo e, se calhar vamos ter que sair daqui para ir para a sede dos escuteiros do Monte", conta. Fala dos vizinhos, garante que não está ninguém em casa e está certo que, depois do susto há que retomar a normalidade. Se estivesse bom tempo, era mais fácil, agora assim com está..." Depois de assegurado que tudo está bem, seguimos para a Corujeira de Dentro, visitamos o Beco das Eiras. Ali o mesmo ambiente de aparente calma, 'recebidos' pelos cães, parece uma localidade fantasma, não se vê ninguém na rua. Resta contemplar a força destruidora da natureza e seguir rumo a novo poiso, quiçá onde será preciso animar mais alguém perturbado por tanta tragédia. O serviço à comunidade continua e continuará todos os dias até 'sarar' as feridas.
Samuel Aguiar foi testemunha interveniente do drama que viveu uma família (pai, mãe e filha), quando o seu carro foi arrastado estrada abaixo na zona do Galeão, na freguesia de São Roque (Funchal). A muito custo e correndo o risco da própria vida, conseguiu cumprir com os objectivos da Cruz Vermelha Portuguesa de servir o próximo.
Naquela manhã, "fomos fazer um ponto de situação, mas não conseguíamos passar, havia gente a gritar e a chamar para ajudar aquela família", conta. Acto contínuo, sai do Land Rover e entra pela lama adentro, recebe a bebé das mãos do pai e encaminha-os para local seguro. "Tirei a lama da cara à bebé, tirei-lhe a roupa toda suja e vesti-lhe um dos casacões que usamos, entramos no carro e levei-os para o Hospital".
Aquela família contou com a ajuda no momento certo, depois do seu carro ter sido arrastado pelas ruas, quando tentavam subir, tendo sido surpreendidos pela enxurrada que descia ladeira abaixo.
E não parou. Logo que pôde pôs-se à estrada, rumo ao Monte. Nas Babosas encontrou um cenário de caos, já com os bombeiros a tentar ajudar uma mulher, chamados pelas vizinhas que apontavam para a casa ao fundo e mesmo abaixo do Largo das Babosas, já cheia de lama.
"Vasculhamos no meio do lamaçal e não conseguíamos ver nada", lembra. "Depois, os bombeiros lá conseguiram dar com a senhora atolada na lama, retiraram-na e levamo-la então para uma casa ao lado onde demo-lhe um banho. Chamamos a ambulância para a levar ao Hospital".
Desde então, tem sido num corrupio de entradas e saídas da sede da Cruz Vermelha, uma "luta até hoje" e que promete continuar enquanto for preciso. Naquele preciso momento em que Samuel Aguiar falava para o DIÁRIO já preparava para se pôr a caminho, para mais uma missão de apoio. O emocional é o mais invisível, não gera grandes fotografias, mas reconforta os corações mais aflitos. "Temos de fazer um pedacinho de cada, tanto a ajudar as pessoas da Zona Velha como os das Zonas Altas do Funchal, seja nas outras zonas onde podemos, chegar fora da capital", garante. "Às vezes basta ouvir um pequeno desabafo, perguntar-lhes se estão bem, dar um sorriso, uma palavra de alento".
In Diário de Noticias
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Notícias: Corta-Mato Escolar. Apoio CVP Castro Verde.
O evento tem como finalidade dar continuidade ao trabalho realizado nas Escolas no âmbito da actividade desportiva interna, encontrar os campeões distritais em cada um dos escalões participantes e, simultaneamente, apurar os representantes do distrito à Prova Nacional de Corta-Mato do Desporto Escolar 2010, a realizar dia 13 de Março, em Vagos – Aveiro.
Paralelamente à vertente competitiva, a prova é também uma forma de proporcionar aos alunos momentos de convívio saudável, promovendo a amizade, o companheirismo e o respeito no seio do desporto de competição, bem como a criação de hábitos de prática desportiva na comunidade juvenil.
A prova conta com a colaboração da Escola EB 2,3 Dr. António Colaço e da Escola Secundária de Castro Verde e tem o apoio da Câmara Municipal de Castro Verde, da Cruz Vermelha Portuguesa – Delegação de Castro Verde e da Guarda Nacional Republicana de Castro Verde.
CVP em acção: Temporal na Madeira. Intervenção CVP Madeira IV.
Cruz Vermelha no socorro por todo o lado
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Notícias: CVP Leiria cria equipa mortuária.
A delegação de Leiria da Cruz Vermelha Portuguesa está a preparar uma equipa mortuária, que actue em situações de calamidade, como aquela que a ilha da Madeira viveu no passado fim-de-semana, altura em que o mau tempo ceifou a vida a mais de 40 pessoas. A falta de uma equipa mortuária no distrito foi uma das razões que levou a direcção de Leiria da CVP a ponderar a sua criação. "Se houver uma calamidade no distrito não existe ninguém que encaminhe as vítimas mortais. Não se trata de um profissional do Instituto de Medicina Legal, que vai passar a certidão de óbito, mas de uma equipa com vista à sinalização, identificação, encaminhamento, acondicionamento e reconhecimento das vítimas", disse o tenente-coronel Luís Alves. Neste momento, aquele responsável da CVP de Leiria adiantou que "há uma pessoa a tirar essa certificação", que irá depois passar os seus conhecimentos para uma equipa que será composta por quatro profissionais. "É uma equipa que se dá pouca importância, mas que, em termos logísticos, é acessível, e tecnicamente, facilita o trabalho no caso de uma calamidade", salientou aquele responsável. A par da futura equipa mortuária, a delegação de Leiria conta ainda com uma equipa de socorro e transporte, onde a CVP vai buscar 80 por cento da sua receita. "São a nossa fonte de rendimento e é quem mantém a casa aberta", disse Luís Alves. A equipa é composta por condutores profissionais que, em caso de calamidade, "também serve para prestar os primeiros socorros em caso de calamidade". Luís Alves destaca ainda a equipa de apoio à sobrevivência. Uma equipa que, segundo aquele responsável, "raramente se fala" e que mantém um campo de refugiados, como aquele levantado no Haiti, depois do sismo ter devastado e destruído todas as infra-estruturas. "Estas equipas, para poderem ser válidas, têm que ser treinadas. E é neste aspecto que estamos a desenvolver algum esforço, onde se enquadra também uma equipa mortuária", disse.











