terça-feira, 9 de junho de 2009

Fotos: "OUR WORLD - AT WAR" ICRC - VII PHOTOGRAPHERS

Exposição fotográfica da Comité Internacional da Cruz Vermelha, realizada pela agência fotográfica VII PHOTOGRAPHERS.

Todas as fotos propriedade do Comité Internacional da Cruz Vermelha




































Notícias: Entrevista ao Presidente do Comité Internacional da Cruz Vermelha


Cada vez mais trabalho para a Cruz Vermelha



Ainda há muito a ser feito em nível mundial, apesar dos progressos em Guantánamo e na questão das bombas de fragmentação, como explica à swissinfo.ch o presidente do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICR).

Jakob Kellenberger fala sobre o 150° aniversário da Batalha de Solferino em 24 de junho, o terrível episódio que inspirou Henri Dunant a fundar a Cruz Vermelha.

A Cruz Vermelha comemora em 2009 o 90° aniversário da Federação Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho e paralelamente o 60° aniversário das Convenções de Genebra.

Dentre as atividades planejadas, milhares de jovens oriundos de mais de 120 países irão à Solferino, no norte da Itália, entre 23 a 28 de junho para comemorar a história do movimento e definir sua visão para enfrentar os desafios humanitários de hoje.

swissinfo.ch: O que o senhor vê como os principais desafios para o CICV nos próximos anos

Jakob Kellenberger: Um grande desafio é continuar a melhorar nosso acesso às pessoas afetadas por conflitos armados e outras situações de violência.

Também devemos continuar a lutar tenazmente por mais respeito ao Direito Humanitário Internacional (DHI). Sabemos que o DHI nunca foi respeitado como deveria...mas se você luta pelo seu respeito com determinação, é possível fazer progressos.

Mas frente às crises recentes - Sri Lanka, o conflito entre Israel e Palestina, Afeganistão, Iraque, Guantánamo, a Guerra contra o Terror - onde as partes parecem ignorar o DHI, não deveria haver uma revisão das Convenções de Genebra e dos respectivos instrumentos jurídicos?

Em nossa opinião, o principal desafio é alcançar um maior respeito às regras já existentes. Porém você nunca pode se dar ao luxo de dizer que as regras estão atualizadas e perfeitas. Áreas do DHI devem ser esclarecidas. Por exemplo, a noção de participação direta em hostilidades, um ponto que se tornou central, tem de ser esclarecida se você quiser assegurar que civis não participando diretamente das lutas sejam poupados. O CICV acaba de publicar um estudo sobre esta importante questão.

Ao longo dos últimos dois anos, também estivemos examinando com bastante extensão até que ponto o desenvolvimento futuro dos tratados legais é necessário, especialmente até que ponto diz respeito o DHI aplicado sobre conflitos armados não internacionais. Nesta área a legislação do tratado é bastante fraca.

Após sua recente visita aos Estados Unidos, quão convencido está o senhor de que a prisão de Guantánamo irá fechar e que as políticas americanas de detenção e interrogatório, que suscitaram grandes reservas, irão agora cumprir totalmente com as regras estipuladas nas Convenções de Genebra?

O presidente Barack Obama assinou três ordens executivas em 22 de janeiro de 2009, três painéis de revisão para lidar com Guantánamo, políticas de detenção, transferência de presos e interrogatórios.

Estive em Washington em abril devido a estes painéis de revisão e para encontrar membros destes três painéis, incluindo o secretário de Defesa, o Procurador-geral, o secretário de Estado e o conselheiro de Segurança Nacional.

Teremos de ver os resultados dos painéis de revisão, mas penso que é um sinal muito positivo para o CICR o fato de estar tão estreitamente associado a este trabalho, o que nos permite dar a nossa contribuição.

A nova administração estava muito ciente de sua total rejeição a qualquer forma de tortura. Eles não questionam suas obrigações frente às Convenções de Genebra e anunciaram que Guantánamo seria fechada no prazo de um ano. São boas notícias.



A Cruz Vermelha Suíça recentemente relatou uma queda no número de voluntários e nos níveis de compromisso. O senhor vê a questão como um problema futuro para o movimento?

Eu não penso que essas mudanças no espírito do voluntarismo serão problemáticas para o movimento como um todo. Na África, onde existem uma grande quantidade de problemas humanitários e conflito, o número de voluntários não está diminuindo.

Pelo que tenho escutado, esse é mais um problema do mundo ocidental. Curiosamente enquanto parece haver menos interesse em ser voluntário para causas humanitárias, o mesmo não é o caso para outros setores.

Como lidar com a delicada tarefa de saber quando falar em público?

Esse é um dos grandes desafios - uma das coisas com que eu mais luto neste trabalho. Muitas vezes me pergunto: 'É esse o momento de falar ao público ou não? Quais serão as vantagens ou desvantagens? A linha divisória é muito estreita.

Temos diretrizes muito claras detalhando as condições que têm de ser cumpridas antes de podemos denunciar publicamente possíveis violações do DHI.

Em primeiro lugar, temos de ser confrontados com violações sistemáticas e sérias do DHI. Em segundo lugar, todas as nossas repetidas intervenções bilaterais com a parte responsável do conflito não surtiram efeito. Em terceiro, temos de ter testemunhado essas violações ou ter obtido informações de fontes confiáveis. Por último, precisamos estar convencidos que falar em público é a melhor coisa que podemos fazer às pessoas afetadas pelos abusos. Se estas condições foram preenchidas, é possível para o CICV denunciar publicamente as violações do DHI.

Confidencialidade é um instrumento importante para que o CICV tenha acesso às pessoas que estão sofrendo devido à guerra, mas isso não é incondicional.

Seu ambiente de trabalho é extremamente desafiador e, muitas vezes, bastante desanimador. Quais foram os sinais de esperança e avanços ao longo dos últimos nove anos?

Todas as sociedades nacionais da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho enfrentam seus próprios desafios em seus próprios países, mas existe um potencial interessante de trabalhar juntos para ver um impacto maior.

Muitas vezes você só pode ter uma influência se as atividades do CICV e sociedades nacionais complementam umas às outras. Quando visitei recentemente a província fronteiriça ao noroeste do Paquistão, pude ver o impacto positivo da nossa cooperação com o Crescente Vermelho paquistanês.

A capacidade operacional do CICV e sua habilidade de dispor rapidamente de resposta às crises agudas, como visto recentemente no sul do Líbano, Geórgia e Gaza, também são fontes de satisfação.

E também houve desenvolvimentos positivos do DHI. Não ouso imaginar qual seria a situação se não tivéssemos tido tantos colaboradores lutando por um maior respeito do DHI em campo.

Temos resultados. Tendemos a falar sobre violações, mas nunca falamos sobre casos em que, graças às intervenções através do CICV, outras violações puderam ser impedidas.

E eu acho que ninguém teria imaginado há dois ou três anos que, hoje em dia, mais de cem países teriam assinado uma convenção para banir as bombas de fragmentação (munições cluster).


Por: Simon Bradley, in.:swissinfo.ch

domingo, 7 de junho de 2009

Notícias: Novos Voluntários na CVP

Delegação da Cruz Vermelha Portuguesa
tem mais 30 voluntários

A cerimónia de compromisso de honra realizada ontem à tarde, na presença de diversas entidades e dezenas de familiares, envolveu 30 novos elementos para a delegação da Figueira da Cruz Vermelha Portuguesa e mais 18 para a instituição congénere de Águeda, que se insere na mesma “plataforma”. Os recrutas foram alvo de um curso preparatório de seis meses, que englobou primeiros socorros para tripulantes de ambulâncias de socorro, na vertente hospitalar.
Estes novos elementos significam «renovação, aumento de capacidades de resposta em situação pré-hospitalar e de catástrofe», segundo explicou ao nosso Jornal o socorrista Bruno Gomes, que, apesar de defender que o número de voluntários «nunca é demais», assegura que na Figueira da Foz a Cruz Vermelha Portuguesa efectua «uma cobertura de proximidade», uma vez que, além da delegação que passa a ter cerca de 80 voluntários, existem núcleos em diversos pontos do concelho (Carvalhais, Borda do Campo, Quiaios e Maiorca), num total de cerca de 200 elementos.
E apesar do concelho «nunca estar desguarnecido», diz o jovem socorrista, na delegação da Figueira faz falta uma viatura medicalizada e mais uma ambulância de socorro, que iriam «beneficiar a população», juntando-se assim às três viaturas de socorro, duas de transporte, outras duas de transporte para pessoal e uma de comando, além de um barco e dois postos de socorro móveis. No entanto, essas necessidades serão adiadas para mais tarde, uma vez que as tentativas para angariar verbas têm tido resultados infrutíferos. «Devemos cancelar a gala prevista para angariar fundos», adiantou a presidente da delegação, que admite, com certa tristeza, que não obteve respostas favoráveis a nenhum dos patrocínios solicitados. «Todos nos remetem para mais tarde», frisou a dirigente.
Laura Lacerda aproveitou ainda a oportunidade para agradecer aos novos elementos o participarem na vida da comunidade, salientando que acredita na juventude porque eles provam «que são capazes de congregar esforços, contribuindo para que o mundo seja mais fraterno e solidário», assentando os seus princípios «em valores de verdade, justiça, liberdade e amor».

in.:www.diariocoimbra.pt



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Delegação Local de Águeda:
Juramento de honra

A cerimónia de juramento de compromisso de honra de 40 novos voluntários/socorristas da Cruz Vermelha Portuguesa decorreu no dia 6 de Junho, na Figueira da Foz, sendo 18 da Delegação de Águeda.

O juramento é o culminar de meses de preparação e aprendizagem para estes 18 voluntários, 11 com formação TAT (Tripulante de Ambulância de Transporte), quatro TAS (Tripulante de Ambulância de Socorro) e três em serviço de enfermagem (com formação superior).

in.: www.soberaniadopovo.pt

Formação: Curso Basic Trauma Life Support - Lisboa

Curso: Basic Trauma Life Support - BTLS-Portugal

Local: Lisboa

Data: 04/07 e 05/07 de 2009


sexta-feira, 5 de junho de 2009

Relembrar um post de 30 de Outubro de 2008

Boas noites...

Desculpem, mas nem sempre tenho tido o tempo necessário para dedicar ao blog, cuja função é mostrar e dignificar o papel da Cruz Vermelha Portuguesa, como interveniente e parceiro activo no Socorro em Portugal.
Porque também nós fazemos Socorro em Portugal, e de qualidade...

Por isso, e devido a determinados comentários, menos dignificantes, e mesmo insultuosos que começam a surgir neste meu, nosso blog, anuncio que, apartir deste momento, todos os comentários efectuados serão moderados pela minha pessoa.

Atenciosamente
Bons Socorros

zellys@gmail.com
www.cvp-emergencia.blogspot.com

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Fotos: Cruz Roja Española - Madrid

Algumas fotos de uma das bases da Cruz Vermelha Espanhola em Madrid, com os seus meios.

Quando fomos visitar esta base, por ocasião das Jornadas Municipais de Catástrofes do SAMUR, estavam de prevenção 2 equipas distintas, a equipa da ambulância, devidamente uniformizados e com os equipamentos de socorro, não topo de gama, mas de qualidade, afim de garantir um bom socorro à população, e a equipa de primeira intervenção da ERIE (Equipa Resposta Imediata em Emergências), que pode, mediante activação dos voluntários via SMS, accionar a totalidade da equipa, para num tempo máximo de 3 horas estar em qualquer ponto de Espanha.
De entre os vários tipos de ERIE's existentes. Estavam de prevenção nesta base as ERIES de Intervenção PsicoSocial, e a ERIE de Alojamento Provisório.

TODAS AS FOTOS SÃO PROPRIEDADE DE WWW.CVP-EMERGENCIA.BLOGSPOT.COM













Formação: Seminário "Planeamento Civil de Emergência"

Seminário «Planeamento Civil de Emergência»

O Governo Civil do Distrito de Setúbal promove, no próximo dia 4 de Junho, a partir das 9 horas, no Auditório da Escola Superior de Tecnologia do Instituto Politécnico de Setúbal, o Seminário “Planeamento Civil de Emergência”.

O evento contará com a participação do Secretário de Estado da Protecção Civil, José Miguel Medeiros, da Governadora Civil, Eurídice Pereira, do Secretário-Geral de Segurança Interna, Juiz Conselheiro Mário Mendes, do Vice-Presidente do Conselho Nacional de Planeamento Civil de Emergência, Tenente General João Maria de Vasconcelos Piroto, e do Presidente da AMI, Dr. Fernando Nobre, entre outros.
Consulte o Programa.
Participe! Inscreva-se através do 265 546 711 ou do e-mail: geral@gov-civil-setubal.pt. Contamos com a sua presença.

SEMINÁRIO
Planeamento Civil de Emergência
4 de Junho de 2009
Auditório da Escola Superior de Tecnologia – Instituto Politécnico de Setúbal

PROGRAMA
09h00 ‐ Recepção dos Participantes
10h00 ‐ Sessão de Abertura
Secretário de Estado da Protecção Civil
10h30 – Enquadramento do Seminário – CODIS
PAINEL I
GESTÃO DE CRISES
MODERADOR: VICE‐ALMIRANTE SILVA CARREIRA – DIRECÇÃO GERAL DA AUTORIDADE MARÍTIMA
10h45 – A Gestão de Crises - Juiz Conselheiro Mário Mendes – Secretário Geral de Segurança Interna
11h15 – Planeamento Civil de Emergência e Sistema Nacional de Gestão de Crises Tenente General João Maria de Vasconcelos Piroto – Vice‐Presidente do Conselho Nacional de Planeamento Civil de Emergência
11h45 – Debate
12h30/14h30 – PAUSA PARA ALMOÇO
PAINEL II
EMERGÊNCIA MÉDICA
MODERADOR: DR. RUI PORTUGAL – PRESIDENTE CONS. DIRECTIVO DA ARS/LVT
14h30 – Medicina de Catástrofe – Prof. Dr. Romero Bandeira – Universidade do Porto
15h00 – Assistência Médica Internacional – Presidente da AMI – Dr. Fernando Nobre
15h30 – Debate
16h00 – PAUSA PARA CAFÉ
PAINEL III
ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E PROTECÇÃO CIVIL
MODERADOR: DR.ª. FERNANDA DO CARMO
16h30 – A consideração dos Riscos e Vulnerabilidades nos Instrumentos de Gestão Territorial – Arq. Vítor Campos ‐ Director Geral DGOTDU
17h00 – Riscos no Ordenamento do Território/O caso do PROT da AML
Orador: Prof. Dr. José Luís Zêzere – Instituto de Geografia e Ordenamento do Território – Universidade de Lisboa
17h30 – Debate
18h00 – Encerramento
ANPC
Governadora Civil do Distrito de Setúbal


in.:www.gov-civil.setubal.pt

Notícias: Socorristas de proximidade. Projecto CVP.


Cruz Vermelha Portuguesa quer socorristas nas aldeias



Formar e colocar técnicos, tão capazes quanto os que viajam nas ambulâncias, em juntas de freguesia, câmaras, grandes empresas e centros comerciais é o objectivo de um projecto que a Cruz Vermelha Portuguesa lança este ano.

Dez minutos podem ser cruciais para salvar uma vida. Foi a pensar nisto, bem como no isolamento de algumas populações, sobretudo do interior do País, que a Cruz Vermelha Portuguesa decidiu criar o projecto de socorrismo de proximidade. O objectivo é colocar técnicos de socorro de proximidade, formados pela Cruz Vermelha Portuguesa, em juntas de freguesia, câmaras municipais, grandes empresas - entre elas, cadeias de hotéis e resorts com campos de golfe - e centros comerciais.

"O projecto que pode representar postos de trabalho para muitas pessoas salvará muitas mais ", disse ao DN o presidente daquela entidade, Luís Barbosa, sublinhando, contudo, que o seu sucesso depende muito da receptividade das câmaras municipais e empresas. São estas entidades que serão responsáveis pelos custos com a formação dos técnicos, bem como pela remuneração do seu trabalho (ver caixa). O curso poderá custar 320 euros por pessoa, disse ao DN Luís Névoa, o director-geral da Cruz Vermelha Portuguesa, e um dos responsáveis pelo projecto.

Mas "as principais beneficiadas serão as pequenas localidades do interior", avança Luís Barbosa. Aquelas, onde mesmo uma ambulância do INEM - Instituto Nacional de Emergência Médica pode levar mais tempo a chegar, pelas dificuldades de acessos ou pela distância. Aldeias localizadas em regiões onde os recursos e equipamentos de saúde são mais limitados.

Luís Barbosa adianta que a ideia já foi apresentada a algumas autarquias, que mostraram grande receptividade para o projecto.

Contudo, diz Luís Névoa, a sua apresentação formal aos municípios e empresas só começará a ser feita no próximo mês. E o primeiro curso de técnico socorrista de proximidade só arranca no segundo semestre deste ano.

Em 2009, "vamos fazer dois ou três cursos, de 10 elementos cada, para colocar nas delegações da Cruz Vermelha Portuguesa localizadas em zonas mais críticas do País, que não disponham de equipas de transporte e socorro. Depois vamos formando à medida dos pedidos de cada uma das entidades interessadas", explicou.

O curso de 70 horas dado a cada uma das pessoas abrange todas as componentes de socorros e tem como base de formação o curso de tripulante de ambulância de transporte. Pelas regras actuais teria a duração de 35 horas, mas tem o dobro, porque se pretende que os novos profissionais fiquem aptos a prestar todos os cuidados de emergência pré-hospitalar aos doentes, sublinha aquele responsável.

Desta forma, podem socorrer uma pessoa em qualquer lugar até chegar uma ambulância do INEM, diminuindo o seu risco de vida.

Cada um destes socorristas terá sempre consigo uma mala com muitos dos equipamentos que habitualmente estão nas ambulâncias. Uma mala que poderá ser transportada numa viatura normal, própria, ou que lhe será atribuída pela entidade da qual são funcionários. Ali ficará guardado um desfibrilhador automático de uso externo, equipamento essencial para salvar vidas.

Contudo, o uso de desfibrilhadores por estes novos profissionais de socorros está ainda condicionado pela legislação actual.

Por isso, o Ministério da Saúde está a preparar um novo pacote legislativo que permitirá a utilização do equipamento pelos técnicos de socorro, explicou Luís Névoa.

Os alunos do novo curso já devem ser pessoas com experiência em socorrismo e os seus formadores serão apenas profissionais de saúde, garantiu.


in.:www.dn.sapo.pt

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Notícias: Protocolo CVP e Câmara Municipal Silves

Cruz Vermelha Portuguesa

No Quartel dos Bombeiros de S. Marcos da Serra

Câmara Municipal de Silves assina protocolo com Cruz Vermelha Portuguesa, cujo Quartel passa a sede desta instituição.

Foi assinado ontem um protocolo entre a Câmara Municipal de Silves (CMS) e a Cruz Vermelha Portuguesa, que prevê a cedência do “Quartel dos Bombeiros” de S. Marcos da Serra a esta instituição, de modo que possa ser criada ali a sua sede.
Isabel Soares, Presidente da CMS, ressaltou a importância da Cruz Vermelha Portuguesa, quer a nível nacional, quer a nível internacional, tendo salientado a importância que este equipamento poderá ter na formação de novos elementos/voluntários, que queiram servir o concelho de Silves.
Luís Barbosa, Presidente da Cruz Vermelha Portuguesa, destacou o papel da instituição como prestadora de cuidados de emergência médica, mas, também, como prestadora de cuidados de emergência social.
«Temos vindo a adaptar as nossas funções e objectivos e cada vez mais somos uma instituição com um papel central no apoio social às populações», referiu o Presidente da Cruz Vermelha Portuguesa. Também salientou a importância de instituições deste tipo no combate de possíveis pandemias, como a da Gripe. «Se houver uma epidemia de gripe, as famílias terão de lidar com muitos problemas sozinhas, em suas casas e a Cruz Vermelha Portuguesa será um apoio directo a todas elas».
Nesta ocasião foi igualmente assinado um protocolo entre a Junta de Freguesia de S. Marcos da Serra e a Cruz Vermelha Portuguesa, protocolo que previa a cedência de uma ambulância.

in.:www.algarve-reporter.com

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Fotos: XVIII Jornadas Municipales sobre Catástrofes SAMUR

Aqui vão algumas fotos das XVIII Jornadas Municipales sobre Catástrofes - SAMUR-Madrid-
prometo mais umas quantas, tanto do simulacro, como da Cruz Vermelha de Madrid-










terça-feira, 19 de maio de 2009

150 anos de Cruz Vermelha


Cruz Vermelha
1 Movimento
186 Sociedades Nacionais
98 Milhões de Voluntários
150 Anos