segunda-feira, 14 de junho de 2010

Notícias: História da Delegação Local da Amadora!





Olá, eu sou a Manuela Fernandes, voluntaria da tua futura casa há 26 anos e tenho muito gosto em te receber e contar como nasceu:

Em 1980 ouve um grupo de jovens provenientes do Posto de Socorros do Liceu da Amadora e Cacém que gostavam muito de Socorrismo e souberam que se poderia abrir um Sector desse mesmo posto na Zona da Amadora e assim fizeram.

No ano de 1982 nasceu a 9ª Ambulância Independente e realizou-se o 1º Juramento de Bandeira das Formações Sanitárias com cerca de 30 Alistados.

Era uma Ambulância Volkswagen da 2ª guerra mundial a gasolina.

A nossa unidade era pobre não tinha quaisquer tipos de apoios para que pudéssemos efectuar serviços. A nossa Unidade localizava-se na Avenida da Republica nº 10 onde hoje funciona a parte Administrativa, Financeira e Social desta Instituição.

Em 1982 realizou-se o 2º Juramento de Bandeira com cerca de 40 novos Voluntários, todos com muita vontade de trabalhar e ajudar o próximo. Nessa altura existia apenas a AM-40. Quase na passagem de 1982 para 1983 deram-se umas grandes cheias em Portugal e foi pedido apoio pela Câmara Municipal da Amadora para cuidarmos dos desalojados da Amadora e arredores.

Foi feito um peditório a nível nacional a solicitar alimentos, vestuário, moveis, electrodomésticos e outros bens de primeira necessidade para serem distribuídos às famílias mais carenciadas dessas cheias. Trabalhámos dia após dia com descanso de 2 horas (as vezes menos) pois tínhamos que fazer a distribuição dos referidos produtos. Mas como interrogam vocês, se só tínhamos a Ambulância velhinha? Pois, contámos com o apoio de viaturas e homens do Regimento de Comandos e Regimento Artilharia de Queluz. Foram longos dias de trabalho mas recompensados. Para nós, era para isso que existíamos, para ajudar o próximo.

Íamos comer ao Regimento de Comandos umas refeições rápidas mas reforçadas pois não sabíamos quando era a próxima. Os elementos que ficavam no interior preparavam os Kit’s que variavam consoante a idade e género. Estes Kit’s eram compostos por 2 mudas de roupa, alimentos e material de higiene. Os elementos do exterior montavam as tendas, desentupiam esgotos e ajudavam as famílias a retirarem alguns bens ainda existentes nas suas residências.

Nessa altura tivemos a visita dos fundadores da Cruz Vermelha Mundial (Convenções de Genebra) na nossa pequena Unidade. Que, embora pobre, era merecedora dessa visita.

Após esta catástrofe começamos a fazer recrutas sucessivas entre 40 e 60 novos Voluntários; ofereceram-nos uma Ambulância: a AM-06 uma peugeot; começámos a ter alguns subsídios da Sede Nacional da CVP. Estes subsídios permitiram comprar material de Socorro e combustível. Ficámos com uma bonita imagem perante a população da Amadora e arredores que começaram a solicitar alguns transportes para consultas e tratamentos. Assim fomos crescendo.

No ano de 1990 passámos a ser a Unidade de Socorro da Amadora. Éramos a Unidade com mais Voluntários a nível Nacional. Por esta altura já estávamos melhor a nível de viaturas, de material de Socorro e com o apoio da Sede Nacional tínhamos já alguns meios (não novos) que serviam. Desde aí começámos a fazer serviços de Rotina, Emergências e a ser solicitados para várias situações: apoio a fogos (Açores e Lousã), cheias (Abrantes) acidente ferroviário (Alcafache, Santa Azóia), volta a Portugal em Bicicleta, Rali de Portugal. Nestas situações vimos e assistimos a coisas que nunca nos passaria pela cabeça ver. Situações que nunca vamos esquecer para o resto das nossas vidas, não só as más como as boas. Tivemos muitos bons momentos nestas saídas.

Então como era feita a escolha dos Voluntários para estas saídas? O cuidado ao nível das escalas para as provas desportivas, a prontidão para todo o tipo de serviços, etc. Éramos muitos cerca de 270 e muitos Voluntários e não podíamos ir todos.

Em 1992 esta Unidade teve a melhor Ambulância a nível Nacional. Esta viatura estava equipada com todo material de Socorro topo de gama, naquela altura, ate telemóvel tinha! Era a nossa “menina”. Só saia para emergência e serviços de risco. Juntamente com essa compra vieram mais 3 Ambulâncias de transportes, 2 jipes, 1 mota 2 atrelados e um carro. Conseguimos tudo isto com o nosso esforço pois fazíamos muitos serviços para fora de Lisboa e tínhamos 100 doentes para Hemodiálises. Com estes meios ficámos a Unidade operacional da Amadora e arredores. Éramos sempre solicitados pela Protecção Civil de Sintra, sempre prontos a fazer o trabalho Voluntariamente. Os anos foram passando e íamos fazendo uma recruta por ano.

Até ao ano 2004 a Unidade de Socorro foi decaindo. Perdemos os serviços de Hemodiálise e os serviços de transferências Hospitalares de um dia para o outro, isto por falta de interesse pela instituição.

Com a falta de condições nas instalações, mas sempre com o amor à Instituição continuámos a lutar para chegarmos novamente ao auge onde conseguimos com a nova Direcção e novo Comando alcançar a nova Unidade mas para tal ainda tivemos durante cerca de 2 meses a dormir na roulotte, a trabalhar ao frio e à chuva, mas como se diz, a união faz a força e conseguimos comprar novas viaturas.

Pelo ano de 2007 com o esforço de todos adquirimos 2 Ambulâncias novinhas e um carro de transporte de doentes. É claro que ficámos orgulhosos com carros novos e condições que nunca nos tinham sido dadas.

Nos anos de 2008 a 2009 atingimos pela o ponto máximo até à data de hoje: comprou-se 8 carros novos, conseguimos uma boa imagem perante a população da Amadora e arredores, boa prestação de serviços em todas as aéreas existentes na Cruz Vermelha Portuguesa da Delegação Local da Amadora. Como a conclusão da vigésima terceira recruta, desde já quero louvar a vossa boa vontade de virem servir a Cruz Vermelha Portuguesa.

Todos juntos vamos conquistar muitos e muitos pontos altos para esta Unidade Emergência da Amadora. Aqui fica um pequeno resumo do nascimento da Unidade Emergência Amadora e Boa Sorte aos novos Voluntários.


Manuela Fernandes


in.:www.cvpamadora.blogspot.com

Formação: Técnicas de Imobilizações em Ambientes Hostis.


É com grande satisfação que a Associação dos Profissionais de Protecção e Socorro - APPS, vem comunicar a realização de mais um Curso de Imobilização em Ambientes Hostis para Técnicos de Emergencia e Segurança Privada, nos dias 26 e 27 de Junho no Quartel dos Bombeiros de Queluz.

O Curso será GRATUITO para Sócios e terá o valor de 120 euros venda ao público (não sócios).

Se ainda não é sócio, não perca tempo, contacte-nos.

geral@apps.pt ou pelo Apartado15 – Torre da Marinha – 2841-908 Seixal – Fax 212121011

Visite-nos em www.apps.pt

Por favor, divulguem…

Notícias: V Torneio de Hóquei em Patins. Iniciativa CVP Sobreira.

Como já é habitual esta Delegação da Cruz Vermelha Portuguesa de Sobreira organiza mais uma vez o Torneio de Hóquei em patins, este ano na sua V edição.

É uma oportunidade para os amantes desta modalidade se divertirem e em simultâneo ajudar
esta Delegação na sua actividade diária.


Com início já no próximo dia 26 e com termino no dia 4 de Julho com a grande final que coincide com as festa de S. Pedro da Sobreira, este torneio não tem limites de idades dos seus participantes, cada equipa é formada no máximo por 8 elementos com um custo de 80 euros por equipa.

Esperamos por ti, para juntos ajudarmos esta Delegação e passar bons momentos a praticar Hóquei em Patins.

in.:www.cvp-sobreira.net

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Notícias: Exclusão da CVP da condecorações não caiu bem junto dos seus voluntários.


Foi com alguma tristeza que as fileiras da Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) receberam a decisão da Presidência da República de condecorar três corporações de bombeiros, as duas do Funchal e a da Ribeira Brava, pelo trabalho desenvolvido no apoio e socorro às pessoas afectadas pelo temporal de 20 de Fevereiro.
"Apregoa-se o voluntariado e a solidariedade e não se reconhece o empenho dado a tais causas quando se tem a oportunidade", questiona o enfermeiro Tito, um dos voluntários da CVP que desde o primeiro momento esteve no terreno a ajudar famílias atingidas pela intempérie que se abateu sobre a Madeira naquele fatídico dia. Fazendo questão de sublinhar o carácter pessoal das suas considerações sobre esta questão, e não como voluntário da CVP, o enfermeiro pergunta ainda como é que se pode esquecer os agentes da PSP, os escuteiros, os militares e muitos outros cidadãos anónimos que no dia da tragédia, e nos seguintes, "deram muito de si, arriscando inclusive a vida, em algumas situações, para ajudar o próximo".
"Acho que esta seria a ocasião perfeita para reconhecer o empenho destas pessoas como um todo", acrescentou, lembrando, contudo, que "muitos colegas da Cruz Vermelha solicitaram dispensa no trabalho ou faltaram às aulas para poder ajudar quem deles mais precisava".
Quem também assegura ter ajudado sem estar à espera de qualquer reconhecimento, fosse este a título pessoal ou institucional, é Alberto Gouveia, um ex-voluntário da Coluna de Socorro Henry Dunant (da CVP) que a 20 de Fevereiro e seguintes não conseguiu ficar de braços cruzados durante o seu tempo livre e até profissional.
"É importante referir que os voluntários da Cruz Vermelha Portuguesa não desempenham as suas funções à espera de qualquer medalha ou condecoração", sublinha, mas "é pena que neste 10 de Junho não haja um reconhecimento a estes homens e mulheres que deram tanto de si, deixando os seus trabalhos e famílias para segundo plano" para ajudar.
Diplomático, o presidente CVP, coronel Ramiro Morna prefere dizer: "Honrarias e mercês nunca se solicitam nem agradecem".
Para o responsável da Cruz Vermelha Portuguesa na Madeira, não vale a pena "discutir critérios de justiça. Se tivessem dado, obrigado - embora não seja preciso agradecer. Não deram, paciência". Mas, acrescentou, "estamos tranquilos com a nossa consciência quanto ao serviço que prestámos".
Instado a comentar se tem notado algum descontentamento entre os elementos que integram as fileiras da Coluna, Ramiro Morna 'escudou-se' numa resposta que já é seu hábito proferir: "São assuntos internos".
A escolha, recorde-se, foi decidida com base numa lista enviada ao Palácio de Belém pelo Representante da República para a Madeira, a qual, por sua vez, segundo o DIÁRIO apurou, resultou de uma auscultação realizada por Monteiro Diniz junto do presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim, e do presidente da Câmara do Funchal, Miguel Albuquerque.

In.::Diario de noticias

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Notícias: Corrida do Mirante. Intervenção CVP Aveiras de Cima.

No passado Domingo 6 de Junho a delegação de Aveiras de Cima, da Cruz Vermelha Portuguesa deu apoio a corrida do Mirante que se realizou na freguesia de Ota. Esta corrida teve presente cerca de 430 participantes. A delegação de Aveiras de Cima disponibilizou 11 socorristas, uma ambulância, o jipe de coordenação de emergência e uma moto4. No total tivemos 6 ocorrências que precisaram dos serviços dos socorristas e uma delas teve de ser transportada ao hospital Reynaldo dos Santos.


FOTOS PROPRIEDADE DE CVP AVEIRAS DE CIMA




Noticias: II Rally Paper CVP Póvoa de Varzim.


Este sábado (12 Junho), a Delegação da Cruz Vermelha Portuguesa da Póvoa de Varzim vai realiza o II Rally Paper.

À imagem do que sucedeu no ano passado, as receitas vão servir para apoiar as causas às quais a Cruz Vermelha está associada.

O percurso vai poder ser feito a pé, de bicicleta, de mota, de carro ou de jeep.

As inscrições custam 10 euros (inclui t-shirt e jantar de encerramento) podem ser feitas na Delegação da Cruz Vermelha Portuguesa da Póvoa de Varzim, Casa da Juventude ou Banana Café Concerto.


in.:www.radiomar.com

quarta-feira, 9 de junho de 2010

CVP-EMERGENCIA no Facebook


GRUPO CVP-EMERGENCIA @ FACEBOOK


http://www.facebook.com/group.php?gid=123961157644752

Participem... Partilhem... Notícias... Fotos... Eventos... Tudo !
Vamos mostrar que existimos... E que fazemos SOCORRO de qualidade!!

CVP em acção: Queda de pilar em criança. Intervenção CVP Vilar/Vila do Conde.


Uma criança de quatro anos, que estava a brincar no recreio do jardim-de-infância, em Vilar do Pinheiro, Vila do Conde, foi atingida por um pilar de cimento com 100 quilos. Daniel Sousa foi operado no Hospital S. João, no Porto, onde ainda permanece internado.

Para José Sousa, pai do menino, a situação, que aconteceu pelas 13.50 horas de anteontem, segunda-feira, "acabou por ser um grande milagre". "Poderíamos estar a comentar a morte de um grupo de crianças que brincava no recreio da escola. Por sorte, quando o meu filho correu para ir apanhar uma bola, o pilar que suportava um coberto passou-lhe de raspão pela cabeça e pelo braço, caindo em cheio em cima do joelho", descreveu.

À entrada da Urgência Pediátrica do Hospital de S. João, o encarregado de educação explicou , ao JN, que o filho tinha sido operado - partiu o fémur da perna direita -, encontrando-se "muito traumatizado" com o sucedido. "Está sempre a repetir que não quer voltar para a escola", acrescentou José. Fonte hospitalar confirmou, ao JN, que o menino "encontra-se estável".

O pai da criança assumiu ainda a intenção de contactar um advogado, a fim de apurar "responsabilidades". "Não sei o dia de amanhã e o Daniel pode vir a sofrer consequências no futuro", disse.

No local do acidente esteve uma equipa da Cruz Vermelha Portuguesa de Vilar/Vila do Conde, uma viatura de suporte imediato de vida de Vila do Conde e a VMER do Hospital de Pedro Hispano, de Matosinhos. O menino ainda foi transportado para o hospital da Póvoa de Varzim, mas, dada a gravidade do traumatismo, Daniel foi transferido para o S. João.

À porta do jardim-de-infância, que funciona na antiga EB 1 de Vilar do Pinheiro, o acidente de Daniel era conversa entre os familiares que esperavam, ontem à tarde, pela saída das crianças. "Não sei como isto foi acontecer, porque a escola foi alvo de obras há dois anos", comentou uma avó. Ao que o JN conseguiu apurar, 25 crianças frequentam o estabelecimento de ensino. Ontem, uma funcionária disse ao JN que a directora "não se encontrava no local", remetendo os esclarecimentos para a Câmara.

A Autarquia assume a responsabilidade do acidente, mas não tem explicação para o sucedido. As primeiras análises ao local, realizadas pelo técnico da Divisão Municipal do Parque Escolar, indicam que o aquecimento da madeira do coberto poderá ter enfraquecido a coluna, que depois tombou com um empurrão ou encosto, explicou, ao JN, o presidente da Câmara, Mário de Almeida. O pilar, com cerca de um metro e meio de altura, foi removido pouco depois e o jardim-de-infância não chegou a ser encerrado.

Na sequência do acidente, o autarca pediu uma vistoria a todas as escolas com aquele tipo de construção, da década de 30.


in.:JN

domingo, 6 de junho de 2010

CVP em acção: Acidente de viacção na EN 366-2. Intervenção CVP Aveiras de Cima

A Delegação da Cruz Vermelha Portuguesa de Aveiras de Cima interveio num acidente de viacção, um choque frontal entre duas viaturas ligeiras na estrada nacional 366-2.No local estiveram também os Bombeiros Voluntários de Alcoentre. No local estiveram duas ambulâncias da Cruz Vermelha Portuguesa de Aveiras de Cima, uma dos bombeiros de Alcoentre com o apoio de VSL da CVP Aveiras de Cima e o VSAT dos bombeiros. Do acidente resultaram dois feridos encarcerados que se encontravam em estado grave e tendo sido transportados pela CVP de Aveiras de cima para o Hospital Reynaldo dos Santos. Mais uma vez a entreajuda dos VOLUNTARIOS das instituições prevaleceu. Estiveram envolvidos 11 voluntários da delegação da CVP de Aveiras de Cima e 9 voluntários dos bombeiros voluntários de Alcoentre.

FOTOS ENVIADAS PARA O EMAIL DESTE BLOG
PROPRIEDADE DE CVP AVEIRAS DE CIMA






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PROPRIEDADE DE CVP AVEIRAS DE CIMA

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Notícias: Feira de Maio, concelho da Azambuja. Intervenção CVP Aveiras de Cima, Quebradas e Manique Intendente.

Decorreu a Feira de Maio desde o dia 27 ao dia 31 de Maio. Mais uma vez a Cruz Vermelha Portuguesa esteve presente com as Delegações Locais de Aveiras de Cima, Quebradas e Manique do Intendente. Foram cinco dias de intenso trabalho com cerca de 16 serviços efectuados pelas três Delegações. Um deles que acabou por falecer no dia seguinte no hospital S. José e um outro chegou ao hospital de Vila Franca de Xira em estado muito grave. Felizmente os outros serviços foram feridos ligeiros. Este evento envolveu 15 elementos de cada Delegação num total de 45 Voluntários envolvidos. Também estiveram envolvidos os bombeiros Voluntários de Alcoentre, Merceana, Arruda dos Vinhos, Azambuja e Protecção Civil de Azambuja. Mesmo com o grande número de Voluntários envolvidos no evento o socorro Pré-Hospitalar no concelho de Azambuja não ficou comprometido devido à boa organização e entreajuda das instituições de socorro do concelho. Mais uma vez ficou provado que os confrontos e o mau estar entre instituições faz parte do passado e que o bom ambiente e entreajuda reinam no concelho de Azambuja.


segunda-feira, 31 de maio de 2010

Notícias: Juramento de Bandeira da Delegação Local de Safara-Sobral da Adiça

Realizou-se no domingo, dia 30 de Maio, o primeiro juramento de bandeira da Delegação Local de Safara-Sobral da Adiça, da Cruz Vermelha Portuguesa.

Algumas fotos:





FOTOS PROPRIEDADE DO BLOG
WWW.CVP-EMERGENCIA.BLOGSPOT.COM

CVP em acção. Acidente de viacção em Alpendorada e Matos. Intervenção CVP Alpendorada e Matos.

Colisão entre dois carros faz um morto e um ferido grave


Foto propriedade de CVP Alpendorada e Matos

Um condutor de 32 anos, de Penafiel, morreu em consequência de uma violenta colisão entre dois automóveis junto à sub-estação da EDP, em Alpendorada e Matos (Marco de Canaveses), às 22.30 horas de anteontem, sábado. O aparatoso acidente provocou ainda um ferido grave.

A vítima mortal, Armindo Soares da Rocha, de Forno, Rio Moinhos, teve de ser desencarcerada pelos Bombeiros do Marco. O ferido, Rui Manuel Leal Damásio, 26 anos, de Luriz, Alpendorada, foi evacuado pela Cruz Vermelha Portuguesa, Delegação de Alpendorada e Matos, e está internado no hospital de Penafiel.

Segundo conseguimos apurar, o declive da via municipal terá contribuído para a falta de visão de ambos os condutores, que acabariam por não evitar uma colisão violenta entre as duas viaturas (um Honda Civic e um Volkswagen Golf ). A vítima mortal só hoje será autopsiada.


in.:http://jn.sapo.pt

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Notícias: CVP Coimbra no combate à morte súbita.

“Estão a emperrar o combate à morte súbita”

O cardiologista Armando Gonçalves alerta para a necessidade da certificação nacional dos cursos de suporte básico de vida e de desfibrilhação automática externa e sensibilização da população para a morte súbita.

Para diminuir os números da morte súbita – que é responsável por cerca de 20 mil óbitos por ano em Portugal –, a Delegação de Coimbra da Cruz Vermelha Portuguesa está empenhada em dinamizar acções de sensibilização da população e os Cursos de Suporte Básico de vida e de Desfibrilhação Automática Externa.
A desfibrilhação automática externa (DAE) – que em Portugal pode ser feita por não médicos, desde que tenham a formação adequada, desde Setembro de 2009 – é muitas vezes a única possibilidade de salvar a vida de pessoas que estão longe dos hospitais ou a mais de 10 minutos de uma ambulância equipada, sublinha o presidente da Delegação de Coimbra da Cruz Vermelha Portuguesa.
A prová-lo, nos Estados Unidos, em cidades como Boston, Seatle e Rochester, a sensibilização e formação sobre suporte básico de vida e a colocação de desfibrilhadores em locais de grande concentração de pessoas fez com que a taxa de ressuscitação subisse dos 5 por cento para perto de 50 por cento, destaca Armando Gonçalves.

Contudo, embora a Cruz Vermelha tenha iniciado, em Coimbra e noutros pontos do país, os cursos de suporte básico de vida e de desfibrilhação automática externa – após a publicação do Decreto-Lei 188/2009, que determina as regras para a execução da DAE por não médicos, bem como a instalação de desfibrilhadores em ambiente extra-hospitalar –, falta ainda a certificação nacional. Ou seja, o diploma atribuído no final dos cursos ainda não permite aos não médicos fazer a desfibrilhação automática externa em Portugal. “O diploma tem validade internacional, mas ainda não é reconhecido em Portugal, aguardando-se que a Cruz Vermelha Portuguesa formalize os requisitos solicitados pelo INEM”, frisa Armando Gonçalves, apelando à direcção nacional para que resolva rapidamente esta situação.


A Delegação de Coimbra já realizou cerca de 50 destes cursos, que envolveram mais de 250 participantes, entre estudantes, profissionais de saúde, farmacêuticos e técnicos de farmácia.
Por outro lado, as acções de sensibilização da população, embora fizessem parte, como prioridade, do programa de formação para 2009 da Cruz Vermelha Portuguesa, só avançaram na delegação de Coimbra. Para Armando Gonçalves, estas situações “estão a emperrar a utilização dos desfibrilhadores automáticos externos por não médicos em Portugal”, comprometendo o combate à morte súbita, que é uma das principais causas de morte.

in.:www.asbeiras.pt

Notícias: CVP Madeira com inscrições abertas para novos voluntários.

Até ao dia 31 deste mês, a Cruz Vermelha tem abertas as inscrições para novos voluntários.


O vice-presidente da Delegação Regional refere que muitos dos voluntários desta instituição são jovens estudantes, sendo que quando os mesmos chegam à fase do 12.º ano /entrada para a universidade, «há uma baixa no contingente» e há «a necessidade de substituir». Rui Nunes diz que estas baixas verificam-se todos os anos, mas frisa que as mesmas são até «saudáveis», porque «é sinal que os jovens investiram na formação e o facto de serem voluntários da Cruz Vermelha Portuguesa não comprometeu os objectivos pessoais que eles têm».
O responsável adianta que neste momento a Cruz Vermelha na Região tem à volta de 140 voluntários nos diferentes sectores. Entre estes, cerca de 80 estão na coluna de socorro, cerca de 20 são enfermeiros e os restantes dividem-se por outras áreas. É mais na área do socorro e emergência que o número oscila um pouco, precisamente devido à saída de alguns voluntários para a universidade.
De referir que entre aqueles que fazem o curso de primeiros socorros, não são raros os casos dos que depois querem saber como é que podem ingressar na coluna de socorro.

Cruz Vermelha Portuguesa na Madeira ministrou 40 cursos envolvendo 400 pessoas

O ano passado, a Delegação Regional da Cruz Vermelha Portuguesa ministrou cerca de 40 cursos de primeiros socorros, os quais envolveram aproximadamente 400 pessoas, entre solicitações de particulares e de empresas.
Os dados foram facultados ao JM pelo vice-presidente da Delegação Regional, que referiu que os mesmos incluem o Curso Europeu de Primeiros Socorros e o Curso de Tripulantes de Ambulância de Transporte. No que concerne a esta última formação, foram ministrados sete cursos, pelo que a grande maioria (entre 30 a 33) corresponde à primeira.
Rui Nunes refere que de há alguns anos para cá tem-se verificado uma cada vez maior procura pelos cursos de primeiros socorros, em parte até por razões legais, dado que, no que diz respeito a determinadas empresas, é necessário ter um certo número de trabalhadores com formação neste domínio. São os exemplos da construção civil, hotelaria e transportes. Já os particulares, fazem-no, alguns por uma necessidade de trabalho, outros por uma questão de cultura geral.
Este responsável lembra que uma das missões da Cruz Vermelha é a formação na área do primeiro socorro, já que é uma entidade certificada para o efeito e tem um núcleo de formadores apto para tal.
A procura maior pelos cursos de primeiros socorros é por parte das empresas, que normalmente solicitam os mesmos para grupos de 10 ou 20 pessoas. Inclusivamente, há empresas na Região que fizeram formação para todos os seus trabalhadores, a qual, ao fim de um certo tempo, tem de ser - e foi - recertificada.
O vice-presidente da Cruz Vermelha Portuguesa na Região afirma que os cursos estão permanentemente abertos e que sempre que é atingido um grupo de 10 pessoas avança uma nova formação. Tal como referiu, «praticamente todas as semanas temos cursos a decorrer». Os interessados nestas iniciativas são de várias idades, mas essencialmente das faixas etárias até aos 40/45 anos.
No que concerne a custos, a Cruz Vermelha tem feito alguns «reajustamentos». «Temos de ir ao encontro das dificuldades das pessoas e às vezes fazemos um preço em conformidade com as pessoas que nos pedem», disse, acrescentando que normalmente para as empresas há um custo, para o particular há outro e, se for um grupo de estudantes, «ainda fazemos um preço mais em conta». Os valores variam entre os 100 e os 120 euros por pessoa.
O mais procurado é o Curso Europeu de Primeiros Socorros, que tem uma duração de 12 horas e envolve a parte das imobilizações, da reanimação, de como chamar o sistema integrado de emergência médica e ainda a componente da desfibrilhação. Por outro lado, o curso de Tripulante de Ambulância de Transporte, com uma duração de 35 horas, é mais vocacionado para os voluntários da coluna de socorro, embora também seja feito para empresas (como foi o caso da ANAM).

Rui Nunes considera que a formação em primeiros socorros deveria ser uma disciplina na escola. «Se estes pequenos gestos de socorro começarem a ser ensinados às crianças, é muito importante», disse, acrescentando que «a importância disto é que haja gente entre a população que tenha estes conhecimentos, e quanto mais cedo se começar a transmitir estes elementos melhor»

in.:www.jornaldamadeira.pt

domingo, 23 de maio de 2010

CVP em acção: Afogamento na Praia do Castelo do Queijo. Intervenção CVP.

Porto: Jovem salva na praia com «prognóstico muito reservado»

Uma jovem foi hoje salva das águas da praia do Castelo do Queijo, no Porto, por um barco do Instituto de Socorros a Náufragos, disse à Lusa fonte dos Bombeiros Sapadores do Porto, estando internada com "prognóstico muito reservado".

Segundo os Bombeiros Sapadores do Porto, o alerta foi dado às 15:42, hora a que a jovem ter-se-á sentido em apuros, tendo sido retirada inanimada das águas da praia do Castelo do Queijo por um barco do Instituto de Socorros a Náufragos.

A vítima foi socorrida e reanimada pelo INEM, tendo depois sido transportada pela Cruz Vermelha Portuguesa para o Hospital Pedro Hispano, em Matosinhos, tendo sido internada nos cuidados intensivos, com prognóstico "muito reservado".

in.: Diário Digital / Lusa

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Notícias: "Dê a mão à sua saúde". Iniciativa CVP Viana do Castelo.




Local : Jardim da Marina

Dia 21 de Maio (das 10h00 às 19h00)

Dia dedicado às escolas:
- Demonstração de várias técnicas de Socorrismo
- Visita a Hospital de Campanha e a Ambulâncias

Dia 22 de Maio

Abertura:
10h00 - Actuação dos Bombos da Casa dos Rapazes

Demonstrações de Socorrismo:

- 11h00 - Suporte Básico de Vida
- 12h00 - Desobstrução da Via Aérea
- 16h00 - Simulacro de Trauma
- 18h00 - Desmaio

Rastreios (das 10h00 às 19h00)

- Glicose, Tensão Arterial, IMC
- Dentário
- Pé Diabético
- Visão

Animação

- Aulas de Body-Pump (10h30/11h30)
- Actuação do Rabcho Folclórico da Meadela (15h00)
- Actuação do Grupo de Danças e Cantares de Carreço (17h00)

Das 10h00 às 19h00

- Animação Infantil: Modelagem de balões, Pinturas Faciais, Coreografias, Insuflável
- Animação para Adultos: Parede de escalada, Tiro ao Alvo, Jogos Populares
- Venda de livros a cargo da Editora "Mill Books"
- Venda de gelados, bebidas e outros

Este evento é organizado pela Delegação da Cruz Vermelha Portuguesa de Viana do Castelo e conta com o apoio da Câmara Municipal de Viana do Castelo.

in.:http://www.cvp-vianadocastelo.blogspot.com/

CVP em acção: Acidente em S. Roque. Intervenção CVP Madeira.

Um indivíduo ficou, ontem de madrugada, ferido com alguma gravidade, na sequência de uma colisão entre uma moto e uma viatura, na zona de São Roque.
Ao que o JM apurou, o acidente aconteceu já passava da 01h00, tendo o condutor do veículo de duas rodas ficado ferido com alguma gravidade e o da viatura, um menor de 15 anos, sem carta de condução, se posto em fuga, sem prestar auxílio à vítima.
Para o local deslocaram-se a EMIR e a Cruz Vermelha Portuguesa , que prestaram auxílio ao ferido no local, tendo a segunda o transportado para o Hospital, onde ficou em observações.
Segundo soubemos, o retrovisor do veículo ficou no local do acidente, sendo que, com este elemento e a denúncia de um anónimo, a Polícia acabou por encontrar a viatura ao início da tarde, em Santo António, tendo-a bloqueado e identificado o jovem.
O caso segue agora os trâmites legais, sendo submetido à lei tutelar de menores, ou seja, vai para o Tribunal de Menores.
Refira-se que o condutor do automóvel, além de ser menor e, por isso, não ter carta e conduzir em situação ilegal, fugiu do local do acidente e não prestou auxílio ao ferido, um factor que acaba por ser agravante.

in.:www.jornaldamadeira.pt

sábado, 15 de maio de 2010

Notícias: CVP Quiaios inaugura novas viaturas.

Cruz Vermelha de Quiaios tem muitos projectos e novas viaturas


Amanhã, a delegação de Quiaios da Cruz Vermelha Portuguesa vai proceder à bênção de duas novas viaturas, numa cerimónia a presidir pelo padre Carlos Noronha e que terá lugar na Capela do Senhor dos Aflitos. Mas este, é apenas mais um passo da instituição, que tem lutado para se apetrechar e melhor servir os utentes e dar outras condições de trabalho a todos os elementos, 15 no total (dos quais oito voluntários e sete assalariados), número que vai crescer para 20 a partir do mês do Junho.
António Sousa Tondela é o presidente daquela delegação e o rosto da azáfama em que a instituição tem estado envolvida, para angariar fundos para poder fazer face a todas as despesas. «Não temos mãos a medir, mas está a andar muito bem. Quando aqui cheguei isto estava um caos, mas agora está a endireitar-se. Mas temos de andar a esgravatar à esquerda e à direita e com o nosso trabalho e as verbas dos utentes vamos conseguindo», refere aquele responsável, referindo-se às verbas para as novas viaturas, uma de emergência (a baptizar com o seu próprio nome por decisão da direcção) e cujo investimento rondou os 38 mil euros e uma outra de transporte, com nove lugares, que custou 48 mil euros e terá o nome de Santana Maia, o delegado regional da CVP.
«Estávamos a precisar, as ambulâncias eram todas velhinhas, a de socorro estava fora de serviço, foi restruturada mas já não tinha condições para andar», ou seja, «não havia uma ambulância para se trabalhar condignamente», sublinha António Sousa Tondela, que tem contado com alguma ajuda da população, esperando que os quiaenses contribuam «no futuro». «Vamos fazer um pedido de outra forma, ver se vem mais uma ajudazinha», sustenta.
Com uma sede cedida por 50 anos, fruto de um protocolo com a junta de freguesia, a CVP de Quiaios também não esqueceu as condições em que os seus elementos trabalham. Para já, a fachada «foi toda restaurada e pintada, as paredes estavam a cair», mas o dirigente pretende ir mais longe. «Vamos fazer uma sala para cursos, um bar/refeitório, instalações sanitários e camaratas para os nossos elementos poderem ter outras condições e aproveitarmos todos os cantinhos».
No terreno atrás do edifício irá funcionar o parque de viaturas, um espaço que já tem iluminação, graças à boa vontade de Fernando Heleno. As tintas foram oferecidas pela “Urbibiar”, empresa da Figueira e outras deixaram já a promessa de ajuda. É que, até agora, em obras já foram investidos cerca de 2.500 euros, «mas vai ser preciso muito mais», diz o presidente da instituição, convicto que, com boa vontade e trabalho, tudo se consegue.

in.:http://www.diariocoimbra.pt

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Notícias: "Prova do Triângulo". Iniciativa CVP Neiva.


in.:http://www.cvp-neiva.blogspot.com/

Notícias: Projecto Escolar "Viver para Socorrer". Intervenção CVP Setúbal.



No passado dia 23 de Fevereiro, durante todo o período da manhã, com a colaboração de sete socorristas da Cruz Vermelha Portuguesa, da Delegação de Setúbal, dinamizámos uma demonstração de ambulâncias. Esta actividade decorreu no parque do Bonfim, onde estiveram duas ambulâncias que puderam ser visitadas pelos alunos da Escola Secundária Sebastião da Gama.

Esta demonstração teve por objectivos apelar para a importância da presença de ambulâncias na prestação de primeiros socorros, identificar o equipamento necessário a este tipo de intervenção e reconhecer o trabalho dos socorristas.

in.:http://viverparasocorrer.blogspot.com/

Notícias: Operação Fátima|2010. Missa Papal em Lisboa. Intervenção CVP Amadora e COE.

Lisboa, Missa Papal de 11 de Maio:

100 elementos divididos em 22 equipas apeadas, 4 equipas em bicicleta, 4 equipas motorizadas, 2 postos médicos móvel e 4 ambulâncias, com o objectivo de cobrir a área de Baixa de Lisboa, do Marquês do Pombal à Praça do Comércio, do Cais do Sodré a Santa Apolónia.

Algumas fotos:















Notícias: Operação Fátima|2010. Intervenção CVP Aveiras de Cima.

Apoio CVP Aveiras de Cima na Estrada Nacional 3 junto aos Casais da Lagoa.








O Posto fixo da Operação Fátima da Delegação de Aveiras de Cima da Cruz Vermelha Portuguesa era composto por quatro tendas, uma delas insuflável que era o posto de socorro, uma tenda de estrutura de 10 metros para a logística e duas tendas de estrutura que era os dormitórios. Tínhamos no local duas "barracas" cedidas pela câmara municipal de Azambuja para cozinha e a outra para armazém. Existia dois WC e uma estrutura com duche quente.

Passaram no acampamento de apoio cerca de 3500 peregrinos e 587 deles foram assistidos na nossa tenda. Foram evacuados para o centro de saúde de Azambuja dois peregrinos para serem examinados por um médico. Pernoitaram 72 peregrinos e foram servidas cerca de 220 refeições aos peregrinos.

No local tivemos representantes dos quadros da empresa Liberty Seguros que distribuíram 3000 coletes, bonés e bebedores de água, colaboração da empresa Eliás que forneceu pomadas, bonés e coletes, a Gasin forneceu aguas. Colaboraram também com a Delegação o Pingo Doce, a Central de Cerveja, a Recer, a Matutado, a Superalis e a coordenação nacional de emergência no fornecimento de mantimentos para os peregrinos.

Tivemos a colaboração da câmara municipal de Azambuja, da junta de freguesia de Aveiras de Baixo e dos rádios amadores do Ribatejo que montaram uma estrutura para nos dar ponto de situação dos peregrinos ao longo do percurso no Ribatejo.

No posto de apoio fixo estiveram 46 voluntários da Delegação de Aveiras de Cima da Cruz Vermelha Portuguesa e 8 operadores de rádios dos amadores do Ribatejo.