











Para marcar o acontecimento o grupo Sonae organizou, em parceria com a Cruz Vermelha Portuguesa uma Campanha Nacional de recolha de produtos denominada "Juntos damos mais" que se concretizou nos hipermercados Modelo e Continente pelas Delegações locais da Cruz Vermelha.
Os produtos angariados serão posteriormente distribuídos pela população carenciada das áreas abrangidas por cada Delegação da CVP. Esta iniciativa tem também a particularidade de o valor de cada produto ser dobrado pelo grupo Sonae e convertido em mais produtos.
Os proprietários destes automóveis só poderão ir buscá-los quando o Serviço Regional de Protecção Civil e a Polícia de Segurança Pública autorizarem.
FOTO PROPRIEDADE BLOG CVP-EMERGENCIA!!
Uma operação de resgate que envolveu bombeiros, PSP, Guarda-florestal, Cruz Vermelha Portuguesa, Exército e Direcção Regional de Estradas resgatou mais de duas centenas de pessoas que foram surpreendidas pela queda súbita de neve na zona do Areeiro, apesar das previsões do Instituto de Meteorologia indicarem, desde sexta-feira, a queda de neve nos pontos mais altos da Madeira.
A previsão de queda de neve estende-se até ao final de quarta-feira.
De acordo com os bombeiros, a operação decorreu até cerca das zero horas tendo sido resgatados todos os ocupantes dos veículos retidos no segundo ponto mais alto da Madeira.
«As pessoas mantiveram-se calmas e não houve situações problemáticas», disse à agência Lusa o comandante dos BMF, Nelson Bettencourt.

Bebé já tinha nascido, mas faltava cortar cordão umbilical
O alerta foi dado às 18h26 de sábado. Os responsáveis do Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) davam conta de uma mulher em trabalho de parto do seu primeiro filho. Avisavam também que, ao contrário do que é costume acontecer, desta vez não haveria apoio da Viatura Médica de Emergência e Reanimação do Vale do Sousa.
Leandro Santos, Carla Rocha e Sérgio Guimarães saíram um minuto depois do telefonema e em pouco tempo chegaram a Bustelo, em Recarei. “Quando lá chegámos a mulher já estava em trabalho de parto e o bebé tinha acabado de nascer”, recorda Leandro Santos, socorrista há quatro anos. “Ainda tive de cortar o cordão umbilical, aspirar e provocar o choro ao bebé”, acrescenta.
Os 30 minutos seguintes foram dedicados, primeiro, a prestar os primeiros cuidados de saúde ao menino e, depois, a estabilizar a mãe. “Correu tudo bem e a seguir fizemos o transporte para o Hospital Padre Américo, em Penafiel”, descreve Leandro Santos. “A mãe ainda ficou a ser tratada pelos médicos, mas aparentava estar bem”, diz.
Formação adequada não evitou emoção única
Em oito anos de existência, esta foi a primeira vez que um socorrista do Núcleo da Sobreira da Cruz Vermelha Portuguesa realizou um parto. Isto apesar de todos os elementos estarem habilitados para o fazer. “Nós temos formação pediátrica. No meu curso, uma enfermeira ensinou todos os passos a fazer num parto. Também temos todo o material necessário na ambulância para este tipo de casos”, explica.
No entanto, segundo Leandro Santos, da teoria à prática vai uma grande distância. “Por muita formação que tenhamos esta é uma situação especial. É o auge da vida de um socorrista”, garante.
Leandro Santos já pediu à mãe para, logo que regresse a casa, passar pelas instalações do Núcleo da Sobreira da Cruz Vermelha Portuguesa para que todos possam ver o recém-nascido, até porque “este era o único tipo de serviço” que lhe faltava no currículo. “No final, foi uma grande felicidade para os três socorristas”, frisa.
in.:www.verdadeiroolhar.pt
«A senhora ia a ser transportada do Hospital de Santo André (Leiria) para a Maternidade Daniel de Matos, em Coimbra, quando entrou em trabalhos de parto, cerca das 08:30 horas», explicou o comandante António Gonçalves, acrescentando que o parto «correu muito bem».
Os dois tripulantes da ambulância, com formação nesta área, contaram ainda com o apoio da viatura médica de emergência e reanimação dos Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC).
Cruz Vermelha Portuguesa de Pereira
“não pára de crescer" e já
tem 63 novos voluntários
(fotos in.:www.facebook.com)
Se alguém diz que o voluntariado está em crise, certamente não conhece a realidade da Cruz Vermelha Portuguesa de Pereira. António Sérgio, que ontem representou o governador civil de Coimbra, conhece e, por isso mesmo, não teve dúvidas em afirmar: «aqui está a resposta (de que há voluntários)». «Na situação actual, em que cada um de nós podia fechar-se em si próprio, aqui demonstram o oposto, abdicam até da própria família para servir o próximo», afirmou, sublinhando que a chegada de cada voluntário a um domicílio onde é solicitada ajuda representa «uma voz de ânimo, solidariedade».
Na instituição, há hoje cerca de 180 voluntários, de Pereira, mas não só. Ontem prestaram juramento elementos dos mais diversos pontos da região, desde as freguesias limítrofes, a Coimbra, Oliveira do Hospital, Penacova e até Leiria. «Um corpo de voluntários que não pára de crescer», assumiu o presidente da Cruz Vermelha de Pereira, José Rasteiro.
Uma instituição que «cresceu e amadureceu» e é hoje «exemplo do voluntariado e dedicação ao próximo», disse, por seu lado, o presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, Luís Leal, classificando de «exemplar» o trabalho que a Cruz Vermelha tem vindo a desempenhar «nesta margem esquerda».
Na verdade, os 180 voluntários são apenas, e positivamente, uma pequena gota no universo da Cruz Vermelha. «Há 13 milhões de voluntários» da Cruz Vermelha em todo o mundo, informou o general Governo Maia, que ontem representou o presidente da Cruz Vermelha Portuguesa. «E contrariamente ao que se possa imaginar, não dão prejuízo, antes pelo contrário, contribuem com valor económico de 4,4 mil milhões de euros através dos serviços prestados», afirmou.
Terreno para lar em atraso
Mas em Pereira, nem tudo corre de feição. É verdade que a delegação se orgulha de ser a quarta a nível nacional e oferece um conjunto de serviços que não se esgotam no socorro e emergência, chegando também a diversos pontos da área da saúde, como a enfermagem ao domicílio, médicos três vezes por semana e gabinete de psicólogo, área social, com serviço de apoio domiciliário, ATL e loja social, e muitas actividades que os elementos vão desenvolvendo ao longo do ano. Falta, contudo, um novo espaço, que seria destinado a lar e ATL. Mas para isso, alertou José Rasteiro, «é necessário que o poder local seja mais célere» e, nesse sentido, deixou o apelo ao presidente da Câmara de Montemor para que «seja rápido no processo de aquisição do terreno».
O problema não está, contudo, na autarquia, mas em «burocracias jurídico-administrativas que estão a emperrar a entrega do espaço», justificou Luís Leal, assegurando que assim que estejam ultrapassadas estas questões «se possa concretizar, o mais rápido, todos os trâmites para a cedência do espaço».
in.:www.diariocoimbra.pt

A condutora do veículo ligeiro, que seguia no carro com dois filhos menores, não terá respeitado o sinal de prioridade e colocou-se à frente do veículo da Cruz Vermelha Portuguesa, que ia buscar um doente para tratamentos de fisioterapia. A condutora ficou com o dedo de uma mão e o pulso partidos. Foi conduzida ao Hospital Garcia de Orta juntamente com os dois filhos menores, que foram observados por precaução. A Direcção da Cruz Vermelha Portuguesa do Seixal disse ao CM que está a ponderar alugar uma viatura, "para cumprir com o transporte dos doentes".
in.:http://www.cmjornal.xl.pt

11/02/2011
Cruz Vermelha Portuguesa assinala o seu 146º aniversário no Ano Internacional dos Voluntários e do Voluntariado
A Cruz Vermelha comemora no próximo dia 12 de Fevereiro, pelas 14h30, na Academia Militar da Amadora, o seu 146º Aniversário numa cerimónia que, para além de assinalar o aniversário da Cruz Vermelha Portuguesa, constitui uma homenagem ao Voluntário no âmbito de 2011 - Ano Internacional dos Voluntários e do Voluntariado.
Foto: Cruz Vermelha
O Voluntariado é um dos 7 Princípios Fundamentais do Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho
A Cruz Vermelha Portuguesa promove o Voluntariado Jovem, fomentando, através da Juventude Cruz Vermelha, a participação de crianças e jovens na actividade da instituição
Fonte: Cruz Vermelha
Fundada por José António Marques, a Cruz Vermelha Portuguesa iniciou a sua actividade a 11 de Fevereiro de 1865 sob a designação de “Comissão Provisória para Socorros e Feridos e Doentes em Tempo de Guerra”. Ao longo dos tempos, a Cruz Vermelha Portuguesa, por si só ou no quadro do seu Movimento Internacional, tem vindo a actuar em cenários emergentes de conflitos armados e/ou de desastres e catástrofes naturais, tanto em território nacional, como internacional.
Diariamente, esta Instituição procura prestar assistência humanitária e social em especial aos grupos mais vulneráveis – idosos, dependentes, crianças, vítimas de violência doméstica, pobres, imigrantes, Sem Abrigo, toxicodependentes, reclusos, pessoas com deficiência, entre outros.
Em simultâneo, a Cruz Vermelha Portuguesa desenvolve a sua actividade através da prestação de serviços e do desenvolvimento de áreas como Saúde; prevenção e preparação para a Emergência; Formação e Empreendedorismo; Ensino Profissional; Ensino Superior da Saúde; Ensino de Socorrismo; Educação para a Saúde; Cooperação Internacional e difusão do Direito Internacional Humanitário.
Desde a sua fundação, a Cruz Vermelha Portuguesa assistiu as vítimas de vários conflitos, nomeadamente:
Mais recentemente, esta Instituição apoiou a acção do Comité Internacional da Cruz Vermelha nos seguintes conflitos:
No quadro dos grandes desastres e catástrofes, sobressai a acção da Cruz Vermelha Portuguesa – quer de forma bilateral, quer em coordenação com a Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho – por ocasião das seguintes efemérides:
Motociclista estaria a fugir ao trânsito, pela direita, quando foi colhida. Condutor do pesado ficou em estado de choque e teve de ser assistido no hospital.
foto propriedade de CVP Ribeirão!
Uma motociclista morreu, esta manhã, esmagada por um camião, na EN14, em Ribeirão, Vila Nova de Famalicão.
Ao que o JN apurou, a senhora, de 54 anos, estaria a tentar escapar ao pára-arranca do trânsito passando de mota a fila pela direita, quando foi colhida por um camião TIR, no momento em que o pesado virava num entroncamento à direita, na direcção da antiga fábrica da "Tiffosi".
A senhora, residente em Ribeirão, teve morte imediata. O motorista do camião TIR ficou em estado de choque e teve de ser assistido no hospital de Famalicão.
A Cruz Vermelha Portuguesa de Ribeirão e os Bombeiros da Trofa acorreram ao sinistro. A GNR de Famalicão e a Brigada de Trânsito de Braga tomaram conta da ocorrência, no local.
in.: www.jn.pt
NÃO PODE SER UTILIZADA SEM A SUA AUTORIZAÇÃO !
Um homem de 42 anos deu entrada no Hospital Dr. Nélio Mendonça, ao que tudo indica, vítima de esfaqueamento.
A vítima, natural da Guiné-Bissau, terá sido esfaqueada há poucos instantes na rotunda do Infante, estando neste momento em observações naquela unidade hospitalar pelo que ainda não é possível saber se os ferimentos são graves.
A Cruz Vermelha Portuguesa, Delegação da Madeira, foi a entidade que tomou conta da ocorrência. No entanto, não nos foi possível apurar as causas que motivaram o incidente.
in.:www.dnoticias.pt



O Presidente da Cruz Vermelha Espanhola, Juan Manuel Suárez del Toro, efectua amanhã, dia 13 de Janeiro, uma visita de trabalho à Cruz Vermelha Portuguesa.
O objectivo deste encontro entre as duas Sociedades Nacionais da Cruz Vermelha é fundamentalmente efectivar a troca de experiências e também avaliar/promover a colaboração transfronteiriça e os projectos internacionais. Do programa da visita consta ainda a apreciação do apoio recíproco em Grande Emergência Ibérica.
Suárez del Toro é Presidente da Cruz Vermelha Espanhola desde 1994. Foi eleito Presidente da Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho em Novembro de 2001, por um período de 4 anos.
Perfil de Juan Manuel Suárez del Toro Rivero
Nasceu em Las Palmas, nas Canárias, em Espanha. É engenheiro industrial.
Ingressou como voluntário na Juventude da Cruz Vermelha Espanhola em 1971.
É Presidente da Cruz Vermelha Espanhola desde o dia 3 de Junho de 1994.
Foi eleito Presidente da Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho a 7 de Novembro de 2001, por um período de 4 anos. Neste organismo internacional, que agrupa a 182 Sociedades Nacionais, já tinha antes ocupado uma das suas Vicepresidências; sido membro da sua Junta de Governo; e presidido à sua Comissão de Desenvolvimento.
Desde a sua incorporação na Cruz Vermelha, participou em actividades relacionadas com o socorrismo, resgate marítimo, acção social, formação de Voluntariado e cooperação internacional.
Actualmente e no âmbito estatal, é também Presidente das Fundações de Ayuda a las Toxicomanías de Cruz Vermelha Espanhola (CREFAT) e de Atención a las Migraciones de Cruz Vermelha Espanhola. Forma parte dos Patronatos da Fundação Cruz Vermelha Espanhola e da Fundação Kovacs.
É membro do Consejo Asesor de Sanidad del Ministerio de Sanidad; Vicepresidente do Consejo Estatal de Acción Social; Vicepresidente do Consejo Estatal de Voluntariado; Vicepresidente da Asociación Plataforma de ONG de Acción Social em Espanha; Vogal do Foro de la Inmigración; Vogal da Coordinadora Estatal de ONG para el Desarrollo; membro do Patronato Universidad em Espanha; membro da Confederación Estatal de Fundaciones; e Vogal do Consejo de Administración del Instituto Madrileño de la Salud de la Comunidad de Madrid.
Foi distinguido com a Medalha de Ouro da Cruz Vermelha Espanhola (1989) e a Gran Cruz del Ministerio de Defensa pelos seus contributos em operações humanitárias; a Gran Cruz de la Orden Civil de la Solidaridad Social (2002); e a Medalha de Ouro das Canárias (2002), entre muitas outras condecorações.
in.:www.cruzvermelha.pt

A delegação de Quiaios da Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) conta agora com 19 elementos, todos eles com curso de socorrismo. Ontem (9), no dia do 26. º aniversário daquela unidade, 12 novos socorristas fizeram o juramento da bandeira. Do atual corpo ativo, apenas seis elementos são assalariados.
O curso de socorrismo, que já não se realizava na CVP de Quiaios há cerca de 16 anos, durou dois meses e veio colmatar uma das principais pechas do núcleo.
“Não tínhamos pessoas qualificadas suficientes, algo que agora é exigido por lei”, explicou ao DIÁRIO AS BEIRAS António Tondela.
Até ao final do mês, uma ambulância deve estacionar ao lado dos outros veículos – um de emergência e dois de transporte. “É sem dúvida uma mais-valia porque já vamos conseguir responder com mais facilidade e rapidez às solicitações”, afiança o presidente.
in.:www.asbeiras.pt

Foi nesta pequena garagem do que nascemos em 1985 e ao longo do tempo fomos adquirindo o resto do espaço que temos actualmente. Começamos com uma Ambulância que foi comprada com dinheiro de peditórios e bailaricos que foram feitos para angariar dinheiro. Nela já passaram centenas de VOLUNTARIOS e se viu “nascer” grandes socorristas.
Actualmente temos mais de uma dezena de carros onde cinco deles já têm de ficar espalhados pelas ruas do centro da vila porque não cabem dentro das instalações da Delegação. Algumas viaturas já foram vandalizadas, amassadas, foi-lhes colocada massa consistente nos puxadores das portas, roubado gasóleo, entre outras coisas.
Esta placa como diz na imagem foi colocada a cerca de 18 meses na presença dos ex. Srs. Presidente da Câmara Municipal de Azambuja, do Presidente da Assembleia municipal de Azambuja, do Presidente da junta de freguesia de Aveiras de Cima, entre outras entidades que estavam no local no dia em que a Delegação comemorou o seu 24º Aniversário.
Actualmente a placa já se encontra neste estado que se vê na foto e a resolução do nosso problema não se vê com fim a vista. Foi-nos dito pelo ex. Sr. Vice-presidente da Câmara que até final de 2010 estaria tudo resolvido. O ano de 2010 já lá vai e os cerca de 70 VOLUNTARIOS continuam a prestar o seu serviço a população de Aveiras de Cima e arredores 365 dias por ano 24 horas por dia faça chuva ou faça sol estão sempre disponíveis para ajudar e para SALVAR VIDAS.
O espaço da Delegação esta aproveitado ao milímetro e já rebentamos pelas “costuras”. O espaço já não da para mais, os Socorristas não tem condições nas camaratas sendo nas noites de muito frio um grande sacrifício para quem lá dorme. A sala de comando e de direcção são minúsculas, a sala de formação é em simultâneo sala de jogos, “museu” das lembranças e prémios oferecidos a Delegação e é onde está o servidor da Delegação.
Agora pergunto para quando uma resolução deste problema que não é só nosso que é também um problema da freguesia e população de Aveiras de Cima? Alguém do poder será capaz de dar uma solução ao problema? Será que já será lá a comemoração do 30º aniversário? Espero que os VOLUNTARIOS tenham a mesma dedicação e vontade que demonstraram até hoje que nunca a percam.
...O SONHO COMANDA A VIDA…